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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Opinião - Once Upon a Tower e With this Kiss

Ficha Técnica:
Autor: Eloisa James
Série: Fairy Tales, #5 e #5.5
Páginas: 416 e 202
Editor:Avon
ASIN: B009NFMBH8 e B00BW3AYB4

Sinopse:
Once Upon a Tower:
Once upon a time…
A duke fell in love


Gowan Stoughton of Craigievar, Duke of Kinross, values order and self-control above all else. So when he meets a lady as serene as she is beautiful, he promptly asks for her hand in marriage.

With a lady

Edie—whose passionate temperament is the opposite of serene—had such a high fever at her own debut ball that she didn’t notice anyone, not even the notoriously elusive Duke of Kinross. When her father accepts his offer… she panics.

And when their marriage night isn’t all it could be, she pretends.

In a tower

But Edie’s inability to hide her feelings makes pretending impossible, and when their marriage implodes, she retreats to a tower—locking Gowan out.

Now Gowan faces his greatest challenge. Neither commands nor reason work with his spirited young bride. How can he convince her to give him the keys to the tower…

When she already has the keys to his heart?


With This Kiss:
With This Kiss: Part One
Lady Grace Ryburn, the daughter of the Duke and Duchess of Ashbrook, has fallen wildly in love with Colin Barry, a dashing young lieutenant serving his country in the Royal Navy. When he returns home to exuberant celebrations, will he even notice the quiet wallflower he grew up with … or will he fall for Grace's sparkling, gorgeous sister?

With This Kiss: Part Two
Lady Grace Ryburn has accepted another man's proposal after the love of her life, Lieutenant Colin Barry, asked for her own sister's hand in marriage.

But when Colin returns home from the wars, injured in body and spirit, will she be able to turn her back and marry another? Or will she throw away every rule her mother taught her and try to seduce a man who has shown no interest in her kisses?

With This Kiss: Part Three
Lieutenant Colin Barry returns from the wars knowing that he has no right to steal Grace from the arms of her fiancé. Yet the same warrior's spirit that won so many battles at sea is prompting him to throw propriety to the winds, imitate his pirate father, and simply take what he most desires!

Opinião:
Em Once Upon a Tower ficamos a conhecer Edie e Gowan. Ambos com personalidades bastante fortes e ambos pessoas que sabem exactamente aquilo que querem. E ambos com um vício. Ela o de tocar música e ele o de trabalhar e ter tudo programada. Como devem calcular o vício de um deles não é propriamente muito saudável. Enquanto que Edie precisa da música para se sentir completa e a utiliza também para dar prazer aos outros, Gowan utiliza o trabalho para se manter afastado das pessoas e para pouco ter que se relacionar com elas. Claro que isto acaba por dar raia. É impossível manter um casamento sem que haja tempo para as duas pessoas estarem juntas e se conhecerem melhor enquanto casal.

Não deixa de ser engraçado o facto de que ao início o Gowan pensar que a Edie era uma rapariga calada e recatada, quando ela é tudo menos isso. A verdade é que ela tinha uma febre imensa e mal se conseguia aguentar. Gostei também bastante da madrasta de Edie e do seu pai. A relação de ambos é hilariante com tantos mal entendidos.

Em With This Kiss ficamos a conhecer a história de Grace e Colin. Estes são filhos de personagens cujas histórias foram contadas em livros anteriores. Grace é a filha perfeita, bem comportada, inteligente, uma pessoa que pensa primeiro na felicidade dos outros e só depois em si mesma. Desde pequenina que é apaixonada por Colin e que o conhece melhor que ninguém. A única pessoa que não o vê é Colin. Este ainda leva a maior parte da história a aperceber-se dos seus sentimentos. 

Existe também o facto de que as sinopses parecem indicar que é o Colin que vai seduzir a Grace, quando na realidade é mais o contrário que acontece. Pela primeira vez na vida ela decidi lutar por algo e fazer algumas loucuras, o que não haja dúvida transforma-a completamente. 

No geral ambas as histórias foram satisfatórias. Dentro do mesmo registo a que já estava habituada pela autora. Logo nesse aspecto não há nada a acrescentar. Fiquei satisfeita por ter um vislumbre do futuro de alguns personagens e da sua prole. É sempre divertido ver como é q são os filhos de personagens que por norma têm personalidades tão fortes. 

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Mini-Opinião - Seduced by a Pirate

Ficha Técnica:
Autor: Eloisa James
Série: Fairy Tales, #4.5
Páginas: 128
Editor: Avon
ASIN: B0092QKWVU

Sinopse:
In Eloisa James's companion story to The Ugly Duchess, Sir Griffin Barry, captain of the infamous pirate ship The Poppy, is back in England to claim the wife he hasn't seen since their wedding day . . . but this is one treasure that will not be so easy to capture.

Opinião:
Nesta novela ficamos a conhecer a história do Griffin. Este é primo do James, e encontram-se novamente quando o James está a ser atacado por um navio pirata que pertence, nem mais nem menos, ao Griffin. Achei extremamente engraçado o facto de que o Griffin ter tanto medo de voltar para casa por causa do que aconteceu na sua noite de núpcias e por detestar títulos e ter uma relação atribulada com o pai por causa disso. 

No final aquilo que ele esperava acabou por não ser aquilo que aconteceu. Às vezes fugimos a vida inteira de determinados cenários que imaginamos e depois quando as coisas acontecem tudo aquilo que temíamos não passa de falta de crença em nós mesmos. Basicamente foi isso que aconteceu nesta novela. Gostei bastante da atitude dominadora do Griffin e ainda mais da maneira como a Phoebe se tentar comportar ao pé dele. Tenta sendo a palavra chave, porque por mais que ela tente ser civilizada a verdade é que está sempre a fazer-lhe frente e a dizer que não.

Uma vez mais não gostei de toda a situação de a parte masculina ter ido para a cama com outras mulheres e isso ter sido ultrapassado rapidamente com explicações no mínimo desenxabidas. Em contra partida adorei o mal entendido com o Flying Poppy e as crianças. Sem dúvida que as crianças foram algo de admirável, principalmente o rapazinho mais velho. Foi interessante ver como o Griffin se comportava com elas, sendo filhas apenas da Phoebe. Apesar de tudo este não quis abrir mão delas e a sua única intenção era protegê-las o que sem dúvida é louvável.

Acredito que a história teria beneficiado se fosse ligeiramente maior, mas não se pode pedir tudo. Acho que serviu o seu propósito e espero sinceramente que o próximo livro não tenha os mesmo pontos negativos que encontrei no anterior e nesta novela.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Opinião - The Ugly Dutchess

Ficha Técnica:
Autor: Eloisa James
Série: Fairy Tales, #4
Páginas: 384
Editor: Avon
ASIN: B007HB8GT2

Sinopse:
New York Times bestselling author Eloisa James gives the classic Hans Christian Andersen story of “The Ugly Duckling” a wonderful, witty, and delightfully passionate twist. The Ugly Duchess is another fairytale inspired romance from the unparalleled storyteller whose writing, author Teresa Medieros raves, “is truly scrumptious.” A sexy and fun historical romance, James’s winning tale of a glorious reawakening does not feature ducks and swans—rather it’s a charming story of a young woman unaware of her own beauty, suddenly duty-bound to wed the dashing gentleman who has always been her platonic best friend…until now.

Opinião:
Quem já conhece a autora sabe perfeitamente aquilo para que vai. Um romance histórico fofinho. Contudo este foi talvez um dos livros que menos gostei da autora.

O livro divida-se praticamente em duas partes, a primeira onde ficamos a conhecer os protagonistas e estes se casam e que acaba em desgraça, pois a protagonista descobre que o casamento que acabou de realizar não passa de uma farsa. Ainda poderia ter existido alguma volta a dar, mas a sua falta de confiança por ser chamada de patinho feio devido à sua fisionomia leva a que acredite em tudo aquilo que lhe é dito. Assim sendo acaba por existir um afastamento de 7 anos entre ela e o seu parceiro.

A segunda parte do livro pega pouco tempo antes de se finalizar este período de sete anos, onde descobrimos o que aconteceu  durante este tempo a cada um deles, Theo tornou-se uma mulher independente e dona de negócios estáveis, além de se ter tornado uma pessoa completamente fechada para os prazeres da vida e com uma pequena obsessão por organização. Já James tornou-se um pirata, ou privateer, como lhe chamam, além de se ter tornado num homem mais confiante e que sabe aquilo que quer.

Assim sendo estão lançados os dados para mais um romance onde a heróina se faz de difícil, e o herói vai fazer de tudo para derrubar as barreiras que se entre põem entre si e a sua amada. Foi interessante ver como a Theo cresceu ao longo do tempo e aprendeu a aceitar-se a si própria, apesar de algumas vezes ainda se sentir magoada com aquilo que dizem acerca dela. Contudo acabou por encontrar bons amigos que realmente a apoiam e que a ajudaram ao longo de todo o tempo que passou sozinha. Não existe nenhum drama mais para o final do livro, algo que os possa separar porque isso já aconteceu de início, o que torna o livro ligeiramente diferente do normal.

Contudo houve coisas de que não gostei. Nomeadamente não gostei que fosse tão fácil para a Theo voltar a entregar-se ao James depois de saber que ele esteve com outras mulheres após a separação. Para todos os efeitos eles eram casados, e acho que a Theo deveria ter mostrado mais o quanto isso a magoou. Sei que não é nada que não acontecesse na altura em que a história se passa e que era uma coisa aceite pelas mulheres e pela sociedade, contudo não estou habituada a que seja dada tão pouca importância a esta situação e isso fez-me distanciar dos personagens. Outro ponto negativo é a maneira como a Theo dá tanta importância ao comportamento adequado, e como dá tanta importância aos criados e às coisas mais materiais. Apesar de ter muito boa cabeça para gerir uma casa parece não conseguir fazer nada sem que tenha uma série de criados ao seu dispor. Sei que nesta época isso era habitual, mas gosto de protagonistas mais desenrascadas e capazes e esta necessidade da Theo irritou-me solenemente ao longo de todo o livro.

Foi um livro agradável para passar o tempo. Esperava um pouco mais, mas não quer dizer que não tenha servido para me entreter. Assim posto espero ler com brevidade a novela que contempla o primo de James e que fala um pouco da sua história.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Opinião - Duas Irmãs, Um Duque

Ficha Técnica:
Autor: Eloisa James
Título Original: The Duke Is Mine
Páginas: 368
Editor: Quinta Essência
ISBN: 9789897261404
Tradutor: Carmo Vasconcelos Romão

Sinopse:
Ele procura a noiva perfeita…

Ele é um duque em busca da noiva perfeita.
Ela é uma senhora… mas está longe de ser perfeita.
Tarquin, o poderoso duque de Sconce, sabe perfeitamente que a decorosa e elegantemente esguia Georgiana Lytton dará uma duquesa adequada. Então, porque não consegue parar de pensar na sua irmã gémea, a curvilínea, obstinada e nada convencional Olivia? Não só Olivia está prometida em casamento a outro homem, como o flirt impróprio, embora inebriante, entre ambos torna a inadequação dela ainda mais clara.
Decidido a encontrar a noiva perfeita, ele afasta metodicamente Olivia dos seus pensamentos, permitindo que a lógica e o dever triunfem sobre a paixão... Até que, na sua hora mais sombria, Quin começa a questionar-se se a perfeição tem alguma coisa a ver com amor.
Para ganhar a mão de Olivia ele teria de desistir de todas as suas crenças e entregar o coração, corpo e alma... A menos que já seja demasiado tarde.

A curvilínea e ousada Olivia e a esguia e discreta Georgiana são gémeas, criadas pelos pais para serem noivas de duques. Tudo parece assegurado até que o futuro marido de Olivia, o tolo Rupert Blakemore, marquês de Montsurrey, faz dezoito anos e declara que «não irá casar até ter alcançado glória militar». Enquanto ele parte para a guerra contra Napoleão, Olivia vai com Georgiana conhecer Tarquin Brook-Chatfield, o viúvo duque de Sconce e possível pretendente de Georgiana. Mas Tarquin encanta-se imediatamente com Olivia, que tem de decidir se irá ou não arriscar desiludir Georgiana e Rupert retribuindo o afeto de Quin. Uma versão inteligente do clássico A Princesa e a Ervilha.

Opinião:
Eu vou deixar de ler sinopses. É que ultimamente parece que todas andam para me induzir em erro. Mas se não leio as sinopses como é que sei do que trata o livro? Enfim... 

Olivia, apesar de fazer parte da classe média, foi educada para ser uma duquesa perfeita. Afinal de contas desde que nasceu que está noiva de um duque. Mas não foi a única, também a sua irmã, Georgiana, foi educada do mesmo modo, caso algo pudesse acontecer a Olivia. Estas duas irmãs gémeas são completamente diferentes, tanto a nível psicológico como físico. Enquanto que Olivia é rechonchuda, gosta imenso de tropelias e diz o que quer e bem lhe apetece, Georgiana é magra, bem comportada e bastante intelectual. Quanto a Quin é alguém muito dado à lógica e com um passado algo trágico que o lançou ainda para mais longe do mundo dos sentimentos.

No geral gostei da ideia da história e dos personagens, mas creio já ter lido melhores livros desta autora. Houve algumas situações que contribuiram para que não tenha sido capaz de apreciar tão bem o livro. Como por exemplo o facto de não ter sentido uma verdadeira conexão entre o Quin e a Olivia. Achei tudo muito físico. Não senti que tenha havido qualquer tipo de momento partilhado que levasse a que realmente se amassem e entendessem. Em contrapartida gostei imenso da relação entre a Olivia e o Rupert. Nota-se que apesar de tudo o que diz e faz Olivia se preocupa genoinamente com Rupert e que tem uma relação algo estranha mas sólida com ele.

Relativamente ao ambiente da história, gostei que se passasse durante a guerra e gostei de ver algumas características da mesma. Se bem que tenha sido tudo muito superficial. Mais uma vez uma autora decidiu usar a guerra como uma saída fácil para que a personagem principal vi-se todos os seus problemas resolvidos e pudesse ficar com o seu amor. Será que nunca são capazes de dificultar verdadeiramente as coisas, de fazer o personagem principal sofrer com real indecisão? De salientar que gostei da analogia que a autora fez com o conto da princesa e da ervilha. Gostei de como a autora introduzio a parte da ervilha na sua história.

Sendo este um daqueles livros chamados romances de cordel não há muito que se possa dizer. É um livro bastante neutro, não tem personagens ou acontecimentos memoráveis, no entanto não deixa de entreter o leitor.

(Livro lido em parceria com o Segredo dos Livros)