domingo, 19 de julho de 2015
sábado, 18 de julho de 2015
Opinião - O Lago dos Sonhos
Autor: Juliet Marillier
Título Original: Dreamer's Pool
Páginas: 448
Editor: Planeta
ISBN: 9789896576288
Tradutor: Catarina F. Almeida
Sinopse:
Um livro intenso que tem como pano de fundo a Irlanda medieval. Voltando ao registo dos seus primeiros livros, a autora constrói uma trama intricada, sempre acompanhada dos mistérios celtas, que não deixará os leitores indiferentes.
Em troca de ajuda para escapar a um longo e injusto encarceramento, a amarga curandeira mágica Blackthorn... terá de cumprir, durante sete anos, a promessa que fez ao seu libertador: aceder a todos os pedidos de socorro que lhe forem dirigidos.
Opinião:
Como grande fã que sou de Juliet Marillier, andava ansiosa para que a Planeta publicasse por cá este livro, originalmente intitulado de Dreamer's Pool, o primeiro livro da nova e promissora série Blackthorn & Grim.
É verdade, podia ter comprado logo o livro em inglês e encurtado em cerca de 7 meses a minha espera, no entanto como há mais de dez anos que faço a "colecção" Juliet Marillier em português, e esta é uma autora que continuará a ser publicada por cá, prefiro continuar na mesma linha. Contudo, ao ler esta medíocre tradução de O Lago dos Sonhos fiquei um pouco arrependida... Houve claramente uma escolha infeliz de diversas palavras e da não tradução de outras, sem qualquer sentido, mas fez-me particularmente confusão aquele "tu cá, tu lá" entre diversas personagens, nomeadamente da realeza, tendo ainda para mais em conta o ambiente da história: uma Irlanda medieval...
Mas passemos à obra em si, que é o que mais importa, e a Juliet não tem culpa nenhuma disto. Adorei este livro! Como sempre esta escritora é uma belíssima contadora de histórias e a sua magia tão particular está sempre presente.
Achei curioso que a história fosse contada por três pontos de vista diferentes, constantemente alternados: Blackthorn, Grim e Oran. Algo que não me lembro de acontecer em outros livros da autora. Gostei, mas confesso que talvez preferisse ler apenas o POV de Blackthorn e de vez em quando de Grim, embora admita que para esta obra em questão, tenha resultado bem a forma como foi feito.
De início não achava piada ao príncipe Oran. Achava-o um totozinho lamechas e sem interesse, apesar de boa pessoa e bom suserano. Felizmente com o desenrolar da narrativa isso mudou e gostei de o ver crescer como homem e personagem.
Já no que respeita a Blackthorn gostei imenso dela desde a primeira linha. Não sei porquê, mas tenho sempre um grande fascínio por curandeiras. Gostei muito de ver, a pouco e pouco, estabelecer-se o seu processo de cura interior (mesmo que ela não o note) e apesar de já saber o drama do seu passado, continuo muito curiosa quanto aos seus dois antigos nomes, que espero vir a saber no próximo volume.
Quanto a Grim, também gostei bastante deste matulão, que pelo que dizem, só a mãe o acharia bonito. É um homem enorme e forte e de bom coração, quebrado pela prisão de Mathuin e por um passado que o atormenta e que eu estou mortinha por conhecer. Que será que aconteceu?
Também neste livro os Fae têm um importante papel, sob a forma de Conmael. Um ser muito misterioso, e que me faz perguntar qual o seu interesse em Blackthorn e na sua sede de vingança para com o execrável Mathuin.
Apesar de ter adorado esta história, com toda a sua magia, folclore e saberes antigos, achei-a um pouco previsível, já que logo de início pude adivinhar o "grande" mistério de Flidais.
Posto isto, já estou desejosa que seja publicado Tower of Thorns, pois quero muito continuar a acompanhar as aventuras e desventuras de Blackthorn e Grim, ver mais segredos revelados e mistérios resolvidos e claro, voltar a sentir-me envolvida por este encanto e magia que só Juliet Marillier consegue imprimir nas suas obras.
É verdade, podia ter comprado logo o livro em inglês e encurtado em cerca de 7 meses a minha espera, no entanto como há mais de dez anos que faço a "colecção" Juliet Marillier em português, e esta é uma autora que continuará a ser publicada por cá, prefiro continuar na mesma linha. Contudo, ao ler esta medíocre tradução de O Lago dos Sonhos fiquei um pouco arrependida... Houve claramente uma escolha infeliz de diversas palavras e da não tradução de outras, sem qualquer sentido, mas fez-me particularmente confusão aquele "tu cá, tu lá" entre diversas personagens, nomeadamente da realeza, tendo ainda para mais em conta o ambiente da história: uma Irlanda medieval...
Mas passemos à obra em si, que é o que mais importa, e a Juliet não tem culpa nenhuma disto. Adorei este livro! Como sempre esta escritora é uma belíssima contadora de histórias e a sua magia tão particular está sempre presente.
Achei curioso que a história fosse contada por três pontos de vista diferentes, constantemente alternados: Blackthorn, Grim e Oran. Algo que não me lembro de acontecer em outros livros da autora. Gostei, mas confesso que talvez preferisse ler apenas o POV de Blackthorn e de vez em quando de Grim, embora admita que para esta obra em questão, tenha resultado bem a forma como foi feito.
De início não achava piada ao príncipe Oran. Achava-o um totozinho lamechas e sem interesse, apesar de boa pessoa e bom suserano. Felizmente com o desenrolar da narrativa isso mudou e gostei de o ver crescer como homem e personagem.
Já no que respeita a Blackthorn gostei imenso dela desde a primeira linha. Não sei porquê, mas tenho sempre um grande fascínio por curandeiras. Gostei muito de ver, a pouco e pouco, estabelecer-se o seu processo de cura interior (mesmo que ela não o note) e apesar de já saber o drama do seu passado, continuo muito curiosa quanto aos seus dois antigos nomes, que espero vir a saber no próximo volume.
Quanto a Grim, também gostei bastante deste matulão, que pelo que dizem, só a mãe o acharia bonito. É um homem enorme e forte e de bom coração, quebrado pela prisão de Mathuin e por um passado que o atormenta e que eu estou mortinha por conhecer. Que será que aconteceu?
Também neste livro os Fae têm um importante papel, sob a forma de Conmael. Um ser muito misterioso, e que me faz perguntar qual o seu interesse em Blackthorn e na sua sede de vingança para com o execrável Mathuin.
Apesar de ter adorado esta história, com toda a sua magia, folclore e saberes antigos, achei-a um pouco previsível, já que logo de início pude adivinhar o "grande" mistério de Flidais.
Posto isto, já estou desejosa que seja publicado Tower of Thorns, pois quero muito continuar a acompanhar as aventuras e desventuras de Blackthorn e Grim, ver mais segredos revelados e mistérios resolvidos e claro, voltar a sentir-me envolvida por este encanto e magia que só Juliet Marillier consegue imprimir nas suas obras.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Opinião - A Todos os Rapazes que Amei
Ficha Técnica:
Autor: Jenny Han
Título Original: To All the Boys I've Loved Before
Páginas: 272
Editor: Topseller
ISBN: 9789898800008
Tradutor: Rui Azeredo
Sinopse:
«Guardo as minhas cartas numa caixa de chapéu verde-azulada que a minha mãe me trouxe de uma loja de antiguidades da Baixa. Não são cartas de amor que alguém me enviou. Não tenho dessas. São cartas que eu escrevi. Há uma por cada rapaz que amei — cinco, ao todo.
Quando escrevo, não escondo nada. Escrevo como se ele nunca a fosse ler. Porque na verdade não vai. Exponho nessa carta todos os meus pensamentos secretos, todas as observações cautelosas, tudo o que guardei dentro de mim. Quando acabo de a escrever, fecho-a, endereço-a e depois guardo-a na minha caixa de chapéu verde-azulada.
Não são cartas de amor no sentido estrito da palavra. As minhas cartas são para quando já não quero estar apaixonada. São para despedidas. Porque, depois de escrever a minha carta, já não sou consumida por esse amor devorador. Se o amor é como uma possessão, talvez as minhas cartas sejam o meu exorcismo. As minhas cartas libertam-me. Ou pelo menos era para isso que deveriam servir.»
Opinião:
A Todos os Rapazes que amei conta a história de Lara Jean e das suas paixões ao longo do tempo. Com isto não quero dizer que vamos acompanhado a personagem enquanto ela se apaixona e desapaixona, mas sim que no presente vamos conhecendo os amores do seu passado através de cartas que esta lhes foi escrevendo. Cartas de despedida. Algumas são curtas e directas, outras são mais elaboradas e sentimentais. Mas todas elas expõe preto no branco aquilo que que Lara tem para dizer a cada uma das suas paixões.
Lara Jean é uma personagem algo peculiar na medida em que para os seus 16 anos é uma pessoa bastante recatada, que não bebe, não se mete em confusões, não socializa e que detesta conduzir. Além disso tem uma grande paixão pelo namorado da irmã, o que torna tudo complicado. É uma personagem que se de um modo parece ter alguma maturidade a verdade é que também tem uma parte algo inocente que não vê a maldade nas outras pessoas e tenta sempre pensar o melhor dos outros. Pelo menos sobre aqueles que lhe são queridos.
Se por um lado gostei bastante de Peter, por outro Josh não causou grande impacto em mim. Josh é um rapaz completamente normal, que deixa Lara Jean ser exactamente como é e que não lhe acrescenta nada de novo, deixando-a numa posição algo estagnada. Já Peter é alguém que está constantemente a desafiar Lara Jean. Que a faz ultrapassar os seus próprios limites. Que a incentiva a ser mais social, a aceitar novas condições e maneiras de estar. Peter é capaz de a confrontar acerca dos seus medos e obrigar Lara Jean a pensar sobre eles e aceitá-los. Além disso Peter tem um sentido de humor bastante engraçado. As suas interacções com os seus amigos e com Lara Jean são sempre um fartote de rir!
Na verdade a maior parte dos personagens são bastantes interessantes, desde a irmã mais nova de Lara Jean, até aos amigos de Peter e a uma das antigas paixões de Lara, Lucas. No geral o livro está bem abastecido de personagens interessantes e cativantes. Se bem que em determinadas alturas a Lara Jean se possa tornar algo irritante por ser tão lenta a perceber determinadas coisas.
Algo de que gostei foi a ideia das cartas de amor que servem como uma espécie de exorcismo. Muita gente utiliza este método para se livrar de todos os pensamentos e sentimentos que possam estar a sobrecarregá-los e por isso achei que foi uma boa escolha por parte da autora. O modo como a história evolui está bem conseguido. Não houve propriamente pressas, mas a história também não se desenvolveu a passo de caracol. Foi interessante ver como as interacções entre Lara Jean e Peter os levaram cada vez mais a aproximarem-se. Relativamente a Lara Jean, Peter foi bastante mais rápido a perceber os seus sentimentos e aquilo em que a relação dos dois se estava a tornar. Foi algo frustrante e irritante ver que Lara Jean só se apercebe dos seus sentimentos quando a irmã mais nova lhos escarrapacha na cara.
No geral foi uma história fofinha e agradável. Boa para passar algum tempo com descontracção. Aguardo com alguma curiosidade pelo próximo livro da série.
Lara Jean é uma personagem algo peculiar na medida em que para os seus 16 anos é uma pessoa bastante recatada, que não bebe, não se mete em confusões, não socializa e que detesta conduzir. Além disso tem uma grande paixão pelo namorado da irmã, o que torna tudo complicado. É uma personagem que se de um modo parece ter alguma maturidade a verdade é que também tem uma parte algo inocente que não vê a maldade nas outras pessoas e tenta sempre pensar o melhor dos outros. Pelo menos sobre aqueles que lhe são queridos.
Se por um lado gostei bastante de Peter, por outro Josh não causou grande impacto em mim. Josh é um rapaz completamente normal, que deixa Lara Jean ser exactamente como é e que não lhe acrescenta nada de novo, deixando-a numa posição algo estagnada. Já Peter é alguém que está constantemente a desafiar Lara Jean. Que a faz ultrapassar os seus próprios limites. Que a incentiva a ser mais social, a aceitar novas condições e maneiras de estar. Peter é capaz de a confrontar acerca dos seus medos e obrigar Lara Jean a pensar sobre eles e aceitá-los. Além disso Peter tem um sentido de humor bastante engraçado. As suas interacções com os seus amigos e com Lara Jean são sempre um fartote de rir!
Na verdade a maior parte dos personagens são bastantes interessantes, desde a irmã mais nova de Lara Jean, até aos amigos de Peter e a uma das antigas paixões de Lara, Lucas. No geral o livro está bem abastecido de personagens interessantes e cativantes. Se bem que em determinadas alturas a Lara Jean se possa tornar algo irritante por ser tão lenta a perceber determinadas coisas.
Algo de que gostei foi a ideia das cartas de amor que servem como uma espécie de exorcismo. Muita gente utiliza este método para se livrar de todos os pensamentos e sentimentos que possam estar a sobrecarregá-los e por isso achei que foi uma boa escolha por parte da autora. O modo como a história evolui está bem conseguido. Não houve propriamente pressas, mas a história também não se desenvolveu a passo de caracol. Foi interessante ver como as interacções entre Lara Jean e Peter os levaram cada vez mais a aproximarem-se. Relativamente a Lara Jean, Peter foi bastante mais rápido a perceber os seus sentimentos e aquilo em que a relação dos dois se estava a tornar. Foi algo frustrante e irritante ver que Lara Jean só se apercebe dos seus sentimentos quando a irmã mais nova lhos escarrapacha na cara.
No geral foi uma história fofinha e agradável. Boa para passar algum tempo com descontracção. Aguardo com alguma curiosidade pelo próximo livro da série.
(Livro lido em parceria com o Segredo dos Livros)
domingo, 12 de julho de 2015
sábado, 11 de julho de 2015
Opinião - À Morte Ninguém Escapa
Ficha Técnica:
Autor: M. J. Arlidge
Título Original: Pop Goes The Weasel
Páginas: 320
Editor: Topseller
ISBN: 9789898800343
Tradutor: Rui Azeredo
Sinopse:
O corpo de um homem é encontrado numa casa vazia.O seu coração foi arrancado e entregue à família. A detetive Helen Grace sabe que esta não será a última vítima de um assassino em série. Os media chamam-lhe Jack, o Estripador, mas ao contrário: este mata homens de família que vivem vidas duplas e enganam as suas mulheres.Helen consegue pressentir a fúria por detrás de cada assassínio. Mas o que ela nunca conseguirá prever é quão volátil na realidade este assassino é. Nem o que a aguarda no final desta caça ao homem.
Opinião:
Se há coisa que se pode dizer acerca dos livros desta série é que os acontecimentos são sempre surpreendentes. Surpreendentes na medida em que os assassínios que acontecem são sempre algo arrepiantes e têm uma explicação complexa acerca do porquê dos acontecimentos.
Após o livro anterior a maior parte dos personagens ainda se encontra a debater e a tentar ultrapassar tudo aquilo porque que passaram no caso anterior. A Helen tenta ultrapassar o facto de ter perdido alguém por quem se estava a apaixonar e a Charlie tenta lidar com os problemas que o confronto trouxe para o seu casamento. Estas condições fazem com que as personagens estejam algo desnorteadas e isso acaba sempre por se reflectir no seu trabalho.
Uma vez mais a equipa vai lidar com uma assassina em série, desta vez alguém que anda a caçar homens que utilizam o serviço de prostitutas. Esta assassina abre o peito às suas vítimas e em seguida retira-lhes cirurgicamente o coração, entregando-o em seguida aos familiares. De início começamos por ter apenas o ponto de vista de Helen e Charlie, bem como da assassina enquanto efectua os seus crimes. Contudo ao longo do livro vamos passando a conhecer melhor a assassina através do pouco que a mesma vai deixando escapar e começamos a perceber o porquê daquilo que faz.
Para mim a mais valia do livro foi isso mesmo, o facto de o autor ter conseguido com que eu fosse criando empatia para com a assassina. Ela não é de todo má pessoa, simplesmente é aquilo que a vida fez dela e apesar de matar alguém ser algo extremamente incorrecto a verdade é que ao longo do livro vamos deixando de a culpabilizar por aquilo que faz e queremos sinceramente que tudo possa correr pelo melhor para ela e que seja capaz de dar a volta à situação.
Claro que o livro tem outros aspectos positivos como os personagens em si e a maneira como enredo se vai desenrolando. O autor sabe manter bem o equilíbrio entre a quantidade de informação que passa, como a passa e em que alturas a passa, e entre o desenvolvimento dos personagens e os seus dramas pessoais.
Não posso deixar de fazer referência à Emília. Uma jornalista sem escrúpulos, que só pensa em subir na sua carreira sem se preocupar com quem tem que passar por cima para o conseguir. Digamos que de certa forma ela é o principal inimigo e tormento de Helen.
Este é então um segundo livro que faz jus ao primeiro e que deixa o leitor com imensa vontade de continuar a seguir a história de Helen.
Após o livro anterior a maior parte dos personagens ainda se encontra a debater e a tentar ultrapassar tudo aquilo porque que passaram no caso anterior. A Helen tenta ultrapassar o facto de ter perdido alguém por quem se estava a apaixonar e a Charlie tenta lidar com os problemas que o confronto trouxe para o seu casamento. Estas condições fazem com que as personagens estejam algo desnorteadas e isso acaba sempre por se reflectir no seu trabalho.
Uma vez mais a equipa vai lidar com uma assassina em série, desta vez alguém que anda a caçar homens que utilizam o serviço de prostitutas. Esta assassina abre o peito às suas vítimas e em seguida retira-lhes cirurgicamente o coração, entregando-o em seguida aos familiares. De início começamos por ter apenas o ponto de vista de Helen e Charlie, bem como da assassina enquanto efectua os seus crimes. Contudo ao longo do livro vamos passando a conhecer melhor a assassina através do pouco que a mesma vai deixando escapar e começamos a perceber o porquê daquilo que faz.
Para mim a mais valia do livro foi isso mesmo, o facto de o autor ter conseguido com que eu fosse criando empatia para com a assassina. Ela não é de todo má pessoa, simplesmente é aquilo que a vida fez dela e apesar de matar alguém ser algo extremamente incorrecto a verdade é que ao longo do livro vamos deixando de a culpabilizar por aquilo que faz e queremos sinceramente que tudo possa correr pelo melhor para ela e que seja capaz de dar a volta à situação.
Claro que o livro tem outros aspectos positivos como os personagens em si e a maneira como enredo se vai desenrolando. O autor sabe manter bem o equilíbrio entre a quantidade de informação que passa, como a passa e em que alturas a passa, e entre o desenvolvimento dos personagens e os seus dramas pessoais.
Não posso deixar de fazer referência à Emília. Uma jornalista sem escrúpulos, que só pensa em subir na sua carreira sem se preocupar com quem tem que passar por cima para o conseguir. Digamos que de certa forma ela é o principal inimigo e tormento de Helen.
Este é então um segundo livro que faz jus ao primeiro e que deixa o leitor com imensa vontade de continuar a seguir a história de Helen.
(Livro lido em parceria com o Segredo dos Livros)
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