quinta-feira, 30 de junho de 2016

Opinião - The Unexpected Everything

Ficha Técnica:
Autor: Morgan Matson
Páginas: 528
Editor: Simon & Schuster Books for Young Readers
ASIN: B015WNZ1KI

Sinopse:
From Morgan Matson, the bestselling author of Since You’ve Been Gone comes a feel-good story of friendship, finding yourself, and all the joys in life that happen while you’re busy making other plans.

Andie has a plan. And she always sticks to her plan.

Future? A top-tier medical school.
Dad? Avoid him as much as possible (which isn’t that hard considering he’s a Congressman and he’s never around).
Friends? Palmer, Bri, and Toby—pretty much the most awesome people on the planet, who needs anyone else?
Relationships? No one’s worth more than three weeks.

So it’s no surprise that Andie’s got her summer all planned out too.

Until a political scandal costs Andie her summer pre-med internship, and lands both she and Dad back in the same house together for the first time in years. Suddenly she’s doing things that aren’t Andie at all—working as a dog walker, doing an epic scavenger hunt with her dad, and maybe, just maybe, letting the super cute Clark get closer than she expected. Palmer, Bri, and Toby tell her to embrace all the chaos, but can she really let go of her control?

Opinião:
Este é o primeiro livro que leio da autora e tenho desde já a dizer que gostei bastante. Basicamente este conta a história de Andie, mas ao mesmo tempo conta a história do seu grupo de amigos e de como este grupo evolui ao longo do tempo.

Logo ao início dá para perceber que Andie é uma rapariga bem comportada que tem a vida toda planeada. Isto não quer dizer que não goste de se divertir e estar com os seus amigos, contudo por normal fá-lo de maneira responsável. Visto que Andie tem a vida toda planeada é um grande choque quando um acontecimento faz com que a sua vida dê uma volta de 180º. Andie perde o seu estágio de Verão e acaba por ter que arranjar emprego a fazer outra coisa qualquer, neste caso a passear cães. É assim que acaba por conhecer Clark, o seu futuro parceiro romântico.

De uma maneira gostei bastante dos personagens apresentados, não só dos principais como também dos secundários. A autora faz um retrato bastante real do que é a adolescência focando determinados aspectos que podem parecer mais complicados. Adorei a maneira como a relação deste grupo de amigos é apresentada e todas as dinâmicas que nos são apresentadas e a maneira como são exploradas.

Contudo o mais interessante não é o romance que se desenvolver entre Andie e Clark. O mais interessante foi ver como Andie cresce ao longo da narrativa, bem como a relação com o seu pai evolui. Ao início Andie quer controlar tudo. Quer controlar os seus sentimentos, tem uma política de não se envolver com ninguém para além do estritamente necessário, o que faz com que as suas relações não durem muito. Ao conhecer Clark as coisas começam a mudar e foi interessante ver como aos poucos ela foi mudando e se foi apercebendo do que é realmente estar apaixonado por alguém, saber que essa pessoa está lá para nós e que queremos estar lá para ela. Houve alturas em que a Andie se assustava com aquilo que se apercebia e houve alguns recuos da sua parte, mas ela sempre lutou por ultrapassar esses momentos e tirar o melhor partido daquilo que a vida lhe proporcionava. E aí outro aspecto da personalidade de Andie que esta teve que ultrapassar, a sua necessidade de controlar tudo. Aos poucos essa obsessão foi desaparecendo e foi engraçado ver como as suas acções iam mudando de forma coerente.

O retrato que a autora faz da relação entre Andie e o pai é também bastante real. Quantas vezes não acontece os pais deixarem de estar com os filhos e entregarem-se a sua educação a terceiros, para que mais tarde quando não têm nada que fazer se lembrem que são pais e que é suposto imporem regras? É fácil compreender a revolta de Andie para com um pai sempre ausente e que de repente se lembra que tem uma filha. Principalmente quando até existia anteriormente uma relação boa e de um momento para o outro uma pessoa se fica a sentir abandonada. Claro que acabou por haver explosão, mas a partir daí as coisas foram melhorando e gostei de ver como se estabelecia uma nova harmonia entre pai e filha.

Para finalizar não posso deixar de referir o final. Gostei dele, não gostei foi da maneira como a autora o foi construindo. Desde o início da história que foi fácil perceber qual a catástrofe que iria acontecer e que eventualmente iria separar o casal, e isto foi a única coisa que me desagradou durante o livro. O facto de ser de caras o que se estava a passar e ninguém percebia. Contudo não estava à espera que afectasse de forma tão proeminente a amizade de duas das personagens. Foi assustador, mas ao mesmo tempo real. Infelizmente por vezes verdadeiras amizades estragam-se pelas mais diversas situações. Neste caso foi um acumular de várias coisas, não propriamente coisas más que tenham acontecido, mas as personagens em questão eram tão chegadas que acabavam por se perder uma na outra. Para as outras pessoas elas funcionavam quase como uma entidade e no final cada uma teve que perceber qual era o seu caminho e quem é que realmente eram quando separadas. Foi algo doloroso, mas ao mesmo tempo real. E por isso um dos momentos mais marcante do livro para mim.

Pela opinião que vai extensa dá para perceber que foi um livro que gostei bastante e que recomendo.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Opinião - The One and Only Ivan

Ficha Técnica:
Autor: Katherine Applegate
Ilustrador: Patricia Castelao
Páginas: 325
Editor: HarperCollins
ASIN: B005DIB6GG

Sinopse:
Ivan is an easygoing gorilla. Living at the Exit 8 Big Top Mall and Video Arcade, he has grown accustomed to humans watching him through the glass walls of his domain. He rarely misses his life in the jungle. In fact, he hardly ever thinks about it at all.

Instead, Ivan thinks about TV shows he’s seen and about his friends Stella, an elderly elephant, and Bob, a stray dog. But mostly Ivan thinks about art and how to capture the taste of a mango or the sound of leaves with color and a well-placed line.

Then he meets Ruby, a baby elephant taken from her family, and she makes Ivan see their home—and his own art—through new eyes. When Ruby arrives, change comes with her, and it’s up to Ivan to make it a change for the better.

Katherine Applegate blends humor and poignancy to create Ivan’s unforgettable first-person narration in a story of friendship, art, and hope.

Opinião:
Damn it. Pensava que já tinha passado a opinião para aqui e afinal não tinha. Assim sendo peço imensa desculpa a quem tentou ler uma opinião e apanhou com uma página em branco.

Este livro foi-me recomendado pela p7 do Bookeater/Booklover porque não sabia o que havia de ler para o desafio deste mês. Confesso que ao início não me sentia muito entusiasmada com a sinopse do livro, mas ao iniciá-lo tudo isso mudou.

Antes de mais o modo como a história é contada coaduna-se exactamente com aquilo que o Ivan nos tenta dizer ao longo dessa mesma história. No geral o Ivan está sempre a referir como os humanos complicam tudo, como falam de mais e a narrativa é pontuada por essa ideia. O Ivan conta-nos a sua história em frases simples e directas, sem rodeios e adjectivações necessárias. E eu adorei esse cuidado que a autora teve. Fez-me sentir muito mais próxima deste gorila muito especial.

A história dele e dos seus amigos não é propriamente bonita, e algumas tristezas acontecem durante a narrativa, contudo o Ivan é perseverante. Ele compromete-se a fazer algo e através da sua paixão pelo desenho acaba por consegui-lo e muda a sua vida e dos seus amigos. Mas mais ainda, ele consegue erguer-se acima do medo e lembrar-se daquilo que era suposto ser e tornar-se novamente num animal formidável apesar de todos os anos de encarceramento.

Adorei a sua personalidade pachorrenta. A maneira como interage com os outros personagens é simplesmente deliciosa. Sejam eles humanos ou animais. Sim, porque aqui também existem humanos bons, que apreciam as obras do Ivan e que acabam por ajudar. Porque é assim, os artistas compreendem-se de uma maneira que a maior parte das pessoas não consegue.

E pronto, este livro foi a coisa mais fofa de se ler. Além do mais a sua leitura faz-se num instantinho, o que ajuda a que os sentimentos se acumulem e nos transformem numa bola de fofura. 

sábado, 18 de junho de 2016

Opinião - Uprooted

Ficha Técnica:
Autor: Naomi Novik
Páginas: 465
Editor: Del Rey
ASIN: B00KUQIU7O

Sinopse:
Naomi Novik, author of the bestselling and critically acclaimed Temeraire novels, introduces a bold new world rooted in folk stories and legends, as elemental as a Grimm fairy tale.

“Our Dragon doesn’t eat the girls he takes, no matter what stories they tell outside our valley. We hear them sometimes, from travelers passing through. They talk as though we were doing human sacrifice, and he were a real dragon. Of course that’s not true: he may be a wizard and immortal, but he’s still a man, and our fathers would band together and kill him if he wanted to eat one of us every ten years. He protects us against the Wood, and we’re grateful, but not that grateful.”

Agnieszka loves her valley home, her quiet village, the forests and the bright shining river. But the corrupted Wood stands on the border, full of malevolent power, and its shadow lies over her life.

Her people rely on the cold, driven wizard known only as the Dragon to keep its powers at bay. But he demands a terrible price for his help: one young woman handed over to serve him for ten years, a fate almost as terrible as falling to the Wood.

The next choosing is fast approaching, and Agnieszka is afraid. She knows—everyone knows—that the Dragon will take Kasia: beautiful, graceful, brave Kasia, all the things Agnieszka isn’t, and her dearest friend in the world. And there is no way to save her.

But Agnieszka fears the wrong things. For when the Dragon comes, it is not Kasia he will choose.

Opinião:
Desde que este livro foi lançado que me apercebi da quantidade de pessoas que falavam bem dele. No geral foi um livro bastante bem recebido pelos leitores e que foi alvo de reviews bastante positivas. Assim sendo foi com algum entusiasmo que iniciei o livro, e se por um lado gostei bastante da premissa, achei que o desenvolvimento da mesma deixou bastante a desejar. Principalmente na recta final da narrativa. Tendo em conta que não estou propriamente dentro do folclore que foi usado como base para a história, ainda pensei que o desenvolvimento que a autora deu à narrativa poderia daí advir. Contudo começo a duvidar um pouco dessa ideia.

Basicamente esta é a história de Agnieszka. Desde pequena que ela sempre soube que a sua melhor amiga, Kasia, iria ser escolhida para ir morar durante 10 anos com o Dragão. Não só ela é bonita, como também é bastante capaz, inteligente e corajosa. Tudo aquilo que o Dragão parece admirar. Contudo no dia da escolha toda a gente é surpreendida quando em vez de Kasia o Dragão escolhe Agnieszka.

É a partir daqui que a história se desenvolve e que começamos a perceber o que se passa. Praticamente a floresta tem vida e não só "caça" pessoas como também está a começar a tentar invadir as aldeias que vivem nela. Quanto às pessoas caçadas, estas podem voltar, mas contaminadas e diferentes ou podem não voltar de todo.

Ao ir viver com o Dragão, Agnieszka acaba por descobrir qual a particularidade em si que levou o Dragão a escolhê-la. E enquanto ao início parece que ela é algo totó, a verdade é que ela simplesmente não está preocupada em agradar e nem sequer tem a noção daquilo de que é capaz. Contudo à medida que a história se vai desenrolando Agnieszka começa a crescer e começamos a perceber que na realidade ela é bastante inteligente e com uma capacidade surpreendente para se adaptar às mais variadas situações. Ao mesmo tempo é uma personagem com um coração enorme que não mede os riscos a correr desde que o seu objectivo seja ajudar os outros.

Quanto ao Dragão, é um personagem mais distante e parece algo frio e desdenhoso, contudo ao longo da narrativa e através das explicações da Agnieszka o leitor começa a perceber o seu feitio e a gostar dele. Quanto à Kasia, esta tem um papel bastante importante na história e torna-se em algo bastante especial.

A floresta em si é bastante assustadora, tanto pela maneira como age como pelos objectivos que tem. Conhecer a história do que ela é e de como foi formada foi bastante gratificante. No final fica uma sensação de tristeza pelo que poderia ter sido. Contudo ao mesmo tempo o leitor sente-se reconfortado com o final que a autora nos dá. Mostrando que o importante é a bondade, a compreensão e a aceitação.

E por tudo isto poderia ter adorado o livro, e a verdade é que gostei bastante dele até mais de metade. Contudo chegou uma altura em que achei que a autora começava a enrolar a narrativa. Isto foi a partir do momento em que Agnieszka partiu para a corte. Não só a autora começou a enrolar como a partir daí os acontecimentos foram completamente descabidos, não se enquadrando no tipo de história que estava a ser contada. Havia situações que apareciam do nada sem qualquer tipo de explicação ou sentido, o que me deixou cada vez mais frustrada porque não existia qualquer raciocínio lógico para o que estava a acontecer ou a maneira de agir dos personagens.

Assim sendo um final que poderia ter sido sublime e cheio de sentimento deixou-me algo insatisfeita porque já estava tão impaciente por chegar ao final que nem sequer consegui aproveitá-lo. Neste momento logicamente consigo ver como o final encaixa no todo da narrativa e como foi bem pensado e conseguido, mas continuo a sentir que não foi suficiente porque os meus sentimentos negativos continuam a influenciá-lo.

Só posso dizer que apesar de ter gostado, fiquei um bocado desiludida. Contava gostar muito deste livro e acabei por achar que é engraçado, mas nada de especial.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Peek-a Book #2



E visto que já passaram três meses desde o último Peek-a Book está na altura de cada uma espreitar a estante da outra e escolher um livro para a outra ler.


[Joana] - Este mês decidi que a Rita iria ler algo que considero um pouco diferente. O escolhido foi A Canção de Kali. Foi um livro do qual tinha ouvido falar maravilhas e só posso constatar que todas elas são realidade. Achei-o um livro soberbo, com descrições magníficas, que fazem com que o leitor acredite que está a acompanhar os personagens de tão vividas as descrições são. Além disso é um livro que tem um tom sombrio e que prende o leitor dos acontecimentos terríveis que vão acontecendo. Uma pessoa sente que está constantemente a caminhar em pontas de pés. Assim sendo achei que seria a leitura perfeita para uma mudança de ares. 

[Rita] - Já eu este mês vou ser um pouco mázinha (ou talvez não, quem sabe?!), pois decidi que a Joana irá ler um livro que me deixou dividida entre a qualidade da escrita e potencial da trama e a seca que apanhei em diversos momentos. Trata-se de Jonathan Strange & Mr Norrell de Susanna Clarke e estou muito curiosa para saber o que ela vai achar. Será que vai sentir o mesmo que eu ou vai pertencer ao grupo das pessoas que ficaram maravilhadas com esta obra? Não sei, mas cá estaremos para descobrir :)



quarta-feira, 15 de junho de 2016

Feira do Livro 2016

E mais uma Feira do Livro chegou e partiu. Que me recorde este terá sido o ano em que mais vezes fui à feira. Não só para comprar, mas também para passear. A maior parte das compras foram programadas. Mas também houve algumas completamente inesperadas. Posso ainda acrescentar que excedi largamente o orçamento que tinha para este ano, mas conto para o ano ter muito menos coisas para comprar. Sei que sendo leitora é algo estranho estar a fazer uma observação destas, mas a realidade é que cada vez compro menos em português, e o pouco que compro é para acabar colecções que já iniciei ou livros que encontro a preços irrisórios.

Não poderia deixar de aparecer no dia de abertura da feira para fazer o que chamo de reconhecimento. Assim sendo fui de caneta e lista em punho desbravar terreno e ver o que me compensava comprar. Acabei por fazer algumas aquisições:

O Alias estava em pré venda e por isso teve que vir comigo para casa porque andava à mais de um mês à espera que ele saísse. Os outros três são da Saída de Emergência. Assim que vi que o do Stephen Hunt estava na banca dos 5€ decidi que tinha que vir de oferta comigo, assim sendo trouxe o segundo da Bishop para casa e também o último do Acácia visto que contava comprar o 5º na hora H.


Dois dias depois acabei por voltar à feira para adquirir um dos livros do Martin que me falta, Histórias dos Sete Reinos. Aproveitar que estava como livro do dia visto que sendo a galinha dos ovos de ouro nunca entra na hora H.


A ida seguinte à Feira do Livro foi na primeira segunda-feira. Acabei por trazer apenas metade dos livros que queria da hora H visto que ainda eram alguns. Terminada a colecção da Anne Rice editada pela Europa-América fica-me a faltar O Príncipe Lestat que foi agora editado por outra editora. Ao ver a lista dos livros do dia fui relembrada de dois livros, Quando o Cuco Chama e Mary Poppins, acabei por trazer ambos para casa. E foram estas duas das compras inesperadas. Visto que passei pela Relógio d'Água, aproveitei e trouxe ainda o Lady Susan para se juntar à colecção incoerente de clássicos que tenho cá por casa.


Mais para o final da semana acabei por voltar à feira para comprar o primeiro livro do Arlidge que estava como livro do dia. Visto que o autor cá vinha dar autógrafos e eu tinha que ir decidi que tinha que adquirir um livro dele. Como oferta trouxe ainda o que penso ser uma novela de um outro autor e que precede o livro actualmente editado em Portugal. Entretanto nas minhas passeatas acabei por e visitas a algumas bancas cujo o pessoal já é conhecido fiquei curiosa com a BD do Tony Sandoval e trouxe As Serpentes de Água que estava em promoção. No dia a seguir voltei lá para ir buscar o Mil Tormentas que estava como livro do dia. Estas foram mais duas aquisições inesperadas. Adoro o tipo de desenho do autor e achei tanto o desenho da capa como a página inicial do livro lindíssima que pronto, teve mesmo que ser.



















Nova visita à feira para nova dose de hora H viu-me trazer os livros que me faltavam: o 5º volume do Acácia da Saída de Emergência, Na Sombra da Vida e a Viajante da Casa das Letras, Possessão da Quinta Essência e A Cidade das Almas Perdidas da Planeta. Este último não estava na hora H, mas tive sorte e consegui trazê-lo por um preço muito jeitoso.

Acabei por ainda fazer mais duas visitas à feira, uma delas fui mesmo só acompanhar uma amiga e passear e a outra foi para a sessão de autógrafos do M. J. Arlidge. O Senhor é extremamente simpático e conversador, sempre com um sorriso e dá autógrafos bastante personalizados. Para minha desgraça não resisti e acabei por comprar o terceiro livro do autor. Não é que tenha o segundo, mas esse já o li e achei que teria mais piada comprar um que ainda não tenha lido. 


 








E pronto, este ano foi assim. Repleto de novos livros e de muita diversão adorei cada momento que passei na feira, tenha ele sido sozinha ou acompanhada. Experimentei comer em alguns sítios e gostei bastante daquilo que provei, o Cachorro Vadio e as Tripas on Wheels. Agora é esperar e rezar para que 2017 chegue rápido rápido.