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sábado, 24 de março de 2018

Opinião - Blood Fury

Ficha Técnica:
Autor: J. R. Ward
Série: Black Dagger Legacy, #3
Páginas: 432
Editor: Piatkus
ASIN: B073TY3MTX

Sinopse:
A vampire aristocrat, Peyton is well aware of his duty to his bloodline: mate with an appropriate female of his class and carry on his family's traditions. And he thought he'd found his perfect match - until she fell in love with someone else. Yet when his split-second decision in a battle with the enemy endangers the life of another trainee, Peyton has to face the idea that his future, and his heart, actually lie with another.

Novo, as a female in the Black Dagger Brotherhood's training program, feels like she has to prove herself to everybody - and she has no interest in being distracted by falling in love. But when Peyton proves to be so much more than a rich playboy, she is forced to confront the tragedy that has broken her soul and closed her off from love.

As the two grapple with Novo's past and Peyton's present, another couple must contend with an erotic connection that is unparalleled - and potentially scandalous. Saxton, who has had his heart broken, discovers in himself a deep-seated attraction to Ruhn, a new member of the household. But will the other male explore the connection? Or will he close his mind and his heart to what could be true love . . . and cost Saxton everything?

Opinião:
Duas histórias de amor bem fofinhas com muita acção à mistura. Na minha opinião esta série é fascinante porque permite à autora apresentar-nos novos personagens ao mesmo tempo que dá espaço para que a autora conte a história de personagens que já conhecemos, mas que são secundárias, ou que aborde pequenos problemas que possam estar a existir entre os casais da Irmandade.

Neste caso temos a história de Novo e Peyton, bem como a de Saxton e Ruhn. E posso dizer que me sentia excitada por finalmente ter acesso a ambas as histórias. Por um lado já tinha dado para perceber que Saxton se tinha sentido atraído por Ruhn e tinha bastante curiosidade para saber como é que isso se iria desenvolver visto Saxton ter o coração partido e estar mais a funcionar do que propriamente a viver. Quanto a Novo e Peyton, já sabíamos que a Novo se sentia atraída pelo Peyton (muito a contragosto), mas era difícil perceber como é que o Peyton finalmente iria abrir os olhos.

Posso dizer desde já que não existe grande desenvolvimento acerca da luta entre a Lessening Society e a Irmandade, mas tenho esperança que as coisas mudem nos próximos livros, porque por mais que eu goste muito de acompanhar os personagens nas suas lutas interiores e de auto-descoberta, a verdade é que também quero ver um final para esta guerra que supostamente em determinada altura causou tanto sofrimento.

Quanto à história do Saxton e do Ruhn, gostei bastante como a relação de ambos se desenvolveu. O Ruhn ao início não percebia muito bem o que estava a acontecer, mas quando passou a perceber começou a agir de uma maneira muito mais determinada e seguro de si próprio. Ao início ele tinha bastante receio do que pensavam dele e de como haveria de se comportar, mas aos poucos conseguiu encontrar o seu lugar e descobrir quem realmente é. O seu passado não foi nada fácil e por isso é interessante ver como mesmo assim ele consegue dar tanto valor às pequenas coisas, aos pequenos prazeres que a vida dá. Que na realidade ainda há tanto por descobrir. O Saxton já era um personagem que conhecíamos e do qual tínhamos uma ideia da sua personalidade. Gostei de o ver a ultrapassar um coração partido e de ter tudo a oportunidade de o ver um pouco mais wild!

Quanto ao outro casal, a Novo é também uma pessoa que passou por muito na vida. E quando ficamos a saber o porquê de ela ser como é dói, e dói mais do que aquilo que se possa pensar. E daí que seja fácil de perceber o porquê de ela no final duvidar do Peyton. Ambos têm passados, se por um lado a Novo tem dificuldade em acreditar em alguém no geral, ainda mais difícil será fazê-lo com Peyton, tendo em conta o tipo de vida que ele tinha. Para não variar teve que haver um momento de vida ou morte para que o Peyton percebesse os seus sentimentos, e mais tarde teve que confrontar o seu vício de desistir quando as coisas se tornavam difíceis de modo a conseguir recuperar aquilo que lhe pertencia.

Com isto quero dizer que o essencial neste livro é a viagem que os personagens fazem de modo a crescerem e tornarem-se em vampiros melhores, principalmente no caso da Novo e do Peyton. Houve o aparecimento de uma personagem feminina que me deixou bastante curiosa e pergunto-me se voltará a aparecer e o que poderá daí advir. Neste momento existem alguns pontos a ser explicados tanto numa série como na outra e se a coisa se prolongar o mais provável é acabar por me esquecer que eles existem, o que não seria nada benéfico. Vamos ver o que aí vem visto que o próximo livro da série principal está para sair daqui a uns meses.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Opinião - Possessão e Immortal

Ficha Técnica:
Autor: J. R. Ward
Título Original: Possession
Série: Fallen Angels, #5 e #6
Páginas: 524 e 388
Editor: Quinta Essência e Piatkus Books
ISBN: 9789897261503 e 9780349405261
Tradutor: ?

Sinopse:
Possessão:
Redenção não é uma palavra que Jim Heron conheça muito bem. A sua especialidade é a vingança e, para ele, o pecado é relativo. Mas tudo muda quando se torna um anjo caído e é incumbido da tarefa de salvar sete pessoas dos sete pecados mortais... e o fracasso não é permitido.
Quando Cait Douglass decide recuperar do seu desgosto de amor, despojar-se das suas inibições e começar realmente a viver, não está preparada para os dois homens sensuais que se atravessam no seu caminho. Dividida entre eles, não sabe qual escolher - ou que tipo de consequências terríveis podem surgir.
Jim Heron, anjo caído e salvador relutante, está na guerra mas coloca tudo em risco quando tenta fazer um acordo com o diabo - literalmente. Quando mais uma alma é involuntariamente apanhada na batalha entre ele e o demónio Devina, a sua fixação numa inocente presa no inferno ameaça desviá-lo do seu dever sagrado...
Pode o bem ainda prevalecer se o amor verdadeiro enfraquece um salvador? E será que o futuro de uma mulher é a chave, ou a maldição, para toda a humanidade? Só o tempo, e os corações, dirão.


Immortal:
The Creator invented the game. The stakes were nothing less than the immortal fate of mankind. Yet when fallen angel Jim Heron was challenged to play, he had no idea the voracious demon Devina would be so formidable an adversary-or that the carnal depths to which he was willing to go could prove so fatal.

Devina's more than ready to claim victory in this war and has her next scheme already underway: Sissy, a defenseless woman under the influence and an unwitting player in the fight for Heron's heart.

At the defining crossroads between salvation and damnation, Heron is ready to do anything it takes to succeed-a suicide mission that will take him into Heaven and Hell, and into the darkest and most sensual shadows that lie in wait at the end of the world . . .

Opinião:
E com estes dois livros termino finalmente esta série. Andei a ver o que tinha achado dos livros anteriores e posso dizer que a minha opinião não difere muito daquilo que já disse. Essencialmente ficamos a conhecer as três últimas almas a ser jogadas. E devido ao Jim decidir trocar uma bandeira pela liberdade de Sissy as coisas tornam-se um bocado tremidas. O que leva a consequências que acho que ninguém estava bem à espera.

Não achei os protagonistas nada de especial, não achei que havia uma ligação entre eles.Não me importo quando a relação começa por ser sexual e depois evolui. Mas gosto que essa evolução tenha conteúdo, que seja notória, que haja partilha de momentos. Aqui não senti isso e portanto não me preocupava propriamente o que pudesse acontecer aos personagens.

Quanto ao último livro, enfim. Acho que era um bocado óbvio. Pelo menos eu acho que a autora o fez um bocado óbvio com todas as alusões a algo que só a Sissy consegue ver. Não podia estar ser mais esfregado nos olhos do leitor e contudo ninguém na história se apercebeu disso, o que para mim se tornou bastante frustrante e estúpido. Para além de não falar como as almas foram salvas. Não houve uma decisão consciente em que se pesava os prós e os contras. Simplesmente estalou-se os dedos e pronto, questão resolvida. Nhe, comigo não pegou.

A única coisa que ainda foi salvando os livros foi a Devina, com as suas psicoses e a ideia ridícula que o Jim realmente gosta dela. E a minha suspeita de que dois personagens completamente inconspícuos eram na realidade representações de Deus. E claro, o facto de aparecerem dois personagens da outra série da autora e de ser mencionada uma outra. Vamos ver o que sai daqui.

No geral achei que a série foi fraquinha, e por isso o final foi-lhe adequado porque também ele foi fraquinho. O que é uma pena, visto que adoro a outra série dela. Simplesmente esperava mais.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Opinião - The Chosen

Ficha Técnica:
Autor: J. R. Ward
Série: Black Dagger Brotherhood, #15
Páginas: 432
Editor: Ballantine Books
ASIN: B01IZTCC2G

Sinopse:
Xcor, leader of the Band of Bastards, convicted of treason against the Blind King, is facing a brutal interrogation and torturous death at the hands of the Black Dagger Brotherhood. Yet after a life marked by cruelty and evil deeds, he accepts his soldier’s fate, his sole regret the loss of a sacred female who was never his: the Chosen Layla.

Layla alone knows the truth that will save Xcor’s life. But revealing his sacrifice and his hidden heritage will expose them both and destroy everything Layla holds dear—even her role of mother to her precious young. Torn between love and loyalty, she must summon the courage to stand up against the only family she has for the only man she will ever love. Yet even if Xcor is somehow granted a reprieve, he and Layla would have to confront a graver challenge: bridging the chasm that divides their worlds without paving the way for a future of even greater war, desolation, and death.

As a dangerous old enemy returns to Caldwell, and the identity of a new deity is revealed, nothing is certain or safe in the world of the Black Dagger Brotherhood, not even true love . . . or destinies that have long seemed set in stone.

Opinião:
Já há algum tempo que os leitores desta série andavam a implorar para que fosse contada a história do Xcor e da Layla. Esta é uma relação complicada porque um dos personagens pretende destruir Wrath e o outro jurou-lhe lealdade. Nos livros anteriores já tinhamos começado a perceber uma mudança em Xcor e na sua atitude, mas é neste livro que essa transformação se conclui. A sua história de vida não é propriamente descomplicada, e um vampiro que poderia ter sido bastante decente acabou por se tornar alguém sem escrúpulos. Gostei de ver o Xcor a voltar a ser o tipo de pessoa que era enquanto criança. Ao mesmo tempo foi gratificante ver a Layla a encontrar o seu caminho e a sua força. Ela sempre se foi alguém que se sentia perdida e dividida e finalmente aprende a lutar por aquilo em que acredita e a encontrar o seu lugar neste mundo.

Como li algures, este livro não serve para que Layla e Xcor trabalhem a sua relação e cheguem a um equilíbrio. Serviu sim para que a irmandade se adaptasse a uma nova realidade e ficasse a perceber que tipo de pessoa é realmente o líder do bando de bastardos. Claro que as coisas não foram fáceis para os nossos personagens. O Qhuinn mostrou-se bastante intransigente durante a maior parte do livro, e também bastante descontrolado com toda a situação. No fim as coisas acabaram por correr pelo melhor pois este ficou a perceber o que é realmente importante e o que significa ser família.

Tirando a linha principal da história, houve revelações bastante interessantes. Finalmente foi revelado quem o sucessor da Virgem Escrivã e pensando bem não foi algo tão inesperado como pode parecer. Os sinais estavam todos lá. Houve também alguns desenvolvimentos quanto a outros personagens, como por exemplo relativamente a ____. Estou curiosa para saber quando é que vai ser explicado o que aconteceu, apesar de ser óbvio o que aconteceu. Ao mesmo tempo tenho curiosidade em saber o preço que houve a pagar. O outro personagem que também teve algum destaque foi o V. Li algures que as coisas vão ficar ainda piores antes de melhorarem e tenho receio do que isso possa significar para ele e para a sua parceira. O facto de o Vishous estar constantemente a suprimir os seus sentimentos não augura nada de bom e de certo modo tenho algum receio de até onde a autora o vai levar antes que quebre.

Entretanto foi introduzido um novo poder maléfico que desperta através do Throe e não faço a mínima ideia do que é ou do que possa significar.

O próximo livro é da Sola e do Assail, não é propriamente um casal que me entusiasme, mas tenho esperança que a autora consiga mudar os meus sentimentos.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Opinião - Blood Vow

Ficha Técnica:
Autor: J. R. Ward
Série: Black Dagger Legacy, #2
Páginas: 432
Editor: Ballantine Books
ASIN: B01CWZGA4U

Sinopse:
#1 New York Times bestselling author J. R. Ward returns as her thrilling, original spin-off series set in the world of the Black Dagger Brotherhood continues! When a brooding vampire warrior-in-training teams up with a quick-witted aristocrat to solve a deadly mystery, the only thing more dangerous than their mission is their undeniable attraction.

Trainees at the Black Dagger Brotherhood’s training center continue to prepare for the war against the Lessening Society, but fighting is the last thing on Axe’s mind. Still plagued with the guilt of his father’s death, the brooding loner finds himself battling an unlikely attraction to Peyton’s enticing, aristocratic cousin, Elise. Elise feels it, too – especially when the two are thrown together in unusual circumstances, and she must decide whether she can trust Axe as she uncovers the mystery surrounding her sister’s death.

Meanwhile, Mary and Rhage are fostering Bitty, a young pretrans orphan, and hope to adopt her… until the appearance of a young male claiming to be Bitty’s blooded uncle threatens to tear the new family apart.

Opinião:
Neste livro continuamos a seguir a história dos novos recrutas. Ao mesmo tempo continuamos a seguir o que se passa com os guerreiros da Irmandade da Adaga Negra. Neste caso ficamos a conhecer um pouco mais da história de Axe, um dos recrutas com um passado algo obscuro, e a história de Rhage, Mary e Bitty que se iniciou no livro anterior, The Beast.

Quanto à história de Axe esta não é fácil. O facto de o seu pai ter um passado trágico no que toca ao amor influência sobremaneira a maneira como Axe lida com as relações pessoais. Ao mesmo tempo Axe tem um ponto em comum com Craeg, que é o facto de os seus pais terem morrido devido ao egoísmo da glymera. Tudo isto leva a que o seu ódio por estes seja grande e seja difícil para ele aceitar que nem todos são iguais. A conexão imediata que surge entre ele e Elise, não me fez confusão. Em qualquer outro livro poderia não me ter caído bem, mas a verdade é que esta atracção imediata, a necessidade de gritar "minha" com um único olhar, faz parte do que significa ser vampiro. Há algo dentro deles que reconhece de imediato a sua cara metade.

Quanto às personalidades de ambos os personagens, gostei tanto de Axe como de Elise. De Axe já tínhamos visto um pouco e sabíamos que ele estava longe de ser perfeito. Alguém bastante amargurado que usa o sexo como escapatória não é propriamente novidade, mas Axe acaba por ir mudando aos poucos. Aceitando as suas falhas de carácter e aprendendo a lidar com os seus erros e a aceitá-los. Tornando-se numa pessoa melhor. Já Elise é bastante parecida com Paradise. Não quer ser apenas uma fêmea para procriação que fica em casa à espera que o seu destino seja decidido por outrem. A forma que Elise arranjou para se tornar uma pessoa mais independente foi ir tirar o seu curso de psicologia de modo a que no futuro possa ajudar a sua raça a ultrapassar todo o mal que lhes foi feito e tudo aquilo que perderam por causa da guerra com os lessers. Apesar de Elise já ter começado a tomar as rédeas da sua vida há muito a que ainda não se atreve, e acaba por ser a sua relação com Axe que a leva a passar a linha da qual não há volta a dar.

Quanto a Mary, Rhage e Bitty, o famoso tio finalmente aparece. E parece que o mundo vai desabar tanto para Rhage como para Mary. Ambos passam pelo inferno emocionalmente enquanto é feito uma averiguação ao tio e quando Bitty começa a passar tempo com ele. Por fim as coisas acabam por se resolver da melhor maneira. Mas foi uma jornada penosa tanto para Rhage como para Mary, jornada essa que no final acabou por os tornar ainda mais unidos enquanto família.

Não posso deixar de falar de algumas surpresas. Nomeadamente o facto de que se descobre de quem Novo gosta, de que Peyton acaba por reconhecer que tem uma atitude preconceituosa para com as fêmeas e acaba por ter uma mudança de atitude que até para ele é inesperada. O próprio tio de Bitty mostrou ser uma pessoa extraordinária. Alguém bastante calmo, mas seguro de si. Alguém que realmente só quer o bem para a sua família, e que através das suas atitudes acabou por se tornar o próprio parte de uma família bem maior do que alguma vez poderia esperar. Além de que ficamos a descobrir quem é que eventualmente vai ser o par amoroso do Saxton! Yeaaaah! Fiquei tão contente porque ambos são pessoas maravilhosas! E Lassiter, que dizer de Lassiter? Não há dúvida de que aquele anjo é algo de extraordinário. Sempre pronto a ajudar os outros e a fazer figura de parco de modo a aliviar os momentos mais difíceis. É fácil ver que apesar de tudo aquilo que diz é alguém que realmente se preocupa com toda a gente naquela mansão e que fará qualquer coisa para os ajudar a ser felizes.

Estou algo curiosa para o próximo livro da saga original visto ser com o Xcor e a Layla. Espero que finalmente tenham a sua paz e que possa tudo correr pelo melhor. O Xcor definitivamente merece, e a Layla também. Visto que merece encontrar o amor que todos os outros encontraram. Depois daquilo porque passou merece o mundo. E estou também bastante curiosa para saber quem será o próximo recruta a ter a sua história contada. Será o Peyton? A Novo ou o Boone? É esperar para ver.

domingo, 9 de outubro de 2016

Opinião - The Beast

Ficha Técnica:
Autor: J. R. Ward
Série: Black Dagger Brotherhood, #14
Páginas: 521
Editor: NAL
ASIN: B0125VU8YY

Sinopse:
Nothing is as it used to be for the Black Dagger Brotherhood. After avoiding war with the Shadows, alliances have shifted and lines have been drawn. The slayers of the Lessening Society are stronger than ever, preying on human weakness to acquire more money, more weapons, more power. But as the Brotherhood readies for an all-out attack on them, one of their own fights a battle within himself…

For Rhage, the Brother with the biggest appetites, but also the biggest heart, life was supposed to be perfect—or at the very least, perfectly enjoyable. Mary, his beloved shellan, is by his side and his King and his brothers are thriving. But Rhage can’t understand—or control—the panic and insecurity that plague him…

And that terrifies him—as well as distances him from his mate. After suffering mortal injury in battle, Rhage must reassess his priorities—and the answer, when it comes to him, rocks his world...and Mary’s. But Mary is on a journey of her own, one that will either bring them closer together or cause a split that neither will recover from...

Opinião:
Feelings feelings feelings, so many feelings! Quem segue fielmente a autora já reparou que dos três últimos livros que saíram desta série, pelo menos dois deles revisitam personagens já anteriormente apresentados. Gosto disso, gosto mesmo muito disso. E gosto disso simplesmente pelo facto de que ao pegar novamente nestes personagens a autora nos mostra que as coisas não são perfeitas. Que por muito que amemos uma pessoa há sempre conflitos e problemas por resolver. Há sempre situações que nos quebram e que a felicidade não é absoluta. Tudo isso torna os personagens muito mais "humanos".

Uma vez mais gostei bastante da história dos personagens. Tanto a Mary como o Rhage estão numa fase complicada, não entre eles, mas a nível pessoal. O Rhage tem ataques de pânico e não sabe bem porquê, enquanto a Mary se apega de mais a uma rapariga que vive  em  Safe Place. Tudo isto faz com que exista algum afastamento entre os personagens, mas em momento algum a autora me fez sentir que não houvesse amor entre eles. Ao mesmo tempo foi interessante ver como a Mary lida com os problemas, o facto de ser uma espécie de terapeuta/psicóloga, faz com que seja sempre sincera com o Rhage e que aborde os problemas de forma frontal sem ser insensível. O mesmo acontece com o Rhage que quando finalmente se sente preparado acaba por contar o que se passa e ambos resolvem o problema em conjunto.

Continuamos a ter vários POV. Basicamente temos POV da Layla, um ou outro do Xcor, do Assail e de uma nova personagem que é a Jo. Existe também um ou outro POV do ponto de vista do V e da Jane. Quanto aos POV da Layla só posso dizer que ela me irritou solenemente. É frustrante ver como supostamente se preocupa com o Xcor e saber o quanto ele mudou e não ser capaz de o defender nem de assumir os seus supostos erros porque tem receio que a Irmandade se vire contra ela ou que lhe faça algo. É ridículo.  Não sei como é que a autora vai colocar os personagens a reagir, mas a verdade é que daquilo que já os conheço será óbvio ver que por muito que as coisas sejam complicadas ao início acho-os sensatos o suficiente para chegarem a um compromisso. Cada vez que lia os capítulos da Layla só conseguia pensar: cobarde. Espero que isso mude brevemente, nomeadamente no próximo livro. Se não acho que tenho uma coisinha má.

Quanto aos POV do V, estes servem essencialmente para mostrar o que acontece com a Virgem Escrivã, e o que acontece fica pouco aquém de surpreendente. Não estava nada à espera. Ao mesmo tempo o V questiona-se algumas vezes sobre a sua relação com a Jane, não acho que seja uma situação que mereça um livro inteiro novamente sobre eles, mas gostava de ver um pouco mais sobre a sua relação. O Assail muda completamente a sua cantiga e passa a ajudar a Irmandade. Foi interessante ver como ele tenta usar o seu poder e maus hábitos para fazer o bem e como isso o faz sentir que se está a redimir. Ao mesmo tempo gostei bastante de ver a sua atitude quando descobre um determinado macho num determinado estado. Não estava nada à espera de o ver ter uma relação tão forte e quero ver a relação dos dois a desenvolver-se. Ao mesmo tempo espero sinceramente ver o Assail limpo da droga e de como isso o vai afectar, espero positivamente.

Quanto à Jo, é uma nova personagem feminina, humana e relacionada com dois dos protagonistas presentes nos livros anteriores. Quando soube fiquei extremamente curiosa e com vontade de saber mais. Até porque algumas opiniões que li chamaram-me a atenção para uma passagem do livro na qual eventualmente não teria reparado e que ainda traz panos para mangas. Para finalizar falta-me falar na Bitty. É um doce de miúda. Apesar de ao início se mostrar fria e distante a verdade é que o faz para se proteger. Ao mesmo tempo é extremamente inteligente, perspicaz e directa nas suas abordagens. Sem ter medo de interpelar seja quem for deixa toda a gente rendida pela sua honestidade e maturidade.

Não me querendo alongar muito mais que a opinião já vai longa, não posso deixar de referir os pontos que menos me agradaram no livro. Um deles foi o facto de acontecer algo inexplicável, nomeadamente o Dragão salvar a vida do Rhage, e ninguém colocar hipóteses para o como isso ser possível! Foi do género: Yaaah, muito fixe! Passa para outra. What the Hell? Estava à espera de mais questões e teorias e morreu tudo um bocado. Também não fiquei muito convencida com o motivo dado para os ataques de pânico do Rhage. Não achei que se adequasse aos acontecimentos que despoletam os ataques. Estava à espera de outra coisa mais "justificável". Mais coisinhas, achei que determinados personagens têm ficado muito esquecidos. Nomeadamente o Phury e a Cormia, o Rhev e a Ehlen, e o iAm e o Trez. Por favor, eles entraram no último livro. Foi dado a entender que com o apoio dos Sombras as coisas iam mudar para melhor, que era uma aliança importante! E depois aparecem uma vez muito brevemente. Tsk tsk, muito triste.

Esqueci-me de dizer que aquando do nascimento dos filhos da Layla temos direito a ficar a conhecer um pouco mais das tradições desta raça, o que adorei! Ao mesmo tempo não posso deixar de falar do Lassiter. Aquele anjo maluco é o melhor. Tem aquele ar badass e está sempre a dar cabo do juízo a toda a gente, mas a realidade é que gosta de toda a gente profundamente e se preocupa com todos eles, e quando é realmente necessário ele sabe sempre o que dizer.

Agora é esperar pelo próximo livro para ver como as coisas correm para a Layla e o Xcor.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Opinião - Êxtase

Ficha Técnica:
Autor: J. R. Ward
Título Original: Rapture
Série: Fallen Angels, #4
Páginas: 468
Editor: Quinta Essência
ISBN: 9789897260773
Tradutor: Filipa Aguiar

Sinopse:
Mels Carmichael, jornalista do Caldwell Courier Journal, apanha o maior choque da sua vida quando um homem se atravessa à frente do seu carro junto ao cemitério local. Depois do acidente, a amnésia dele é o tipo de mistério que ela gosta de solucionar, mas em breve descobre que o passado é demasiado misterioso... e que está a apaixonar-se pelo estranho. Enquanto as sombras oscilam entre a realidade e o outro mundo, e a memória do seu amante começa a voltar, os dois aprendem que nada está realmente morto e enterrado. Em especial quando se está preso numa guerra entre anjos e demónios. Com a alma em jogo, e o coração de Mels em risco, o que irá ser preciso para salvar ambos?

Opinião:
Já li o livro anterior à pelo menos um ano, o que significa que algumas coisa já se encontravam meio apagadas da minha memória. Com a ajuda da autora lá fui conseguindo lembrar-me onde é que o Matthias entrava e qual o seu papel. Houve algumas referências que me escaparam, mas não é nada a que já não esteja habituada.

Uma vez mais Jim Heron tem que tentar influenciar uma alma a fazer a escolha correta. E desta vez a questão pode ser ligeiramente mais complicada visto que essa alma já teve uma oportunidade e deu cabo dela. O que é que a impede de voltar a cair nos mesmos erros? Afinal de contas dificilmente uma pessoa consegue mudar de completamente maquiavélica para boa só porque sim.

O casal da narrativa é então Mels e Matthias. Ela é uma jornalista e ele é um assassino sem escrúpulos que perdeu a memória quando regressou à terra. Tanto ela como ele passam por períodos de descoberta em que ficam a perceber-se melhor a si mesmos. Através da sua relação com Matthias, Mels acaba por perceber que a morte do pai ainda a afecta e que de certa forma a fez pôr a sua vida em standby. Já Matthias acaba por se aperceber que uma pessoa tem sempre a capacidade para fazer o que está certo, independentemente daquilo que fomos ou daquilo que os nosso instintos nos dizem. A decisão de que caminho tomar é sempre nossa, e podemos optar por fazer aquilo que é certo ou aquilo que é fácil.

Foi fácil gostar de Mels, ela é uma rapariga cheia de genica, que sabe tomar conta de si própria e que não deixa que lhe passem a perna. Ao mesmo tempo é extremamente inteligente e quando agarra não larga mais o osso. Matthias foi um personagem um pouco mais dúbio, não me lembro muito dele do livro anterior em que apareceu, e a verdade é que as coisas que são reveladas neste livro não me fizeram propriamente sentir repugnada com as suas acções. Acho que aqui me ficou a faltar a sensação de que ele lutou pela sua redenção.

Claro que as coisas para o Jim e o Aidan não estão nada fáceis. A morte do Eddie ainda os afecta bastante e é difícil viver sem a voz da razão. Contudo ambos estão a aprender a lidar com a sua ausência. Principalmente Aidan começa a mostrar qual a sua verdadeira fibra, e gostei de ver que ele é capaz de fazer sacrifícios e pensar racionalmente. Só espero que aquilo que ele fez não tenho implicações permanentes. Já o Jim está cada vez mais num buraco sem fundo. A sua obsessão com a Sissy é bastante irritante e a maneira como ele deixa que a Devina o afecte está a passar de moda. Ao mesmo tempo é notório que cada vez menos a Devina tem papel de má. A sensação com que fico é que o vilão aqui é a própria alma a ser salva e a obsessão do Jim. A Devina está ali apenas como uma desculpa para os empurrões nas devidas direcções. Além de que é sempre interessante ver as sessões de terapia que a Devina tem. Apesar de toda a sua maldade ela tem também problemas, problemas esses que acredito serem desmoralizantes, principalmente para um demónio...

Tirando o facto de existirem vários momentos em que achei que a autora se andava a arrastar, este até foi um livro que me agradou. Faltam apenas dois para acabar a série e saber que lado vai ganhar.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Opinião - Blood Kiss

Ficha Técnica:
Autor: J. R. Ward
Páginas: 424
Editor: Signet
ASIN: B00UG8RBGC

Sinopse:
Paradise, blooded daughter of the king’s First Advisor, is ready to break free from the restrictive life of an aristocratic female. Her strategy? Join the Black Dagger Brotherhood’s training center program and learn to fight for herself, think for herself...be herself. It’s a good plan, until everything goes wrong. The schooling is unfathomably difficult, the other recruits feel more like enemies than allies, and it’s very clear that the Brother in charge, Butch O’Neal, a.k.a. the Dhestroyer, is having serious problems in his own life.

And that’s before she falls in love with a fellow classmate. Craeg, a common civilian, is nothing her father would ever want for her, but everything she could ask for in a male. As an act of violence threatens to tear apart the entire program, and the erotic pull between them grows irresistible, Paradise is tested in ways she never anticipated--and left wondering whether she’s strong enough to claim her own power...on the field, and off.

Opinião:
Quando descobri que Ward iria lançar uma spin-off fiquei algo curiosa por dois motivos:
1º pela explicação dada para a existência desta série spin-off;
2º porque iria pegar em duas personagens apresentadas no livro anterior.

A história foca-se essencialmente em Paradise e Crage. Contudo é também dada alguma relevância ao Butch e à Marissa. Apesar de estes dois últimos não estarem propriamente com sérios problemas estão numa situação algo inconfortável e com necessidade de chegar a uma solução de compromisso. A autora tenta ainda mostrar-nos um ambiente um pouco mais semelhante àquele que encontrávamos nos primeiros livros. Assim sendo temos mais momentos de companheirismo e atrofio entre os machos.

No geral achei o livro um pouco mais fraco que os da série original. Apsar de gostar da Paradise pela sua determinação e vontade de ser algo mais do que a filha do "conselheiro do Rei". Já Craeg é um querido apesar dos seus modos bruscos. Por mais que tente não consegue deixar de se preocupar com a Paradise e tentar ajudá-la e protegê-la.

Quanto ao antagonista, a história volve acerca do abuso sexual e foi fácil para mim perceber quem seria o perpetuador, o que levou a que perdesse algum do entusiasmo no livro. Quanto aos personagens secundários o que mais interesse me despertou foi a Novo. De certa maneira lembra-me a Xhex e  quero ver o que vai sair dali.

Fica a curiosidade de saber se os recrutamentos vão continuar bem como os treino destes  personagens. Quero saber como é que Paradise e Craeg se vão desenrascar, e se vão conseguir atingir os seus objetctivos, Paradise ser independente e Craeg ser capaz de se proteger e proteger os outros. Adorava ver Craeg a fazer parte da irmandade porque ele tem tudo para ser uma excelente adição, tanto a nível de destreza como de personalidade.

É agora uma questão de aguardar pelo próximo livro para perceber que seguimento a autora vai dar à história.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Opinião - The Shadows

Ficha Técnica:
Autor: J. R. Ward
Páginas: 592
Editor: NAL
ASIN: B00LTZQOZA

Sinopse:
Two brothers bound by more than blood fight to change a brutal destiny in the heart-wrenching new novel of the Black Dagger Brotherhood by #1 New York Times bestselling author J. R. Ward.

Trez “Latimer” doesn’t really exist. And not just because the identity was created so that a Shadow could function in the underbelly of the human world. Sold by his parents to the Queen of the S’Hsibe as a child, Trez escaped the Territory and has been a pimp and an enforcer in Caldwell, NY for years- all the while on the run from a destiny of sexual servitude. He’s never had anyone he could totally rely on... except for his brother, iAm.

iAm’s sole goal has always been to keep his brother from self-destructing- and he knows he’s failed. It’s not until the Chosen Serena enters Trez’s life that the male begins to turn things around... but by then it’s too late. The pledge to mate the Queen’s daughter comes due and there is nowhere to run, nowhere to hide, and no negotiating.

Trapped between his heart and a fate he never volunteered for, Trez must decide whether to endanger himself and others- or forever leave behind the female he’s in love with. But then an unimaginable tragedy strikes and changes everything. Staring out over an emotional abyss, Trez must find a reason to go on or risk losing himself and his soul forever. And iAm, in the name of brotherly love, is faced with making the ultimate sacrifice...

Opinião:
Este livro foca-se essencialmente em Trez e iAm. As Sombras que agora vivem com a Irmandade da Adaga Negra. Já nos livros anteriores, principalmente no último as suas histórias tiveram mais importância o que levou a que este livro fosse sobre eles. Contudo apesar de a história se focar em ambos, principalmente em Trez, a verdade e que uma vez mais temos vários pontos de vista. Um dos pontos de vista que mais vezes nos é mostrado é o de Rhage. Se bem que neste momento já saiba que o próximo livro é sobre ele não seria muito difícil de o adivinhar tento em conta tudo aquilo que vemos acontecer neste livro.

A maior parte do livro foca-se na relação entre Trez e Serena. Afinal de contas estes dois já tem uma história algo complexa. É finalmente descoberto por todos aquilo que se está a passar com Serena, o que leva a uma corrida contra o tempo numa tentativa de salvar a sua vida. A atitude de Serena para com tudo aquilo que lhe está a acontecer vai mudando ao longo da narrativa, mas em nenhum momento me pareceu forçada ou menos real. A sua vontade de não querer ser tratada, de querer continuar a viver a sua vida e aproveitá-la ao máximo são atitudes que eu consigo aceitar e compreender. Ao mesmo tempo consigo aceitar as suas atitudes mais egoístas porque na situação dela qualquer pessoas as teria. Quanto a Trez, ele é um apoio sólido para a Serena. Se bem que muitas vezes Trez não compreenda ou aceita as decisões de Serena, a verdade é que acaba por a ouvir e apoiar mesmo contra aquilo que são os seus instintos. Ao mesmo tempo é impossível ficar indiferente à sua doçura e ao modo como tenta mostrar à Serena o quanto a ama.

Contudo iAm tem também o seu tempo de antena. Enquanto Trez passa por todas estas dificuldades com Serena, iAm tenta arranjar maneira de ajudar o irmão e ao mesmo tempo manter Trez fora das garras da S’Hsibe e da rainha que o quer a todo o custo para ser parceiro da sua filha. Apenas a custo é evitada uma guerra com a S’Hsibe, e isto apenas devido à coragem de uma Sombra que decide fazer frente à Rainha. Que decide puni-la pelos crimes que ela cometeu e pelas mentiras que contou. Como não podia deixar de ser esta é a Sombra pela qual iAm se apaixonou. Gostei da reviravolta que a autora deu a toda a complicação que a S’Hsibe representava e como isso proporcionou um final feliz para dois personagens que sem dúvida o mereciam. Apesar disso achei que a relação de iAm e da sua parceira foi algo repentina e poderia ter usado de mais algum tempo até passar de uma simples atracção para algo mais sério.

Quanto a Rhage, toda a situação com Serena leva a que este comece a entrar numa depressão com a qual ele luta sozinho. Talvez se admitisse o que se está a passar tudo se tornasse mais simples. Estou curiosa para ver o que aí vem para este personagem.

Outros personagens que merecem menção, Paradise, a filha de Abalone, e Craeg. São ambos os personagens principais do primeiro livro da nova série e estou curiosa para saber o que vai sair dali visto que gostei do que vi de ambos, a tenacidade de Paradise e a discrição de Craeg. Quem voltou a aparecer foi a Virgem Escrivã. Já há bastante tempo que ela não aparecia e por isso gostei de a ver e espero que ela volte a ter um papel mais importante, e benevolente, nos próximos livros. Quanto à relação do Xcor e da Layla, espero que os dois tenham rapidamente o seu livro e se entendam porque já começa a cansar este chove não molha.

Para finalizar, fiquei um pouco decepcionada por uma vez mais a guerra com os Minguantes ter ficado para décimo plano. Percebo que o foco principal seja a relação entre os personagens, mas acho que a autora poderia trabalhar um pouco mais no mundo e nos acontecimentos em que a Irmandade se insere. Afinal de contas parece que a guerra estagnou e que deixou de ser importante, sendo usada apenas como uma desculpa para fazer determinados personagens seguirem determinado caminho.

Fico então a aguardar com curiosidade os próximos dois livros, até porque tenho curiosidade em saber onde é que se inserem cronologicamente um relativamente ao outro.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Opinião - The King

Ficha Técnica:
Autor: J. R. Ward
Páginas: 593
Editor: Nal
ASIN: B00DGZIC24

Sinopse:
Long live the King...

After turning his back on the throne for centuries, Wrath, son of Wrath, finally assumed his father’s mantle—with the help of his beloved mate. But the crown sets heavily on his head. As the war with the Lessening Society rages on, and the threat from the Band of Bastards truly hits home, he is forced to make choices that put everything—and everyone—at risk.

Beth Randall thought she knew what she was getting into when she mated the last pure blooded vampire on the planet: An easy ride was not it. But when she decides she wants a child, she’s unprepared for Wrath’s response—or the distance it creates between them.

The question is, will true love win out... or tortured legacy take over?

Opinião:
Em The King Ward volta a pegar nos protagonistas do primeiro livro e mostra-nos como é que evoluiu a sua relação e também a relação de Wrath com o seu povo.

Como seria de esperar o facto de a autora voltar a pegar neste personagens mostra que há qualquer coisa que não está bem. Nomeadamente Beth pretende ter um filho, o que leva a atritos com Wrath, visto este não o querer. Tanto os motivos de Beth como os de Wrath são válidos e apesar de no final tomarem uma decisão, o que os aproxima enquanto casal a verdade é que foi engraçado ver que de certa forma essa decisão acabava por não ser importante visto os acontecimentos assim o determinarem.

Outra coisa que também não está a correr bem é o reinado de Wrath. Por mais que queira e tente a verdade é que sente que não está a fazer um bom trabalho para ajudar o seu povo, o que acaba por o deixar stressado e angustiado. Gostei de ver a sua transformação quando finalmente tem oportunidade de realmente fazer a diferença e de como isso o transformou em alguém muito mais seguro de si mesmo.

Como não podia deixar de ser durante a narrativa existem outros assuntos que são abordados e outros pequenos arcos de história que são desenvolvidos. Na minha opinião foram desenvolvidas demasiadas histórias em paralelo. Algumas delas já vêm de livros anteriores, nomeadamente a história de Layla e Xcor. Outras já tinha sido sugeridas em livros anteriores, como a história de Trez e Selene, da qual gostei e será desenvolvida no próximo livro, e a história de Sola e Assail, a qual não me despertou qualquer interesse e que acho poderia ter sido retirada do livro.

Gostei de ficar a conhecer mais acerca daquilo que Trez e iAm enfrentam e acerca da sua raça. Devido a isto foi-nos apresentado um novo personagem, s'Ex, que com certeza voltará a aparecer no próximo livro.

Se houve algo que me desiludiu um pouco foi o facto de que a guerra com a sociedade dos minguantes parece ter estagnado. Enquanto anteriormente este era o inimigo e parecia haver um propósito para estes guerreiros a verdade é que neste momento parece estar tudo em águas de bacalhau e os únicos problemas parecem ser levantados pelos Glimera. Gostava que a autora voltasse às raízes e fizesse alguma coisa quanto a esta guerra. Quero voltar a ler acerca do Omega e da Virgem Escrivã. Espero sinceramente que a autora volte a pegar nesta guerra porque gostava de a ver terminada um dia e com a importância que ela teve inicialmente.

Este foi um livro do qual gostei bastante. Eventualmente preferia ter lido acerca da história de um novo casal, mas consigo perceber a opção da autora. É uma questão de aguardar para ver como ela vai desenvolver o próximo livro.

sábado, 19 de setembro de 2015

Opinião - Inveja

Ficha Técnica:
Autor: J. R. Ward
Título Original: Envy
Páginas: 512
Editor: Quinta Essência
ISBN: 9789897260209
Tradutor: Margarida Malcato

Sinopse:
7 PECADOS MORTAIS…
Sete almas para salvar. Esta é a terceira.

Redenção não é uma palavra que Jim Heron conheça muito bem. A sua especialidade é a vingança e, para ele, o pecado é relativo. Mas tudo muda quando se torna um anjo caído e é incumbido da tarefa de salvar sete pessoas dos sete pecados mortais... e o fracasso não é permitido.
Enquanto filho de um assassino em série, o detetive de Homicídios Thomas Delvecchio, Jr., cresceu à sombra do mal. Agora, dividido entre o dever cívico e a vingança cega, vai expia os pecados do pai - lutando com os seus demónios interiores. Sophia Reilly, a agente dos Assuntos Internos encarregue de supervisionar Delvecchio, tem por ele um interesse tanto profissional como pessoal. E Delvecchio e Sophia têm outra coisa a uni-los: Jim Heron, um misterioso desconhecido com demasiadas respostas... a perguntas que são fatais. Quando Delvecchio e Sophia entram na batalha final entre o bem e o mal, o seu anjo caído salvador é a única coisa que se interpõe entre eles e a danação eterna.

Opinião:
Este é o terceiro livro da série Anjos Caídos da já bastante conhecida J. R. Ward. Neste livro ficamos a conhecer melhor o Detective Delvecchio que já nos tinha sido apresentado na outra série da autora, A Irmandade da Adaga Negra. Para quem já conhecia o personagem foi interessante ficar a perceber as suas estranhas acções face àquilo que nos vai sendo apresentado no livro actual.

Sou sincera, não consigo imaginar sequer como é viver na sombra daquilo que o nosso pai fez. A cada momento do dia pensar se seremos iguais a ele, ter receio que a qualquer momento nos possamos tornar uns monstros só porque de vez em quando temos pensamentos menos próprios. Consigo perceber e aceitar as acções do personagem porque não sei se sendo eu a passar por todas aquelas situações não faria exactamente o mesmo.

Gostei também da Sophia, alguém que sabe o que quer e o que faz. Que viveu num ambiente rodeada de amor e de uma verdadeira família. Que aparenta ser alguém extremamente duro e impenetrável, mas que na realidade tem um lado mais sensível que não mostra a toda a gente. Apesar de terem existido ali umas dúvidas acerca da sua relação com o Delvecchio, rapidamente ela tenta chegar ao fundo da questão e decidir por si mesma em quem acreditar. E isto leva-me ao ponto que menos gostei na história.

Se por um lado a relação e a química entre os personagens é credível, tal só acontece quando eles não se enrolam. Não sei explicar porquê. Mas cada vez que se passava para uma cena de sexo ficava a sentir um completo desapego da parte dos personagens e o eclipsar de toda a química que ainda nos momentos anteriores ali estava presente. Não sei se por acontecerem sempre do mesmo ponto de vista, o que não faz sentido visto que em grande parte das narrativas é isso que acontece, ou se porque motivo for. Mas a verdade é que para mim a autora conseguiu arruinar completamente a química destes dois personagens nos momentos mais cruciais. Se alguém conseguir explicar-me porquê agradeço.

Quanto à batalha bem vs mal. Fiquei completamente arrasada com o que aconteceu ao Eddie, e espero sinceramente que ele nos venha a ser devolvido no futuro, mesmo que isso possa trazer complicações para o Jim. Em contrapartida a transformação que esse acontecimento provoca em Adrian é assustadora, mas ao mesmo tempo acho que essencial para o ajudar a ultrapassar aquela sensação de fracasso relativamente à Devina. Se por um lado gostei de ver o Jim a conhecer cada vez melhor os seus poderes e aprender a utilizá-los por outro lado irritou-me um pouco a sua obsessão com a Sissy. A ver no que isto vai dar.

E com isto faltam apenas três livro até ao grande final.

domingo, 17 de agosto de 2014

Mini-Opinião - Where Angels Fear to Tread and The Story of Son

Ficha Técnica:
Autor: Sherrilyn Kenyon
Páginas: 14 de 402 (Kindle Edition)
Editor: Pocket Books
ASIN: B0015DTVNI

Sinopse:
Where Angels Fear to Tread by Sherrilyn Kenyon
(...) Sherrilyn Kenyon turns a cubicle-dwelling MBA with no life into a demon-fighting seraph with one hell of an afterlife in Where Angels Fear to Tread... (...)

Opinião:
Este conto do mundo dos Predadores da Noite é também o primeiro da série Hellchaser e encontra-se na antologia Blood Lite. Sinceramente não gostei nem deixar de gostar do conto. Ele é tão curto que mal o começamos a ler já o estamos a acabar. Parece que na realidade o que lê-mos foi nada... Também não me conseguiu despertar o interesse para esta nova componente que vai ser introduzida nos livros.

Ficha Técnica:
Autor: J. R. Ward
Páginas: 102 de 384 (Kindle Edition)
Editor: St. Martin's Press
ASIN: B002LATV0C

Sinopse:
The Story of Son by J.R. Ward
Claire Stroughton is a beautiful lawyer who would rather spend the night with a legal brief than the man of her dreams. Then a routine client meeting turns dangerous—and deeply sensual—when she is held captive by a gorgeous man with an unworldly hunger…

Opinião:
Este conto da série Black Dagger Brotherhood encontra-se na antologia Dead After Dark. É um conto com uma extensão relativamente "aceitável" pois permite à autora desenvolver melhor as personagens, a acção, os motivos e tudo o que faz de um livro ou de um conto agradável. Posso dizer que gostei do mesmo, principalmente dos personagens, no entanto houve algumas características do mundo apresentado que me deixaram desconfortável. Tendo em conta que o conto se passa num mundo já conhecido e numa cidade já conhecida houve determinadas características que não batem certo com o que eu já sei deste mundo. Por exemplo o facto de desde pequenas as crianças não gostarem de luz e já terem sentidos mais desenvolvidos. Ainda por cima são 1/4 de vampiro. Na história principal isto não acontece. Que me lembre as crianças são completamente normais. E pronto, estas disparidades irritaram-me um pouco. Tirando isso gostei bastante do conto.