domingo, 30 de agosto de 2015
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Opinião - The Dead Town
Ficha Técnica:
Autor: Dean Koontz
Páginas: 358
Editor: HarperCollins
ISBN: 9780007353859
Sinopse:
The war against humanity is raging. As the small town of Rainbow Falls, Montanam comes under siege, scattered survivors join together to weather the onslaught.
Victor Frankenstein's nihilistic plan is to remake the future: a future in which mankind will be annihilated. To accomplish this aim he has created nothing less than the shock troops of the Apocalypse.
Now the alliance of the good make their last, best stand and do battle against overwhelmig odds. And Deucalion, Frankenstein's original and flawed attempt at replicating life, must finally confront his evil creator. In a climax that will shatter every expectation, the fate of humanity hangs in the balance...
Victor Frankenstein's nihilistic plan is to remake the future: a future in which mankind will be annihilated. To accomplish this aim he has created nothing less than the shock troops of the Apocalypse.
Now the alliance of the good make their last, best stand and do battle against overwhelmig odds. And Deucalion, Frankenstein's original and flawed attempt at replicating life, must finally confront his evil creator. In a climax that will shatter every expectation, the fate of humanity hangs in the balance...
Opinião:
Neste último capítulo da saga Frankenstein de Dean Koontz finalmente vemos Victor a ser derrotado de uma vez por todas.
Mais uma vez este é um livro cheio de acção do início ao fim, onde nos é dada a possibilidade de seguir os acontecimentos através dos olhos de diferentes personagens. O que me continua a cativar nestes livros não é propriamente a acção, mas sim os personagens. A capacidade de adaptação e aceitação face ao desconhecido, o facto de que como seres humanos somos capazes de coisas extraordinárias se assim nos propusermos a isso. A capacidade para a entreajuda e para nos sacrificarmos em prol do bem estar dos outros. Dean Koontz mostra-nos o que de melhor temos de uma forma que não se torna patética, nem nos faz revirar os olhos. O autor consegue que todas estas características sejam reveladas de um modo que se adequa ao tom da história, o que nos faz apreciar ainda mais personagens que já de si são tão cativantes.
No entanto houve algo neste livro que me provocou sentimentos dispares. Por um lado achei fascinante como o autor nos mostra o facto de que os vilões pensam sempre que são invencíveis, que nada poderá correr mal nos seus planos e que quando as coisas começam a correr mal acreditam muitas vezes que é apenas um pequeno contratempo e que tudo se irá resolver. Acreditando piamente nisto até ser tarde de mais. Contudo achei que o autor levou esta característica ao extremo e para o final do livro começou a tornar-se irritante a desconsideração do Victor para com a quantidade de problemas com que se deparava.
Para finalizar achei o culminar de todos os acontecimentos e a destruição de Victor algo chochos. Estava à espera de algo mais bombástico.
Apesar das falhas que possa ter encontrado ao longo deste livro final e da série no geral, esta é uma daquelas séries que merece ser lida.
Mais uma vez este é um livro cheio de acção do início ao fim, onde nos é dada a possibilidade de seguir os acontecimentos através dos olhos de diferentes personagens. O que me continua a cativar nestes livros não é propriamente a acção, mas sim os personagens. A capacidade de adaptação e aceitação face ao desconhecido, o facto de que como seres humanos somos capazes de coisas extraordinárias se assim nos propusermos a isso. A capacidade para a entreajuda e para nos sacrificarmos em prol do bem estar dos outros. Dean Koontz mostra-nos o que de melhor temos de uma forma que não se torna patética, nem nos faz revirar os olhos. O autor consegue que todas estas características sejam reveladas de um modo que se adequa ao tom da história, o que nos faz apreciar ainda mais personagens que já de si são tão cativantes.
No entanto houve algo neste livro que me provocou sentimentos dispares. Por um lado achei fascinante como o autor nos mostra o facto de que os vilões pensam sempre que são invencíveis, que nada poderá correr mal nos seus planos e que quando as coisas começam a correr mal acreditam muitas vezes que é apenas um pequeno contratempo e que tudo se irá resolver. Acreditando piamente nisto até ser tarde de mais. Contudo achei que o autor levou esta característica ao extremo e para o final do livro começou a tornar-se irritante a desconsideração do Victor para com a quantidade de problemas com que se deparava.
Para finalizar achei o culminar de todos os acontecimentos e a destruição de Victor algo chochos. Estava à espera de algo mais bombástico.
Apesar das falhas que possa ter encontrado ao longo deste livro final e da série no geral, esta é uma daquelas séries que merece ser lida.
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Mini-Opinião - Perguntas-me?
Ficha Técnica:
Autor: Manuel Alves
Páginas: ?
Editor: Smashwords
ISBN: 9781301918348
Sinopse:
Quarenta e seis histórias pequeninas com ilustrações nos rostos.
As histórias também têm rostos? Ora, as histórias são multidões de rostos, desejos, sonhos e gostos.
Que histórias estão nestas páginas? Perguntem ao livro.
Opinião:
Este é um livro ligeiramente diferente daquilo a que estou habituada a ver. Tal como indicado na sinopse é constituído por 46 pequenas histórias, e quando se diz pequenas é mesmo pequenas. A maior parte delas tem cerca de uma página e meia (pelo menos nas definições do meu kindle). No início de cada página tem-se uma pergunta com uma ilustração e nas seguintes a resposta a essa questão. Quanto às ilustrações posso dizer que gostei bastante delas. Achei-as a todas apropriadas à questão colocada. Quanto às histórias por trás das questões, há algumas mais assustadoras, outra mais tristes e outras mais mais esperançosas. Mas o que mais me cativou na leitura foi sem dúvida a cadência, o ritmo das palavras.
Durante a leitura parecia que as palavras se soltavam espontaneamente da minha língua, que tinham o seu próprio ritmo. Por mais que eu quisesse parar no final de uma frase tal não era possível. O ritmo, a cadência dá balanço à leitura e é impossível parar sem terminar primeiro o texto que estamos a ler. Adorei sentir as palavras a fluírem pela minha mente quase como se fossem uma "canção" a tocar ao seu próprio ritmo. Considero uma grande proeza do autor ter conseguido este efeito e este feito.
Durante a leitura parecia que as palavras se soltavam espontaneamente da minha língua, que tinham o seu próprio ritmo. Por mais que eu quisesse parar no final de uma frase tal não era possível. O ritmo, a cadência dá balanço à leitura e é impossível parar sem terminar primeiro o texto que estamos a ler. Adorei sentir as palavras a fluírem pela minha mente quase como se fossem uma "canção" a tocar ao seu próprio ritmo. Considero uma grande proeza do autor ter conseguido este efeito e este feito.
domingo, 23 de agosto de 2015
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Opinião - Insatiable 1 & 2
Ficha Técnica:
Autor: JD Hawkins
Páginas: 127, 128
Editor: JD Hawkins Books
ASIN: B00X2J688Y, B00XW9ZQEG
Sinopse:
Insatiable 1
It’s not cocky when you've got the goods to back it up.
Lust-maker. Pleasure giver. Fantasy creator. I can blow your mind in five seconds flat — but trust me, you’ll want this to last all night.
There’s not a woman in the city who can resist me. Except one.
Now she’s got a proposition: Seven days. Every position. No strings attached.
She wants to know what she’s been missing.
Who am I to say no?
It’s not cocky when you've got the goods to back it up.
Lust-maker. Pleasure giver. Fantasy creator. I can blow your mind in five seconds flat — but trust me, you’ll want this to last all night.
There’s not a woman in the city who can resist me. Except one.
Now she’s got a proposition: Seven days. Every position. No strings attached.
She wants to know what she’s been missing.
Who am I to say no?
Insatiable 2
It was supposed to be simple: I teach her a crash course in pleasure. No commitment. No strings.
Now she’s found the perfect guy — and it’s not me.
I should move on, but I need her. And I never back down from a fight.
Now I've got one last lesson for her:
I’m going to make her mine.
It was supposed to be simple: I teach her a crash course in pleasure. No commitment. No strings.
Now she’s found the perfect guy — and it’s not me.
I should move on, but I need her. And I never back down from a fight.
Now I've got one last lesson for her:
I’m going to make her mine.
Opinião:
Insatiable divide-se em duas pequenas novelas que não faz qualquer sentido ler em separado e daí a opinião também ser feita em conjunto. Esta é mais uma histórica erótica como as de mais que se têm visto ultimamente a ser publicadas a torto e a direito. Mas ao mesmo tempo é um pouco diferente das de mais.
Jax é sem dúvida um personagem interessante. Extremamente mulherengo não tem qualquer problema em admiti-lo. Admite também ser extremamente bom na cama, bem como extremamente sexy, além de ser um excelente arquitecto. Contudo estas suas certezas todas não o tornam arrogante aos olhos do leitor porque se percebe que ele está simplesmente a ser sincero.
Lizzie é uma rapariga bonita e jeitosa, mas com uma autoconfiança extremamente baixa. As suas interacções iniciais com Jax são dela a mandá-lo passear, mas com classe, o que deixa o leitor com um sorriso na cara. Ao longo da narrativa Lizzie vai crescendo e deixando a sua timidez de parte ao mesmo tempo que passa a tornar-se uma mulher segura de si e que aceita a sua sexualidade. Foi engraçado ver como em certos aspectos ela era tão inocente, mas após se descontrair e libertar se torna alguém completamente diferente.
Gostei do contraste que o autor usa entre a linguagem para descrever momentos mais normais e de companheirismo entre os diferentes personagens e a que usa quando Jax e Lizzie estão a fazer sexo. O autor aborda também um tema que achei interessante que é o facto de muitas vezes deixarmos de ser nós próprio só para agradar alguém, por que achamos a outra pessoa simpática ou porque achamos que é com essa pessoa que devemos ficar. Ninguém deve deixar de ser quem é seja porque motivo for. Isso é morte psicológica certa!
Como o autor optou por dividir a história em duas partes parece que lhe falta espaço para desenvolver melhor os personagens. Penso que um total de 300 páginas teria sido mais satisfatório e mais interessante para desenvolver a relação entre Jax e Lizzie desde o momento em que celebram o acordo até ao momento em que finalmente se apercebem que gostam um do outro. Contudo o autor não deixou esses momentos completamente à margem, sendo que temos alguns momentos de convívio e conversa entre estes dois personagens.
Resumindo, uma história curtinha mas agradável. Um autor que descobri por acaso e do qual fiquei a gostar. Fico a aguardar por mais obras.
Insatiable divide-se em duas pequenas novelas que não faz qualquer sentido ler em separado e daí a opinião também ser feita em conjunto. Esta é mais uma histórica erótica como as de mais que se têm visto ultimamente a ser publicadas a torto e a direito. Mas ao mesmo tempo é um pouco diferente das de mais.
Jax é sem dúvida um personagem interessante. Extremamente mulherengo não tem qualquer problema em admiti-lo. Admite também ser extremamente bom na cama, bem como extremamente sexy, além de ser um excelente arquitecto. Contudo estas suas certezas todas não o tornam arrogante aos olhos do leitor porque se percebe que ele está simplesmente a ser sincero.
Lizzie é uma rapariga bonita e jeitosa, mas com uma autoconfiança extremamente baixa. As suas interacções iniciais com Jax são dela a mandá-lo passear, mas com classe, o que deixa o leitor com um sorriso na cara. Ao longo da narrativa Lizzie vai crescendo e deixando a sua timidez de parte ao mesmo tempo que passa a tornar-se uma mulher segura de si e que aceita a sua sexualidade. Foi engraçado ver como em certos aspectos ela era tão inocente, mas após se descontrair e libertar se torna alguém completamente diferente.
Gostei do contraste que o autor usa entre a linguagem para descrever momentos mais normais e de companheirismo entre os diferentes personagens e a que usa quando Jax e Lizzie estão a fazer sexo. O autor aborda também um tema que achei interessante que é o facto de muitas vezes deixarmos de ser nós próprio só para agradar alguém, por que achamos a outra pessoa simpática ou porque achamos que é com essa pessoa que devemos ficar. Ninguém deve deixar de ser quem é seja porque motivo for. Isso é morte psicológica certa!
Como o autor optou por dividir a história em duas partes parece que lhe falta espaço para desenvolver melhor os personagens. Penso que um total de 300 páginas teria sido mais satisfatório e mais interessante para desenvolver a relação entre Jax e Lizzie desde o momento em que celebram o acordo até ao momento em que finalmente se apercebem que gostam um do outro. Contudo o autor não deixou esses momentos completamente à margem, sendo que temos alguns momentos de convívio e conversa entre estes dois personagens.
Resumindo, uma história curtinha mas agradável. Um autor que descobri por acaso e do qual fiquei a gostar. Fico a aguardar por mais obras.
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