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sábado, 6 de fevereiro de 2016

Opinião - Noite Silenciosa

Ficha Técnica:
Autor: Sherrilyn Kenyon
Título Original: One Silent Night
Série: Dark-Hunter, #15
Páginas: 224
Editor: Saída de Emergência
ISBN: 9789897101120
Tradutor: Rita Carvalho e Guerra

Sinopse:
No mundo dos Predadores da Noite, o inferno está prestes a chegar…

Stryker já avisou que está a reunir as suas forças. Enquanto o mundo avança inconsciente, Stryker, que lidera um exército de demónios e vampiros, conspira para lançar uma ofensiva contra os seus inimigos — que, infelizmente para nós, incluem toda a raça humana.

Para vingar a sua irmã, Stryker prepara-se para aniquilar os Predadores da Noite. Mas as coisas começam a correr mal quando o seu inimigo mais antigo regressa. Eis que chega a sua ex-mulher, Zephyra. Precisamente quando achava que nada o poderia parar, vê-se embrenhado numa guerra secular com uma mulher que dá um novo significado à palavra «dor».

Estão a ser traçadas novas linhas de batalha, enquanto os Predadores da Noite se reúnem para uma novo confronto, numa NOITE SILENCIOSA.

Opinião:
Ora portanto, cá estamos uma vez mais a comentar um livro da série Dark-Hunter da Sherrilyn Kenyon. Ao fim de 16 livros (incluindo o Amante de Sonho) a verdade é que já não existe muito que se possa dizer. A maneira de escrever e contar a história da autora permanece a mesma, e por isso quem gosta deste aspecto da autora não vai ficar decepcionado.

Quanto à história deste livro, esta roda em torno de Stryker e Zephira. Assim sendo ficamos a conhecer a história que o tornou naquilo que é actualmente. Neste momento não considero que o Stryker seja uma má pessoa em si, ele tem um código de honra próprio e que respeita e não deixa para trás ninguém. Não deixa de ser um inimigo para Acheron, por razões um bocado parvas, mas não o considero uma má pessoa, ou uma pessoa sem escrúpulos. Quanto à Zephira, ela é um bocado cabra, mas dá para perceber o porquê da sua atitude e a verdade é que gostei da sua personalidade porque ela não se submete a ninguém nem papa grupos de quem quer que seja.

Contudo o mais interessante no livro não é a história destes dois, mas sim todos os acontecimentos que advém do facto de Stryker libertar a Guerra para que esta possa matar Acheron e Nick. Isto leva a que sejam postas em movimento novas forças até ao momento desconhecidas, forças essas que acredito terão bastante significado nos próximos livros. Ficamos então a conhecer Jared e uma nova faceta de Nick. Faceta essa que espero ver ser desenvolvida nos próximos livros. Espero também que com tudo o que aconteceu Nick seja capaz de chegar a um entendimento com o Acheron, afinal de contas ambos têm culpas no cartório. Outro aspecto que achei emocionante é o facto de os daemon terem descoberto uma forma de ultrapassar as barreiras que os impedem de sair à rua durante o dia, ao mesmo tempo que descobrem como sobreviver sem terem que se alimentar de humanos. Acho que estas situações irão trazer muitas mudanças para os próximos livros. Outro ponto positivo do livro que não podia deixar de referir é o facto de termos direito a ver uma Apollymi, capaz de mostrar sentimentos para com mais alguém além do seu filho. Gostei de ver este seu lado mais terno e desprotegido.

Algo de que me arrependo é de não ter lido os livros por ordem. tenho a sensação que houve algumas coisas relativamente à mitologia que me escaparam, nomeadamente a ordem em que os Panteões funcionam bem como quem é que policia quem e quem é que criou quem. A ver se descubro por aí algures alguma informação acerca disto.

Assim sendo considero que este foi um bom livro para o desenvolvimento da história, com muitos acontecimentos que irão influenciar grandemente o que por aí há-de vir. Gostava apenas de ter tido oportunidade de ver um pouco mais dos predadores que foram apresentados nos primeiros livros porque tenho a sensação que não sei nada deles há imenso tempo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Opinião - Os Leões de Al-Rassan

Ficha Técnica:
Autor: Guy Gavriel Kay
Título Original: The Lions of Al-Rassan
Páginas: 548
Editor: Saída de Emergência
ISBN: 9789896370510
Tradutor: João Henrique Pinto

Sinopse:
Imagine uma Península Ibérica de fantasia, durante o período sangrento e apaixonante da Reconquista, onde realidade e fantasia se entrelaçam numa história poderosa e comovente.

Inspirado na História da Península Ibérica, Os Leões de Al-Rassan é uma épica e comovente história sobre amor, lealdades divididas e aquilo que acontece aos homens e mulheres quando crenças apaixonadas conspiram para refazer – ou destruir – o mundo. Lar de três culturas muito diferentes, Al-Rassan é uma terra de beleza sedutora e história violenta. A paz entre Jaddites, Asharites e Kindath é precária e frágil, mas é precisamente a sombra que separa os povos que acaba por unir três personagens extraordinárias: o orgulhoso Ammar ibn Khairan – poeta, diplomata e soldado, o corajoso Rodrigo Belmonte – famoso líder militar, e a bela e sensual Jehane bet Ishak – física brilhante. Três figuras cuja vida se irá cruzar devido a uma série de eventos marcantes que levam Al-Rassan ao limiar da guerra.

Opinião:
Os Leões de Al-Rassan foi um daqueles livros que esteve encostado durante imenso tempo e que se não fosse uma certa pessoa quase me ter "espancado" iria continuar encostado durante não sei bem quanto mais tempo. E uma vez mais o facto de andar a procrastinar determinada leitura foi um dos maiores erros que cometi.

Os Leões de Al-Rassan são baseados na história da Península Ibérica e por isso para quem conhecer esta parte da história o "entrar" na narrativa é capaz de ter sido bem mais pacífico que o meu. História não é de todo o meu forte e a verdade é que o autor também não faz grande introdução ou contextualiza com pormenor a história que nos vai contar. Assim sendo ao início senti-me um bocado à deriva sem saber quem era quem e a que religião correspondiam. Finalmente lá consegui ler algures que os Jaddites correspondem aos Cristãos, os Asharites aos Muçulmanos e os Kindath aos Judeus. Depois deste esclarecimento tudo se tornou muito mais fácil para mim.

A história é-nos contada de vários pontos de vista, todos eles bastante interessantes. Tanto tendo em conta as personagens que no-los contam como os próprios acontecimentos em si. Se a verdade é que os personagens principais são Rodrigo Belmonte, Ammar ibn Khairan e Jehana bet Ishak, também é verdade que todos os outros personagens que vamos conhecendo e que são considerados como secundários foram bastante bem trabalhados pelo autor. Todos eles sendo principais ou não são personagens bastante interessantes, carismáticas, pessoas que tentam fazer o melhor que podem com aquilo que a vida lhes apresenta naquele momento.

Sem dúvidas que a mais valia do autor são as personagens que cria e o ambiente que as rodeia. As descrições feitas pelo autor levam a que tudo pareça tão real e as próprias personagens têm dúvidas e medos tão semelhantes aos nossos que é impossível não nos relacionar-mos com elas. Poderia descrever os pontos fortes de cada uma das personagens, mas seria uma perda de tempo tendo em conta todas as suas nuances e genialidade.

Outro aspecto que adorei na maneira do autor contar a história, e ao mesmo tempo me deu vontade de o esganar, é o facto de o autor estar constantemente a tentar conduzir os nossos pensamentos por determinado caminho, e conseguir, para depois nos tirar o tapete de debaixo dos pés quando nos apercebemos que determinados acontecimentos que atribuíamos a determinada personagem afinal não lhe pertencem de todo. Só não chorei baba e ranho muitas das vezes porque me encontrava nos transportes públicos e não dava muito jeito. Até ao final do livro o autor mantém esta maneira de contar acontecimentos. E quanto digo até ao final é mesmo até ao prólogo onde mais uma vez ele nos conta determinados acontecimentos fazendo-nos pensar que já percebemos tudo para depois nos apercebermos que afinal fomos tomados por parvos...

A única coisa de que senti falta foi de Ammar. Gostava de ter visto mais dele, da sua maneira de estar. Quanto ao Rodrigo e à Jehane sinto que fiquei a saber o que devia, a compreendê-los. Que vi praticamente todas as nuances das suas personalidades. O mesmo não aconteceu com o Ammar. Achei que ainda haveria ali muito para descobrir para perceber. De certo modo ele pareceu-me um personagem um pouco mais complexo, possivelmente por causa do seu passado e gostava de ter visto mais de perto o que esse passado fez com ele.

Aguardo agora ansiosamente para ler o que ainda tenho cá por causa deste autor, porque ele conquistou-me de forma definitiva.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Opinião - Patagónia Express

Ficha Técnica:
Autor: Luis Sepúlveda
Título Original: Patagonia Express
Páginas: 160
Editor: Asa
ISBN: 9724117820
Tradutor: Cristina Rodriguez e Artur Guerra

Sinopse:
Homenagem a um comboio que já não existe, mas que continua a viajar na memória dos homens e das mulheres da Patagónia, estes "apontamentos de viagem" — como lhes chama Luis Sepúlveda — vêm uma vez mais comprovar a qualidade literária já evidenciada em livros como O Velho que Lia Romances de Amor, Nome de Toureiro ou Mundo do Fim do Mundo.
Desde os seus primeiros passos na militância política, que o levaram à prisão e depois ao exílio em diferentes países da América do Sul, até ao reencontro feliz, anos depois, com a Patagónia e a Terra do Fogo, é uma longa viagem (e uma longa memória) aquela que Luis Sepúlveda nos propõe neste seu novo livro.
Ao longo dele, confrontamo-nos com uma extensa galeria de personagens inesquecíveis e com um conjunto de histórias magníficas, daquelas que só um grande escritor é capaz de arrancar dos labirintos da vida.

Opinião:
Nunca tinha lido nada de Luis Sepúlveda e talvez por isso não conhecesse a sua história. Ao mesmo tempo não sou muito boa com história seja de que tipo for o que me levou a fazer alguma pesquisa para tentar perceber o percurso do autor. Acabei por ficar um pouco na mesma visto que as histórias que connosco são partilhadas não têm propriamente um encadeamento.

O livro está dividido em quatro partes:
Apontamentos de uma viagem a lado nenhum;
Apontamentos de uma viagem de ida;
Apontamentos de uma viagem de regresso;
Apontamentos de chegada.

Penso que a finalidade seja a de dar ao leitor uma ideia de que voltamos sempre ao local de onde partimos.

Através dos títulos é fácil de perceber que em cada parte encontramos acontecimentos que se deram em cada um dos trajectos. As histórias contadas pelo autor são histórias em que reina o medo e a incerteza, mas que ao mesmo tempo transmitem uma leviandade e uma aceitação para com os acontecimentos que faz o leitor sentir-se humilde. O autor consegue descrever os acontecimentos mais tristes e doentios com uma leveza encantadora apesar do sentimento transmitido o que não deixa o leitor indiferente.

A própria escrita do autor é encantatória. Foi difícil não me sentir embalada pelos acontecimentos e pela maneira como o autor os conta. Fica uma grande vontade de conhecer mais da obra deste autor e também do seu trajecto pessoal pelo mundo.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Opinião - The Girl With The Silver Eyes

Ficha Técnica:
Autor: Willo Davis Roberts
Páginas: 192
Editor: Aladdin
ISBN: 1442421703

Sinopse:
Katie Welker is used to being alone. She would rather read a book than deal with other people. Other people don't have silver eyes. Other people can't make things happen just by thinking about them!

But these special powers make Katie unusual, and it's hard to make friends when you're unusual. Katie knows that she's different but she's never done anything to hurt anyone so why is everyone afraid of her? Maybe there are other kids out there who have the same silver eyes . . . and the same talents . . . and maybe they'll be willing to help her.

Opinião:
Este livro foi lido para Key Word Reading Challenge.

Katie é uma menina de quase 10 anos bastante peculiar. Além de ter uma mente bastante adulta para a sua tenra idade tem também olhos prateados e a capacidade de deslocar objectos sem lhes tocar. Gostei bastante da personalidade de Katie e da maneira como esta conta a história. Se por um lado é verdade que ela prega partidas a pessoas desagradáveis a verdade é que a sensação com que o leitor fica é que ela não o faz propriamente por maldade. Ela é simplesmente alguém prático que faz o que faz com um propósito, um desígnio e não só porque sim. Ao mesmo tempo Katie continua a ter as suas ideias e acções típicas de uma miúda de quase 10 anos, o que poderia parecer estranho, mas não parece pois a autora consegue enquadrar bastante bem ambas as facetas.

Devido a determinadas características suas a maior parte das pessoas tem receio de Katie ou sente-se incomodada com a sua presença. Ao longo da história ficamos a saber o porquê das suas peculiaridades. Contudo o foco central do livro prende-se com a tentativa de Katie descobrir mais pessoas como ela na tentativa de não se sentir tão sozinha e isolada.

Quanto aos personagens secundários, não achei que tivessem especial relevância, exceptuando a Sra. M. Gostei da sua mente aberta e do modo como trata Katie. É impossível o leitor não sentir orgulho nesta Sra. e na sua maneira de ver as coisas.

Este foi um livro que adorei desde o início e que a autora conseguiu basicamente arruinar na recta final. Se é verdade que a voz da Katie e a sua percepção do mundo encanta o leitor, também é verdade que no final do livro a autora conseguiu arruinar esta voz com o desfecho demasiado rápido e desengonçado que criou para a história. O final dá a sensação que foi apressado e todo o suspense que vai sendo criado é completamente arruinado pelo final que a autora nos apresenta.

Assim sendo este é um livro que se por um lado recomendo, por outro não. Não me arrependo de o ter lido porque adorei a maior parte dele, mas sinto-me defraudada por aquele final.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Opinião - O Bobo

Ficha Técnica:
Autor: Christopher Moore
Título Original: Foll
Páginas: 350
Editor: Gailivro
ISBN: 9789895576807
Tradutor: Leonor Bizarro Marques

Sinopse:
Homem de infinita graça, Pocket foi o bobo acarinhado de Lear durante anos; desde a época em que as filhas adultas do rei - a egoísta e ardilosa Goneril, a sádica Regan, (mas sexy a ponto de despertar fantasias eróticas), e a doce e leal Cordélia - eram apenas raparigas. Naturalmente que Pocket fica do lado do seu velho e tonto amo, quando Lear - insidiosamente encorajado por Edmund, o bastardo (em todos os sentidos possíveis e imaginários) - exige que as filhas lhe jurem o seu amor e devoção perante um grupo de convidados. É óbvio que Goneril e Regan ficam radiantes por poder lamber o rabo ao pai, enquanto Cordélia acha o pedido um tanto… bom… um tanto estúpido e a sua rude honestidade acaba por lhe custar a parcela do reino, que seria sua por direito, ainda acabando por ser expulsa ao pontapé. Agora, Pocket terá de recorrer a manobras bastante sofisticadas - lançar feitiços, instigar assassínios e provocar uma ou duas guerras (a treta do costume) - para conseguir que Cordelia volte a cair nas boas graças do Pai Lear, frustrando as manobras demoníacas das perversas irmãs e salvando de repetidos espancamentos o aprendiz de bobo, Drool, seu amigo gigantesco, desmesuradamente lerdo e invariavelmente lascivo … sem se esquecer de fornicar com todas as jovens apetecíveis… que pelo caminho se disponham a tal. Pocket pode ser um Bobo… mas não é um idiota.

Opinião:
Mas porque raio é que eu tinha este livro à tanto tempo em casa por ler? Porque é que não peguei nele mais cedo para me poder deliciar?

Confesso que não conhecia a história do Rei Lear. Ao começar a ler O Bobo decidi investigar para ficar com uma ideia da história e poder fazer comparações entre a história de Moore e o original. Se bem que a base é a mesma existem algumas diferenças, principalmente no final.

Só posso dizer que adorei cada momento passado a ler este livro. Todas as personagens são fascinantes, desde o Bobo com a sua inteligência e perspicácia e vontade de recuperar a sua Cordélia, a Drool, o aprendiz bastante lerdo de Bobo que tem um fascínio bastante elevado por sexo, às irmãs Goneril e Regan que são simplesmente diabólicas, a Lear, Edmund e afins. Todas as personagens são bastante cativantes.

Contudo o que mais encanta é sem dúvida vermos como o Bobo manipula todos à sua volta. Como o autor ironiza os acontecimentos, por exemplo o facto de existir um fantasma, porque há sempre um fantasma. Acho que para perceber o humor do autor só mesmo lendo o livro. É verdade que este tipo de humor não é para toda a gente. É um humor um pouco grosseiro, nada requintado, e apesar de não ser o meu tipo de humor a verdade é que não sei porquê me lembrou um pouco a maneira de escrever de Pratchett, por deturpar aquilo que se espera de uma determinada história e dos seus personagens. Fica então a consideração que este não é um livro que toda a gente vá gostar ou conseguir apreciar. Acho que só mesmo experimentando.

De qualquer modo, gostei bastante de como os acontecimentos se desenvolveram, pela componente fantástica e apatetada que foi incorporada com as bruxas e os feitiços e o fantasma que fala sempre em verso.

Fiquei curiosa para ler mais obras deste autor, caso tenha oportunidade irei fazê-lo e espero gostar tanto como gostei deste livro.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Desafios da Joana: 2016 Mount TBR Reading Challenge

E com a chegada de um novo ano iniciam-se novos desafios. Tal como tem acontecido desde que iniciei o blog este ano vou continuar com o desafio do Mount TBR. Os livros que vou considerar elegíveis para o desafio são todos aqueles livros que tenho em formato físico e que foram adquiridos antes ou durante 2015. Como o ano passado não atingi o meu objectivo de ler pelo menos 36 livros meus, este ano vou começar com a meta de 24 livros, Mount Blanc. Caso posteriormente veja que vou ler mais, e espero sinceramente que tal aconteça, actualizo o desafio.

Conforme vou lendo vou actualizando nesta página os livros que se inserem neste desafio.

(original daqui)
  1. Christopher Moore - O Bobo
  2. Willo Davis Roberts - The Girl With The Silver Eyes
  3. Luís Sepúlveda - Patagónia Express 
  4. Guy Gavriel Kay - Os Leões de Al-Rassan
  5. Sherrilyn Kenyon - Noite Silenciosa, Dark-Hunter #15
  6. Jane Austen - Northanger Abbey  
  7. Robert Jordan - Lord of Chaos
  8. Cassandra Clare - A Cidade do Fogo Celestial, Caçadores de Sombras #6 
  9. Juliet Marillier - O Lago dos Sonhos
  10. George Orwell - A Quinta dos Animais  
  11. Isobelle Carmody - The Sending, The Obernewtyn Chronicles #6 
  12. David Anthony Durham - Ventos do Norte, Acácia #1.1
  13. David Anthony Durham - Presságios de Inverno, Acácia #1.2 
  14. Richard Morgan - Forças dos Mercado 
  15. Barbara Erskine - Time's Legacy
  16. Claudia Gray - Ampulheta,  Evernight #3
  17. Susanna Clarke - Jonathan Strange and Mr. Norrell
  18. Cassandra Clare, Sarah Rees Brennan e Maureen Johnson - As Crónicas de Bane
  19. Stephen Hunt - A Corte do Ar, Jackelian #1 
  20. J. R. R. Tolkien - A Queda de Artur
  21. Jane Austen - Sensibilidade e Bom Senso 
  22. Mark Twain - As Aventuras de Tom Sawyer 
  23. David Anthony Durham - Outras Terras, Acácia #2.1
  24. David Anthony Durham - O Povo das Crianças Divinas, Acácia #2.2
  25. L. C. Lavado - Inverno de Sombras