domingo, 6 de maio de 2018

Opinião - One With You

Ficha Técnica:
Autor: Sylvia Day
Série: Crossfire, #5
Páginas: 482
Editor: St. Martin's Griffin
ASIN: B0183KJZE0

Sinopse:
Gideon Cross. Falling in love with him was the easiest thing I've ever done. It happened instantly. Completely. Irrevocably.

Marrying him was a dream come true. Staying married to him is the fight of my life. Love transforms. Ours is both a refuge from the storm and the most violent of tempests. Two damaged souls entwined as one.

We have bared our deepest, ugliest secrets to one another. Gideon is the mirror that reflects all my flaws ... and all the beauty I couldn't see. He has given me everything. Now, I must prove I can be the rock, the shelter for him that he is for me. Together, we could stand against those who work so viciously to come between us.

But our greatest battle may lie within the very vows that give us strength. Committing to love was only the beginning. Fighting for it will either set us free ... or break us apart.

Opinião:
E ao fim de não sei quanto tempo lá li a porcaria do livro para poder acabar a série. No geral achei que estava mais ao menos ao nível dos livros anteriores.

A parte interessante no livro para mim deixou de ser o sexo. Para ser sincera, quando chegava a essas partes muitas das vezes até optava por passar os olhos rapidamente pelas páginas. Aquilo que acabou por me puxar mais no livro acabou por ser a evolução dos personagens, a maneira como se  vão desafiando constantemente a ultrapassar as barreiras que construíram à sua volta. A maior evolução acaba por ser do Gideon, que tem que aprender a abrir-se para com a Eva. Aprender que ela sabe tomar conta dela e que ele não tem que carregar o peso do mundo sozinho. Eles são uma equipa e se não aprenderem a trabalhar como tal a sua relação nunca irá dar resultado.

Gostei ainda das reviravoltas que existiram durante a história, ao mesmo tempo que fiquei satisfeita por finalmente perceber as atitudes de determinados personagens e ver que estão a fazer um esforço para que as coisas mudem. Claro que existem várias antagonistas ao longo da narrativa e que é isso que faz a história avançar, mas ao fim e ao cabo estas antagonistas não são propriamente fortes, nem têm propriamente personalidade. Só servem mesmo para impulsionar a narrativa.

Talvez tivesse gostado mais do livro se o tivesse lido à algum tempo atrás. Neste momento considero que tem algumas falhas que talvez antigamente não me tivessem saltado à vista. Mas não deixa de ter sido uma série que serviu para entreter.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Opinião - Out of Oz

Ficha Técnica:
Autor: Gregory Maguire
Série: The Wicked Years, #4
Páginas: 568
Editor: William Morrow Paperbacks
ISBN: 0060859733

Sinopse:
Oz is knotted with social unrest: The Emerald City is mounting an invasion of Munchkinland, Glinda is under house arrest, the Cowardly Lion is on the run from the law, and Dorothy is back. Amid chaos and war, Elphaba’s green granddaughter born at the end of "Son of a Witch", comes of age. Rain will take up her broom, and bring the series to a close.

Opinião:
E ao fim de uma série de anos lá acabei por ler o último livro desta tetralogia. Confesso que se não fosse o facto de o livro se enquadrar num dos desafios que tenho provavelmente continuaria enfiado numa caixa lá por casa a aguardar a sua vez. A leitura dos três primeiros livros foi feita com edições portuguesas e a experiência foi péssima. Sono era a palavra de ordem cada vez que pegava num dos livros. Mas como sou teimosa achei que os devia terminar.

Não sei se era a tradução que era má, não sei se o autor evoluiu bastante neste último livro, ou se por ventura fui eu que cresci enquanto leitora de há anos para cá. A verdade é que gostei bastante deste livro. Mais do que alguma vez poderia imaginar! E se por um lado isso me deixa bastante contente, por outro deixa-me com vontade de bater em mim própria por ter demorado tanto tempo a pegar nele.

Há muitos factos dos quais não me lembro, muitos pormenores que eventualmente me passaram ao lado. Sinto também que eventualmente deveria ler a série original em que se baseiam estes livros. Mas mesmo assim fui capaz de apreciar a narrativa.

Gostei bastante da escrita do autor, do que ele ainda tinha para contar. Gostei das relações entre os personagens e da maneira como interagem uns com os outros. Gostei especialmente da Rain com o seu feitio tão peculiar e com a sua maneira de ver as coisas tão diferente dos outros.

O final traz-nos algumas surpresas e deixa algumas questões em aberto. A maior parte dos personagens acaba por ter um final aberto, onde muita coisa ainda pode acontecer, deixando o leitor com um sabor agridoce na boca. Contudo não deixa de ser um final satisfatório. Ver a Rain a crescer e a desenvolver-se, a tornar-se uma espécie de herdeira da Elphaba, foi gratificante.

Foi um prazer conviver com os personagens, apesar de já só me lembrar dos mais icónicos. Existem alguns que são simplesmente hilariantes por causa de toda a sua má disposição!

Fica o desejo de um dia ter tempo para reler a série em inglês para tentar perceber se dessa forma sou capaz de a apreciar melhor.

sábado, 28 de abril de 2018

Opinião - The High Mountains of Portugal

Ficha Técnica:
Autor: Yann Martel
Páginas: 370
Editor: Spiegel & Grau
ASIN: B00X2FDZ7K

Sinopse:
In Lisbon in 1904, a young man named Tomas discovers an old journal. It hints at the existence of an extraordinary artifact that--if he can find it--would redefine history. Traveling in one of Europe's earliest automobiles, he sets out in search of this strange treasure.

Thirty-five years later, a Portuguese pathologist devoted to the murder mysteries of Agatha Christie finds himself at the center of a mystery of his own and drawn into the consequences of Tomas's quest.

Fifty years on, a Canadian senator takes refuge in his ancestral village in northern Portugal, grieving the loss of his beloved wife. But he arrives with an unusual companion: a chimpanzee. And there the century-old quest will come to an unexpected conclusion.

The High Mountains of Portugal--part quest, part ghost story, part contemporary fable--offers a haunting exploration of great love and great loss. Filled with tenderness, humor, and endless surprise, it takes the reader on a road trip through Portugal in the last century--and through the human soul.

Opinião:
Este foi um livro deveras estranho. Não sei bem o que pensar dele. Se por um lado gostei bastante das histórias individuais, por outro lado a lógica do livro escapou-me completamente.

Basicamente somos presenteados com três histórias que na sua essência falam acerca da morte de um ente querido e como cada um lida com essa situação. Há mistura temos alguns momento surreais, principalmente na segunda história. Cada história funciona bastante bem sozinha, e é também fácil o leitor perceber a ligação entre a ligação, o fio condutor, entre as três histórias. Os personagens que se cruzam, os acontecimentos que ligam os personagens que vamos conhecendo.

Além do discurso acerca da morte, existem também referências e debates acerca da religião e ao modo como ela é percebida por diferentes pessoas.

Gostei bastante da escrita do autor e adorei o facto de estar a ler um livro em inglês onde aparecem frases e expressões portuguesas, principalmente porque o autor não é português. Acho que dá algum encanto ao livro e faz ao leitor sentir que o autor se esforçou no seu papel. Ao mesmo tempo é interessante ver os nomes das nossas ruas, os locais que conhecemos serem descritos por alguém que, essencialmente, não tem Portugal como a sua casa.

O que me ficou a faltar foi perceber onde o autor queria chegar com a ligação entre as histórias. Não conseguir compreender a revelação que é feita no final e por isso não compreendo a lógica da decisão do autor. Possivelmente estará escondido algum significado mais profundo que não consegui desvendar e que poderá trazer a iluminação que me faltou.

De qualquer modo foi um livro que gostei de ler e que prefiro ver como três histórias separadas de modo a poder apreciá-lo devidamente.

sábado, 21 de abril de 2018

Mini-Opinião - Stars Over Castle Hill

Ficha Técnica:
Autor: Samantha Young
Série: On Dublin Street, #6.6
Páginas: 139
Editor: ?
ASIN: B06XXQV5D7

Sinopse:
Joss and Braden Carmichael are blissfully married living in their townhouse on Dublin Street with their three beautiful children. It's a life Joss never expected to have, and one she's grateful for every day. But... what if she never met Braden and Ellie Carmichael on that fateful day when she was only twenty-two years old?

When Joss is asked to write a story about how her life might have turned out if a pivotal moment in it never happened, she thinks of the day she met both Braden and Ellie Carmichael. If she had never met them where might she have ended up? Joss believes no matter where life may have taken her it would have inevitably led her to Braden. But what if she was thirty instead of twenty-two when they met? How would she have felt about risking her heart then?
And even if she was older and wiser and ready to fall madly in love, what if too much had happened to Braden to make him the man that would risk his heart to save hers?
Will time be their enemy... or is it possible that two souls are meant for one another in any reality?

Opinião:
Eu adoro esta série. Desde o início que senti afinidade com os personagens criados e essa afinidade só foi crescendo ao longo dos inúmeros livros. Fiquei extremamente contente quando vi que esta novela tinha saído, afinal de contas não é todos os dias que temos oportunidade de revisitar uma séria que adoramos.

Esta é uma novela que mostra o que poderia ter acontecido no caso de o Braden e a Joss não se terem conhecido quando conheceram. Para a Joss o resultado seria óbvio. Os seus caminhos acabariam por se cruzar mais tarde, e ambos iriam ter desafios diferentes para enfrentar, contudo no final iriam conseguir ficar juntos porque foi para isso que ambos nasceram.

Gostei especialmente da reacção do Braden no final do livro, e não posso deixar de comentar o quão adoráveis são os filhos de ambos. Têm personalidades bastante parecidas com os pais o que quer dizer que são todos hilariantes!

Fica o desejo de continuar a ter a possibilidade de conhecer um pouco mais das suas histórias.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Opinião - Lola and the Boy Next Door e Isla and the Happily Ever After

Ficha Técnica:
Autor: Stephanie Perkins
Série: Anna and the French Kiss, #2 e #3
Páginas: 386 e 352
Editor: Dutton Books
ASIN: B004RKXHZY e B009VMBPX4

Sinopse:
Lola and the Boy Next Door
Lola Nolan is a budding costume designer, and for her, the more outrageous, sparkly, and fun the outfit, the better. And everything is pretty perfect in her life (right down to her hot rocker boyfriend) until the Bell twins, Calliope and Cricket, return to the neighborhood. When Cricket, a gifted inventor, steps out from his twin sister's shadow and back into Lola's life, she must finally reconcile a lifetime of feelings for the boy next door.


Isla and the Happily Ever After
From the glittering streets of Manhattan to the moonlit rooftops of Paris, falling in love is easy for hopeless dreamer Isla and introspective artist Josh. But as they begin their senior year in France, Isla and Josh are quickly forced to confront the heartbreaking reality that happily-ever-afters aren’t always forever.

Their romantic journey is skillfully intertwined with those of beloved couples Anna and Étienne and Lola and Cricket, whose paths are destined to collide in a sweeping finale certain to please fans old and new.

Opinião:
Já foi à alguns anos que li Anna and the French Kiss. Tenho a ideia que os restantes livros nunca chegaram a ser publicados em português e por isso a série foi ficando para trás. Com o reaparecimento do desafio Finishing the Series, achei que esta seria uma excelente oportunidade e assim sendo aqui estou!

No geral ambos os livros são bastante agradáveis. Todos os personagens estão relativamente bem construídos, as histórias são interessantes devido aos obstáculos interiores que cada personagem tem que ultrapassar e existem momentos fofinhos de derreter o coração de qualquer pessoa.

Não deixaram de existir pequenas coisas nos livros que me desagradaram, mais no da Lola que no da Isla, mas não deixei que isso me arruinasse os livros. Essencialmente o que me irritou sobremaneira no livro da Lola foi a sua incapacidade em decidir o que quer da vida. Passou mais de metade do tempo a brincar com os sentimentos do namorada, bem como com os sentimentos do Cricket. E eu detesto este tipo de situações. É praticamente um triângulo amoroso e neste momento não tenho muita paciência para esse tipo de coisas. No caso da Isla, aquilo que mais me chateou foi a sua atitude quando recebeu a BD criada pelo Josh. Achei que não havia propriamente um motivo para ela se comportar como comportou tendo em conta aquilo que nos foi dado conhecer da história dela.

Enquanto que o meu problema com o livro da Isla foi mais pontual, o problema com o livro da Lola foi ao longo de quase todo o livro. De certa forma consegui fazer com que isso não me afectasse em demasia, mas não quer dizer que não me tenha estragado um pouco os livros e que poderia ter gostado muito mais dos mesmos.

Gostei bastante de rever a Anna e o Étienne, não só como casal, mas também pelo modo como a sua história se entrelaça com a dos personagens que aparecem nos livros seguintes e como eles acabam por funcionar como o ponto de ligação entre toda a gente.

Esqueci-me de referir que achei interessante o facto de a autora ter uma personagem, a Lola, que praticamente se veste de uma maneira que outras pessoas iriam achar aberrante. É quase como se a Lola todos os dias andasse disfarçada, tendo em conta a maneira como se veste e o facto de usar perucas. Existe uma parte em que o Crocket diz à Lola que ela não se vestindo assim é que se se tivesse fechado, porque aquilo que ela veste reflecte o seu estado de espírito e por isso nessas alturas ela não está a tentar esconder-se, mas sim a mostrar quem realmente é. Isso deixou-me a pensar e obrigou-me a adoptar um ponto de vista completamente diferente daquele que seria o primeiro que iria ter.

Termino esta opinião dizendo que considero o facto de ter demorado tanto tempo a terminar a série ridículo. Assim que peguei nela lia num instante. Afinal de contas as histórias são fofinhas e cativantes o que leva a uma leitura rápida e a um sentimento de satisfação no final.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Opinião - Big Man

Ficha Técnica:
Autor: Penny Wylder
Páginas: 193
Editor: ?
ASIN: B077Y7K6YW

Sinopse:
He thinks he's too big for me. I like a challenge.

On my 25th birthday I received a letter. My mother had left me a piece of land in her will-- the farm I grew up on as a child. Her last request was that I restore it... and how could I say no?
So I returned to my little town full of big memories. Nothing has changed here.
Except for Grant Werther.
When we were kids, I barely saw him. Now I can't miss him. The guy is HUGE; all muscle and beard, like some hardened mountain man. He's intimidating... and definitely sexy, in an alpha-male-cowboy kind of way.
Turns out his dad owns part of my farm and he's got the papers to prove it. That means I can't do anything without Grant's approval. On top of that, this jerk says I'm too “city girl” to be here.
And the way he openly stares at my ass in my cut-off jeans makes it clear what he thinks I'd be good at.
He's the biggest man I've ever seen and I admit, I'm curious what he's hiding in his boxers.
I didn't know he'd catch me peeking.
Now he won't stop teasing me. He keeps saying I could never handle him, that he'd break me in two. I know I don't have to prove him wrong...
But I want to.

Opinião:
Esta opinião irá ser bastante curta pois praticamente só tenho coisas más a dizer acerca do livro e não pretendo andar a perder tempo com aquilo que não merece.

Basicamente este livro foi mau em todos os sentidos. A história é bastante básica e simples. Os personagens são bastante indiferentes, não têm muitas camadas e não têm propriamente interacções que fascinem o leitor e que demonstre a conexão que há entre ambos.

A conversa do livro é toda a mesma, a protagonista a dizer o quão grande ele é em todos os aspectos. A sério, cheguei ao fim de meia dúzia de páginas e já só pensava que sim, já tinha percebido a ideia. Com tanta coisa que a autora podia dizer, com tanta cena erótica que podia criar o discurso era sempre o mesmo. Tenho ideia que até li várias vezes a mesma frase ao longo do texto. Ou seja, não só o livro é repetitivo como até as cenas de sexo são um bocado decepcionantes.

Definitivamente um livro que para mi não teve nada de bom.

sábado, 7 de abril de 2018

Opinião - The Guilty e End Game

Ficha Técnica:
Autor: David Baldacci
Série: Will Robie, #4 e #5
Páginas: 432 e 416
Editor: Grand Central Publishing
ASIN: B00U6DNY5O e B06WGTZXG7

Sinopse:
The Guilty: Will Robie is the government's most professional, disciplined, and lethal assassin. He infiltrates the most hostile countries in the world, defeats our enemies' advanced security measures, and eliminates threats before they ever reach our shores.
But now, his skills have left him. Sent overseas on a critical assignment, he fails, unable to pull the trigger. Absent his talents, Robie is a man without a mission, and without a purpose.
To recover what he has lost, Robie must confront what he has tried to forget for over twenty years: his own past.
THE GUILTY
Will Robie escaped his small Gulf Coast hometown of Cantrell, Mississippi, after high school, severing all personal ties, and never looked back. Not once. Not until the unimaginable occurs. His father, Dan Robie, has been arrested and charged with murder.
Father and son haven't spoken or seen each other since the day Robie left town. In that time, Dan Robie--a local attorney and pillar of the community--has been elected town judge. Despite this, most of Cantrell is aligned against Dan. His guilt is assumed.
To make matters worse, Dan has refused to do anything to defend himself. When Robie tries to help, his father responds only with anger and defiance. Could Dan really be guilty?
With the equally formidable Jessica Reel at his side, Robie ignores his father's wishes and begins his own desperate investigation into the case. But Robie is now a stranger to his hometown, an outsider, a man who has forsaken his past and his family. His attempts to save his father are met with distrust and skepticism . . . and violence.
Unlike the missions Robie undertook in the service of his country, where his target was clearly defined, digging into his father's case only reveals more questions. Robie is drawn into the hidden underside of Cantrell, where he must face the unexpected and possibly deadly consequences of the long-ago choices made by father and son. And this time, there may be no escape for either of them.


End Game: Will Robie and Jessica Reel are two of the most lethal people alive. They're the ones the government calls in when the utmost secrecy is required to take out those who plot violence and mass destruction against the United States. And through every mission, one man has always had their backs: their handler, code-named Blue Man.

But now, Blue Man is missing.

Last seen in rural Colorado, Blue Man had taken a rare vacation to go fly fishing in his hometown when he disappeared off the grid. With no communications since, the team can't help but fear the worst.

Sent to investigate, Robie and Reel arrive in the small town of Grand to discover that it has its own share of problems. A stagnant local economy and a woefully understaffed police force have made this small community a magnet for crime, drugs, and a growing number of militant fringe groups.

But lying in wait in Grand is an even more insidious and sweeping threat, one that may shake the very foundations of America. And when Robie and Reel find themselves up against an adversary with superior firepower and a home-court advantage, they'll be lucky if they make it out alive, with or without Blue Man...

Opinião:
Esta é outra série que já andava para acabar à algum tempo. Não me devo alongar muito na minha opinião pois este tipo de história não é propriamente a minha praia e não quero estar a dizer algo que não deva.

Daquilo que me lembro dos livros anteriores achei que estes estavam mais ou menos à mesma altura. Tanto The Guilty como The End Game, são um pouco diferentes dos livros anteriores na medida em que se parecem quase com um livro de detectives. Tanto o Will como a Jessica de deslocam para um determinado local para tentar perceber o que se está a passar e tentar salvar a vida do pai do Will e o Blue Men. Tanto num livro como no outro o antagonista foi alguém completamente inesperado.

De um modo geral gostei bastante da maneira como a história se foi desenvolvendo nos dois livros. Por um lado gostei de ficar a saber mais sobre a famílio do Will, por outro gostei de ficar a saber mais acerca do Blue Men. É um personagem que sempre esteve presente, mas sobre o qual nunca se soube grande coisa. Fiquei triste por não ter visto um pouco da Julie, sendo estes os últimos dois livros, gostava que tivessem acabado sem que esta tivesse sido esquecida. Ao fim e ao cabo ela teve um grande impacto na maneira como o Will evoluiu.

Houve quem não tenha gostado muito destes dois últimos livros, a mim não me fez confusão. Ao longo do tempo temos vindo a ver um Will que se preocupa com o seu futuro, que quer mais do que aquilo que tem. Que quer um futuro diferente, onde existam sentimentos. Que não quer mais estar sozinho. Assim sendo percebo o seu desejo por contacto, por o autor ter optado por ter tornado o último livro algo mais pessoal para os personagens, e que tenha tentado que florescesse uma relação entre o Will e a Jessica.

Essencialmente houve apenas um aspecto que não me agradou e prende-se com o livro The Guilty. Foi a maneira que o autor arranjou para ficarmos a saber mais acerca da história do Will. Soou-me a desculpa a maneira como tudo aconteceu. A ligação que fizeram sobre o falhanço dele e os problemas que ele tem com o pai soaram-me a oco e a desculpa e isso deixou-me algo frustrada porque acho que não havia necessidade.

Tirando isso gostei bastante da série. Tenho pena que tenha chegado ao fim pois gostaria de saber mais acerca dos personagens e até onde são capazes de ir. Pode ser que o autor nos presenteie de futuro com um conto acerca dos mesmos.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Opinião - Série More Than

Ficha Técnica:
Autor: Jay McLean
Série: More Than, #1 - #5
Páginas: 311, 344, 261, 380 e 454
Editor: ?
ASIN: B00DVEUGZ6, B00GQZ653E, B00I32J1MU, B00LPUXAGK e B017O6EWFQ

Sinopse:
More Than This:
When Mikayla imagined her prom night, she envisioned a fairy-tale evening full of romance. So when betrayal and tragedy come in quick succession, Mikayla is completely destroyed. Suddenly, everything she loved and everyone she relied on are tragically, irrevocably gone.

Jake, a handsome boy she just met, happens to witness her loss. With no one to turn to, Mikayla is forced to depend on this near stranger and his family, and he in turn is determined to take care of her. But Mikayla—thrust into adulthood with no one to guide her—is desperate to contain her grief and hide what she considers to be her weakness. Mikayla and Jake both want more, but despite their growing closeness and intense chemistry, she tries to keep her distance and protect her heart. As he does everything in his power to win her trust, Mikayla must choose between remaining alone and safe or letting love in.


More Than her:
"For every action there is an equal or opposite reaction."

For every choice you make there are rewards,
or there are consequences.
It was my choice to walk away the first time.
And my choice to chase her the second.
But sometimes you don't get a choice,
and all you get are the consequences.

"Being deeply loved by someone gives you strength,
while loving someone deeply gives you courage.”

Unless that someone is Logan Matthews.
Because loving him didn't give me
the strength to walk away.
It didn't give me
the courage to fight for him.
And when it was over,
all it gave me was a broken heart.


More Than Him:
"Our deepest fear is not that we are inadequate. Our deepest fear is that we are powerful beyond measure. It is our light, not our darkness, that most frightens us." - Marianne Williamson

We live in a world of darkness and shadows,
where monsters hide and aim to ruin.
And they did.
They ruined us and turned our dreams into nightmares.
But now we're back.
And we're fighting.
Not just for us, or for each other, but for our light.


More Than Forever:
-LUCY-
There is a love so fierce it cannot be measured.
A heart so strong it will never slow.
There is a promise so sure it can never lie.
He promised me that love forever.
Even when it wasn't enough.

-CAMERON-
Forever. Everlasting. Eternal.
There is no measure of time.
No sounds of the ticking of a clock.
Just the rising and falling of the sun.
And our own sense of forever.

But our forever isn't always.

More Than Enough:
There’s no emotion greater than fear.
No ache greater than grief.
No sound greater than silence.
***
I’m grateful he showed up on my doorstep,
pissed off and angry at the world.
If he hadn’t, I wouldn’t be here.
And I don’t just mean here on this journey with him.
I mean here, in this world.
***
I wonder what events in all our lives—hers included—are The Turning Points? The points where we all determine that the fear of our pasts and the uncertainty of our futures are greater than our need for happiness.
Here.
Now.
While time and everything around us stands unmoving… who’s to say we can’t have it all?
***
We wanted it all.
We wanted it with each other.
We thrived on the chaos we created.
And ignored the Mayhem that ensued.
Because falling in love was easy.
But sometimes, love isn’t enough.

Opinião:
Depois de ter começado pelo livro errado, lá peguei então nas coisas pela ordem certa e li estes livros de seguida. Não me vou alongar sobre cada um individualmente se não não saiu daqui.

Vou começar por dizer que no geral gostei bastante da série. Os personagens são diversificados, cada um com os seus problemas e pesadelos, cada um com a sua maneira de enfrentar aquilo que os consome. Não só a autora cria personagens principais interessantes, como os personagens secundários também cativam. Os pais dos vários personagens são todos 5 estrelas, apesar de terem maneiras muito diferentes de estar e de lidar com a vida.

A única coisa que me aborreceu um pouco apesar de certa altura é a necessidade de tanta tragédia. Isso e o facto de a autora repetir um pouco a fórmula como o livro se desenvolve. Primeiro um personagem ajuda o outro a resolver os seus problemas, depois esse personagem vai-se abaixo e é o outro que agora vai fazer o papel de salvador. O único livro onde isso definitivamente não acontece é no primeiro porque ao Jake nunca lhe aconteceu nada de mal.

Quando eu digo que tudo acontece a esta gente é porque é de tudo! No primeiro livro temos a morte dos pais da protagonista, no segundo e terceiro temos um personagem que era espancado pelo pai e pela mãe e uma personagem feminina que tem traumas com tempestades e sangue devido a uma experiência traumática quando era mais nova. No quarto livro não existe propriamente uma experiência tramática no passado, mas existe uma no presente. E no quinto livro temos uma personagem que viu o namorado morrer e um personagem que vê o seu amigo fazer algo não muito simpático.

A sério, não podiam chatear-se mais vezes por coisas "parvas" como acontece com a Lucy e o Cameron? É que chega a uma altura em que parece que a única maneira de seres feliz e conseguires encontrar a tua alma gémea é se te acontecer alguma desgraça que faça com que exista a necessidade de alguém para te ajudar a ultrapassá-la! Esta minha ligeira irritação reflecte-se na minha apreciação dos livros. A verdade é que os com menos drama foram aqueles que eu mais gostei.

Quanto à história do Dylan, achei que não era propriamente importante. Até porque a partir de uma certa altura ele deixou de estar tão presente na vida dos outros personagens, ficando algo esquecido. Ao mesmo tempo quando li os livros Lucas e Logan tanto o Logan como o Jake aparecem, mas não existe nenhuma menção ao Dylan, o que dá a sensação que ele não é importante de todo. Além disso existem alguns pormenores do livro que parece não terem sido bem pensados, ou que parece terem sido apressados.

Acho que o livro mais completo da série é sem dúvida o do Cameron e da Lucy. A história deles é uma história de crescimento e partilha. É uma história que começa quando ainda mal sabiam o que era amor e que vai evoluindo ao longo do tempo. É uma história de aceitação quando as coisas se tornam complicadas, de não guardar rancor pelo que a vida está a fazer com eles. É um acreditar que as coisas vão melhorar. A autora é bastante capaz em mostrar como uma relação se pode deteriorar sem que ocorra propriamente uma catástrofe. Em que a falta de tempo e a falta de comunicação são os principais culpados para que as coisas não corram bem. Quando finalmente os personagens se apercebem disso já é tarde de mais.

Em jeito de resumo posso dizer que esta é uma série que recomendo. Histórias interessantes, com personagens cativantes e que são bem desenvolvidos. Além disso é hilariante ver a Lucy bêbada visto que pragueja como um marinheiro deixando toda a gente de queixo caído. Acho que só por isso já valia a pena ler a série, mas ela por si só também merece.

sexta-feira, 30 de março de 2018

Opinião - Lucas e Logan

Ficha Técnica:
Autor: Jay McLean
Série: Preston Brothers, #1 e #2
Páginas: 354 e 394
Editor: Amazon Digital Services
ASIN: B01M09N9BG e B074SF2HMJ

Sinopse:
Lucas:
In a sprint, every millisecond counts.
When you’re waiting for love, those milliseconds can feel like eons.

High school senior Lucas Preston has it all: star of the track team, a scholarship waiting for him, an apartment to himself and a revolving door of girlfriends. He also has an older sister, five younger brothers and a father who relies on him to make sure those brothers don’t kill each other.
His saving grace? Lois “Laney” Sanders, a girl he started to fall in like with when he was just eleven.
A girl who became his best friend, his confidant, his courage.

It took only sixteen clicks and eight seconds for Lucas to realize that his like for Laney had turned into love.
Eight life-changing seconds.
It’s also the exact length of time it took to lose her.


Logan:
As a kid, Logan Preston was a brat.
Through his teens, he became the bad boy.
Now, at nineteen, no one knows what the hell to expect.

High school dropout, Logan Preston is a good-for-nothing stoner. A black sheep.
A disappointment.
The worst Preston Punk of the lot.
At least that’s how everyone in his small town makes him feel.
But Logan Preston has secrets.
Secrets so dark and so deep below the surface that the only way he can fight them is to stay high, high, high.
He wears cockiness as a mask.
Arrogance as his armor.
Until one girl, one night, asks one life-changing question:
What's beneath the bravado, Logan Preston?

Opinião:
E como eu acho que sou especial comecei a ler o spin-off antes da série original. Contudo só me apercebi disto ia já a meio do primeiro livro, pelo que decidi terminá-lo, ler o segundo livro da série e depois ler então a série original.

Esta série acerca dos irmãos Preston, dos quais Lucy é a única rapariga e também a irmã mais velha (a sua história é contada na série More Than). O Lucas é o mais velho dos rapazes, depois temos o Leo, o Logan, o Licoln e o Liam e por fim o Lachlan

Gostei bastante de ambas as histórias, mas um pouco mais da do Logan do que da do Lucas. Durante o seu livro o Lucas não lida propriamente com algo traumático que lhe aconteceu no passado. É verdade que ele teve uma vida difícil depois da morte da sua mãe, tal como qualquer um dos seus irmãos, mas a realidade é que nada que possa ser considerado extremamente traumático aconteceu. No seu livro acaba por ser mais a Lois que tem algo a ultrapassar de modo a que possa ser feliz. E aquilo que lhe acontece não é propriamente fácil de ultrapassar. É preciso ter muita coragem e força de vontade.

É fácil falarmos quando as coisas não acontecem a nós próprios. É muito mais difícil tomar uma atitude quando somos nós. Eu já andava desconfiada com o que andava a acontecer, por isso não foi uma grande surpresa quando finalmente se soube, mas a maneira como tudo acaba por dar para o torto foi marcante e acabou por ter impacto na maneira de estar do Logan, mesmo que isso não seja muito abordado no livro a seguir.

Não posso deixar de referir que o livro me surpreendeu pela positiva porque mal o comecei a ler fiquei com a lágrima no canto do olho. A mãe do Lucas era uma pessoa fenomenal que sabia sempre o que dizer e que o leitor sentia que a única coisa que ela tinha para dar era amor. Cada momento em que ela apareceu no livro foi um momento extremamente emotivo para mim.

Já o Logan é uma autêntica montanha russa. O Logan sempre foi o Preston mais complicado, bastante rebelde, sem querer saber das consequências. Deixou a escola, encharca-se em Maria Joana ao fim-de-semana. Ninguém consegue percebê-lo muito bem até que aparece Aubrey. A Aubrey é ligeiramente diferente na sua maneira de estar, e pode parecer estúpido, mas isso nota-se no tipo de roupa que veste. É meramente por acaso que ela e o Logan se tornam capazes de ver para além das máscaras que usam. Principalmente no caso do Logan uma pessoa acaba por ficar surpreendida com o tipo de pessoa que ele realmente é, e com o quão profundamente ele é capaz de sentir.

A viagem destes dois não é propriamente fácil, o Logan está constantemente a magoar a Aubrey por causa do seu vício. Não só a Aubrey, mas também a sua própria família. Quando finalmente parece que as coisas estão a melhorar a autora decide tirar-nos o tapete debaixo dos pés e é aí que o vemos a bater no fundo. A destruir-se a si mesmo e a destruir o coração da sua família e da Aubrey. É nesta altura que parte da família quer desistir dele, mas é também nesta altura que ocorre um milagre para a família, e é esse milagre que o vai ajudar a ganhar a força necessária para fazer o que é preciso para finalmente ficar bem.

Neste livro a autora tomou uma opção da qual não gostei muito, mas consigo viver com ela. Em contrapartida ao longo de dois livros deu-me um conjunto de personagens que simplesmente adoro. Uma família que se mantém unida e que não tem problemas em adoptar novos membros. Desde o primeiro livro que adoro o Lachlan e vê-lo a crescer de um livro para o outro foi maravilhoso. Ele é uma criança super doce, com um coração de ouro e que vê e sente mais do que aquilo que os irmãos imaginam.

Estou extremamente curiosa para saber sobre quem será o próximo livro. Existe uma série de possibilidades, ou a autora opta por saltar no tempo e fazer crescer os gémeos ou o Lachlan ou então vai entrar com o Leo. Esta segunda hipótese parece-me mais provável, até porque no final do segundo livro aparece alguém que deixa a maior parte das pessoas surpreendidas. Independentemente do que aí venha, quase de certeza que vou gostar.

quarta-feira, 28 de março de 2018

Opinião - Agnes Grey

Ficha Técnica:
Autor: Anne Brontë
Título Original: Agnes Grey
Páginas: 152
Editor:Europa-América
ISBN: 9789721058118
Tradutor: ?

Sinopse:
Agnes Grey é um retrato gritante do isolamento, estagnação intelectual e apatia emocional que rodeava muitas das governantas de meados do século XIX.
Uma novela em tom muito intimista, escrita a partir da experiência da própria autora, afirmou-se como um marco da literatura que lida com a evolução social e moral da sociedade inglesa.

Opinião:
E este livro começou de uma forma excelente, com as duas primeiras páginas da história em branco. Imaginem bem como é que eu fiquei! E pior, afinal faltam-me mais duas páginas um pouco mais para a frente. Como devem calcular, acabei a ler o livro em inglês só para não ter que me chatear.

Este foi o primeiro livro que lida da autora e posso dizer que gostei bastante. É uma crítica à sociedade bastante bem construída. É impossível não perceber onde é que a autora quer chegar. Ao mesmo tempo é fácil relacionarmo-nos com a personagem principal. Pelos momentos de desespero pelos quais ela passa, pelo quão implacável era o seu tratamento, e quão pouco podiam fazer para que isso mudasse. Deixa-me algo triste pensar que este livro será baseado nas vivências da própria autora. Não sei se conseguiria aguentar tão estoicamente tudo aquilo porque a protagonista passa.

E a protagonista em si é para mim uma mais valia.  A Agnes é uma pessoa extremamente bondosa e calma (dentro dos possíveis), que se tenta mostrar sempre bastante bem comportada e que não gosta de grandes alaridos. É uma pessoa simples, mas que de simples não tem nada tendo em conta os seus valores e o modo como os segue. É algo que me toca, ver como é possível desenvolver-se uma relação entre duas personagens, sem que muito seja dito, sem que haja alarido. A compostura da Agnes simplesmente cativa-me.

Tenho ainda o outro livro dela para ler. Daquilo que andei a ver foi um livro que provocou bastante choque na altura em que foi editado. Vamos lá ver o que sai dali!


 

segunda-feira, 26 de março de 2018

Opinião - Destiny on Ice, Resistance on Ice e Complications on Ice

Ficha Técnica:
Autor: S.R. Grey
Série: Boys of Winter, #1, #2 e #3
Páginas: 316, 224 e 268
Editor: ?
ASIN: B01N681UZD, B06Y1BBH6G e B075KKCJWM

Sinopse:
Destiny on Ice:
Hot hockey superstar Brent Oliver has it all—good looks, charm, dozens of endorsement deals, and a spectacular career.

Uh, nix that last one.

Brent has the talent and skill that should have his career soaring. But something is wrong. He’s lost his hockey mojo and can’t get it back.

Enter Aubrey Shelburne, life coach to the stars.

Aubrey’s worked with some difficult celebrities, but she’s never encountered a guy quite like Brent Oliver.

Or has she?

Seems a reckless night of partying, one that had Aubrey waking up in a strange man’s bed, is about to bite her in the ass. That is, if Brent doesn’t first.

Fighting an off-the-charts attraction, Aubrey and Brent must learn to work together. But it’s not an easy task when they’re at each other’s throats every minute.

Is this relationship a disaster in the making?

Or is it destiny?

Washboard abs and sex toy mishaps aside, Destiny on Ice is a fun and irreverent romp that’ll have you swooning on one page and laughing on the next.


Resistance on Ice:
Hockey star Nolan Solvenson is nothing short of skilled perfection, both on and off the ice. Or so everyone thinks. His teammates are constantly hitting him up for advice, but really, when it comes to his own life, Nolan can't seem to make the right moves anymore.

Blame it all on Lainey Shelburne, a woman he wants but is determined to keep at arm’s length. That’s why, after a few sexy encounters, he unceremoniously blows her off.

When they’re reunited, facing off against the fiery cocktail waitress becomes the challenge of his life. Lainey is furious with him for dumping her and wants nothing more than to kick him in the junk. But Nolan—typical man—is only interested in getting Lainey back in his bed.

That plan is shot all to hell when they reach a shaky truce and Lainey drops the bomb that all she’s looking for now is a "just friends" relationship with Nolan.

Take that, Mr. Hot Right Winger!

Suddenly, the "know-it-all" athlete is skating on thin ice as he tries to hide his burgeoning feelings from the one woman who has the ability to thaw his heart. But is Lainey willing to try a relationship with him again? Can Nolan resist the urge to walk away?

Resistance on Ice is a fun standalone novel and the second installment in the bestselling Boys of Winter hockey romance series.


Complications on Ice:
Fun-loving professional hockey player Benjamin “Benny” Perry is all about scoring, both on and off the ice. With his good looks and easygoing personality, women flock to him, which is great. It keeps things the way this Las Vegas Wolves forward likes—uncomplicated.

Too bad that’s all about to change.

When Benny decides to get back at his coach by pursuing his daughter, Eliza, who’s just returned to town under mysterious circumstances, complications abound. What begins as a simple conquest becomes anything but when Benny starts to really fall for Eliza.

But something is up.

Though Eliza seems to be as into him as he is to her, Benny senses she’s hiding something.

Or maybe she’s hiding someone.

Benny would never guess Eliza is hiding a baby—her baby. But it doesn’t end there. The father of her child just happens to be a hockey player too. And he’s Benny’s biggest nemesis.

Now he’s joining the team. Talk about complicated!

Complications on Ice is the 3rd standalone novel in the bestselling Boys of Winter hockey romance series.

Opinião:
Conto que esta opinião seja curta. Se pudesse dizer simplesmente para não lerem os livros porque não valem a pena seria isso mesmo que faria. Mas acho que uma explicação é sempre simpática e por isso aqui vai.

O problema dos três livros é essencialmente o mesmo. Sexo, sexo e mais sexo sem qualquer tipo de conteúdo. Estes não são livros em que as pessoas até se podem sentir atraídas uma pela outra e dão uma cambalhota e depois existe um desenvolvimento. Não. Estes são daqueles livros em que os personagens se sentem atraídos, dão uma cambalhota e continuam a dar cambalhotas. E só porque andam às cambalhotas decidem que se amam e que não sabem viver um sem o outro e que blá blá blá.

Please bitch! Dêem-me pelo menos algum conteúdo! Personagens interessantes com justificações plausíveis para de vez em quando agirem como completas idiotas em vez de com um cérebro. Dêem-me momentos em que existe uma conexão sentimental e psicológica entre os personagens além de física. Dêem-me um momento em que vemos que o personagem está a analisar as suas atitudes e chega à conclusão que o que fez foi errado. Este livro não tem anda disso, e por isso mais uma vez volto a dizer que é só sexo, sexo, sexo e mais sexo. E nem é assim um sexo tão interessante quanto isso. Mais, a parte do desporto ficou um bocadinho posta de parte. Acho que se podia ter visto mais.

Além disso o facto de dizerem especificamente que o Benny gosta de raparigas mais novas, fez-me imensa confusão. Ele tem 28 anos, se me recordo correctamente, e gosta de andar com miúdas mais novas, sendo o requisito que sejam pelo menos maiores de idade. Não é por nada, mas a maneira como nos é transmitida essa informação na história, e o facto de ele depois ficar com uma rapariga de 21 anos fizeram-me sentir que toda a situação era um bocadinho creepy e desconfortável.

É daquelas séries que possivelmente vou lendo conforme for saindo só mesmo por teimosia.

sábado, 24 de março de 2018

Opinião - Blood Fury

Ficha Técnica:
Autor: J. R. Ward
Série: Black Dagger Legacy, #3
Páginas: 432
Editor: Piatkus
ASIN: B073TY3MTX

Sinopse:
A vampire aristocrat, Peyton is well aware of his duty to his bloodline: mate with an appropriate female of his class and carry on his family's traditions. And he thought he'd found his perfect match - until she fell in love with someone else. Yet when his split-second decision in a battle with the enemy endangers the life of another trainee, Peyton has to face the idea that his future, and his heart, actually lie with another.

Novo, as a female in the Black Dagger Brotherhood's training program, feels like she has to prove herself to everybody - and she has no interest in being distracted by falling in love. But when Peyton proves to be so much more than a rich playboy, she is forced to confront the tragedy that has broken her soul and closed her off from love.

As the two grapple with Novo's past and Peyton's present, another couple must contend with an erotic connection that is unparalleled - and potentially scandalous. Saxton, who has had his heart broken, discovers in himself a deep-seated attraction to Ruhn, a new member of the household. But will the other male explore the connection? Or will he close his mind and his heart to what could be true love . . . and cost Saxton everything?

Opinião:
Duas histórias de amor bem fofinhas com muita acção à mistura. Na minha opinião esta série é fascinante porque permite à autora apresentar-nos novos personagens ao mesmo tempo que dá espaço para que a autora conte a história de personagens que já conhecemos, mas que são secundárias, ou que aborde pequenos problemas que possam estar a existir entre os casais da Irmandade.

Neste caso temos a história de Novo e Peyton, bem como a de Saxton e Ruhn. E posso dizer que me sentia excitada por finalmente ter acesso a ambas as histórias. Por um lado já tinha dado para perceber que Saxton se tinha sentido atraído por Ruhn e tinha bastante curiosidade para saber como é que isso se iria desenvolver visto Saxton ter o coração partido e estar mais a funcionar do que propriamente a viver. Quanto a Novo e Peyton, já sabíamos que a Novo se sentia atraída pelo Peyton (muito a contragosto), mas era difícil perceber como é que o Peyton finalmente iria abrir os olhos.

Posso dizer desde já que não existe grande desenvolvimento acerca da luta entre a Lessening Society e a Irmandade, mas tenho esperança que as coisas mudem nos próximos livros, porque por mais que eu goste muito de acompanhar os personagens nas suas lutas interiores e de auto-descoberta, a verdade é que também quero ver um final para esta guerra que supostamente em determinada altura causou tanto sofrimento.

Quanto à história do Saxton e do Ruhn, gostei bastante como a relação de ambos se desenvolveu. O Ruhn ao início não percebia muito bem o que estava a acontecer, mas quando passou a perceber começou a agir de uma maneira muito mais determinada e seguro de si próprio. Ao início ele tinha bastante receio do que pensavam dele e de como haveria de se comportar, mas aos poucos conseguiu encontrar o seu lugar e descobrir quem realmente é. O seu passado não foi nada fácil e por isso é interessante ver como mesmo assim ele consegue dar tanto valor às pequenas coisas, aos pequenos prazeres que a vida dá. Que na realidade ainda há tanto por descobrir. O Saxton já era um personagem que conhecíamos e do qual tínhamos uma ideia da sua personalidade. Gostei de o ver a ultrapassar um coração partido e de ter tudo a oportunidade de o ver um pouco mais wild!

Quanto ao outro casal, a Novo é também uma pessoa que passou por muito na vida. E quando ficamos a saber o porquê de ela ser como é dói, e dói mais do que aquilo que se possa pensar. E daí que seja fácil de perceber o porquê de ela no final duvidar do Peyton. Ambos têm passados, se por um lado a Novo tem dificuldade em acreditar em alguém no geral, ainda mais difícil será fazê-lo com Peyton, tendo em conta o tipo de vida que ele tinha. Para não variar teve que haver um momento de vida ou morte para que o Peyton percebesse os seus sentimentos, e mais tarde teve que confrontar o seu vício de desistir quando as coisas se tornavam difíceis de modo a conseguir recuperar aquilo que lhe pertencia.

Com isto quero dizer que o essencial neste livro é a viagem que os personagens fazem de modo a crescerem e tornarem-se em vampiros melhores, principalmente no caso da Novo e do Peyton. Houve o aparecimento de uma personagem feminina que me deixou bastante curiosa e pergunto-me se voltará a aparecer e o que poderá daí advir. Neste momento existem alguns pontos a ser explicados tanto numa série como na outra e se a coisa se prolongar o mais provável é acabar por me esquecer que eles existem, o que não seria nada benéfico. Vamos ver o que aí vem visto que o próximo livro da série principal está para sair daqui a uns meses.

terça-feira, 13 de março de 2018

Opinião - Come Undone Series

Ficha Técnica:
Autor: Katee Robert
Série: Come Undone
Páginas: 144, 151, 250 e 66
Editor: Entangled Publishing, LLC (Brazen)
ASIN: B008NIJK9I, B00BY5QXDS, B00BY5XSIG e B00IQOFTDA

Sinopse:
Wrong Bed, Right Guy:
Seducing Mr. Wrong never felt so right...

Prim and proper art gallery coordinator Elle Walser is no good at seducing men. Heck, she’s been throwing hints at her boss for months, but he’s completely clueless. Desperate to escape her mother’s matchmaking efforts, she comes up with a plan—buy some lingerie and climb into her boss’s bed. The plan goes brilliantly…until she accidentally seduces a sexy stranger instead.

Bad boy nightclub mogul Gabe Schultz just had the best almost-sex of his life. Too bad the smoking hot blonde thought he was his brother and bolted before he could finish what they started. Though her holier-than-thou attitude puts a serious damper his mood, Gabe’s never been one to give up on something he wants. And he wants Elle. But does a man who lives on the dark side really have a chance with a proper lady?


Chasing Mrs. Right:
It was only supposed to last one night…

Roxanne Stokes doesn’t believe in love. She does, however, believe in the sexy-as-sin stranger who literally knocks her off her feet in front of a nightclub. The chemistry sparking between them takes her breath away, and she’ll do anything to ease the pain in his eyes…until she realizes the handsome stranger is her best friend’s older brother who’s just come home from war.

Ian Walser had no idea the gorgeous woman he slept with the night of his homecoming party was his little sister’s best friend—or that she’d be gone before morning. Roxanne’s touch soothes him in a way nothing else can, and he’s not ready to walk away from that yet. Not when spending time with her gave Ian a glimpse of everything he’s ever wanted.

When his sister unwittingly pushes them together, he sees his chance. But convincing a woman who doesn’t believe in love that she’s his Mrs. Right might be harder than any mission Ian’s undertaken. Good thing this soldier likes a challenge…


Two Wrongs, One Right:
Revenge is a dish best served with him on top.

Eight years ago, former Army sergeant Nathan Schultz let the love of his life disappear without a fight. After watching everyone around him find happiness while he slipped further away, he’s finally ready to fight for Chelsea Callaghan—and he’s not afraid to play dirty.

Chelsea has always followed her conservative family’s rules—with one heartbreaking exception. When she receives an invitation to an old high school friend’s wedding, she knows who’s to blame. Though she goes solely to give Nathan a piece of her mind, he blackmails her into staying the entire week. With him.

There’s no way she’ll bow to Nathan’s will without making him pay. Unfortunately, revenge is a dish best served fully clothed, and they can’t be in the same room without losing theirs. As insatiable, anger-fueled lust shifts into something more, they begin to lose sight of why they can’t be together. But with so many unforgivable wrongs between them, can Nathan and Chelsea ever make things right?


Seducing Mr. Right:
He’s not who she thinks, and he has seduction plans of his own…

Danielle Kastien is done with powerful men. After months of near-saintly behavior, she’s determined to use the company costume party to have her wicked way with every delicious inch of the sexy-but-sweet mail guy she’s been meeting for coffee. Though her costume is designed to send him into a haze of blind lust, Danielle quickly realizes Grayson is not the kind of man she can control.

Grayson Harper is used to having his way at work and in the bedroom. He’s dominant. Commanding. Obeyed. He’s been patiently biding his time with Danielle, enjoying spending time with someone who sees him as someone other than the CEO of Harper Industries. But before he can confess, he has Danielle right where he wants her. Where he’s wanted her since the day they met. And he’s in far too deep to risk his claim on the one woman who makes him hard with need...

Opinião:
Nunca tinha ouvido falar da autora, ou dos seus livros. Contudo o título do primeiro livro foi-me apresentado como possibilidade para o desafio deste mês, e como apesar de ser uma série os livros são pequeninos achei que não faria mal arriscar.

No geral considero que os livros atingem aquilo a que se propõem, entreter o leitor com um romance simples, com algum drama à mistura e algumas cenas mais sensuais para apimentar a coisa. Um elogio que tenho que fazer à autora é a capacidade que teve para, apesar de ter livros tão pequenos, conseguir fazer com que o leitor não ficasse a sentir que tudo acontecia de um momento para o outro e que não haviam momentos de comunicação.

Falando agora um pouco de cada livro, todos eles são acerca de personagens diferentes, apesar de existirem sempre relações entre os personagens principais. No primeiro livro temos a Elle e o Gabe, no segundo temos o Ian, irmão da Elle, e a Roxanne, melhor amiga da Elle. No terceiro temos o Nathan, irmão do Gabe, e a Chelsea. Sendo que na short story temos a Danielle, melhor amiga da Chelsea, e o Grayson. Digamos que apenas duas pessoa caem um bocado de pára-quedas, a Chelsea e o Grayson.

Quanto ao primeiro livro, achei que estava equilibrado. Existe a quantidade certa de angústia, sensualidade e romance. Tendo em conta que o livro é curto, não existem muitos momentos de conexão, de partilha entre os personagens, mas os poucos que existem são suficientes para fazer com o que a ligação/atracção entre os personagens seja plausível. Gostei da maneira como a história destes dois personagens começou, e de como ambos foram crescendo na presença um do outro. Talvez mais a Elle que finalmente aprendeu a enfrentar a mãe e a ir de encontro àquilo que quer e a faz feliz. Nem sempre é fácil libertarmo-nos das grilhetas do passado e aprender que a aparência externa não é tudo.

O livro do Ian é bastante semelhante em todos os aspectos ao anterior a nível da sua concepção e estrutura o que quer dizer que funciona bem tal como o anterior. Aqui temos dois personagens que têm que aprender a lidar com os seus demónios. No caso da Roxanne o que a prende é a experiência que tem do amor, aquilo que viu acontecer à sua mãe. No caso do Ian é a guerra. Não é fácil vir da guerra e ser a mesma pessoa. Fazer de conta que se é uma pessoa que já não existe deve ser exaustivo e só leva a que as coisas piorem. A única coisa que me aborreceu um pouco no livro foi o motivo pelo qual os dois se chateiam. Principalmente da parte da Roxanne. Foi difícil de engolir que ela se deixasse levar pelos seus receios quando o Ian disse o que disse porque estava a ter um ataque de pânico. Por favor, vamos ser um pouco mais conscientes!

O livro do Nathan foi aquele que menos me agradou. Principalmente porque eu tinha a ideia de um Nathan dos livros que tinha lido e o Nathan que me foi apresentado aqui parecia uma pessoa com uma personalidade completamente diferente.O motivo pelo qual ele a Chelsea se separam à anos atrás é um bocado desconexa, mas tendo em conta os acontecimentos que levaram a essa separação e a idade dos personagens é expectável. O facto de de certo modo o Nathan ter cometido o mesmo erro já não é tão expectável. Se tivesse sido comigo eu tinha pegado num jarro e atirado com ele à cabeça do Nathan, mas a Chelsea é bem comportada de mais para o fazer. O modo como a relação deles se foi solidificando ao longo do livro também não me agradou por aí além. Não sou muito apologista da teoria de ganhar primeira a confiança no quarto e depois fora dele.

A short story passa-se então com a Danielle e o seu mail guy, que é tudo menos o mail guy. Aqui não existe propriamente espaço para os pequenos momentos de ligação entre os personagens, até porque eles já aconteceram. Basicamente aqui partimos directos ao que interessa que é a sedução. Daí as coisas sofrem um trambolhão quando a Danielle descobre a verdade acerca da pessoa por quem está de certa forma apaixonada. Gostei principalmente da parte em que a Chelsea dá na cabeça da Danielle, replicando e invertendo o que aconteceu no livro anterior. O mesmo aconteceu com a Roxanne e a Elle. E então aí ainda foi mais hilariante, porque ver a Elle a dar um ponta pé no cu de alguém é simplesmente inédito!

Assim sendo esta foi uma série que serviu para entreter. Uma leitura rápida, com uma história minimamente bem construída e personagens interessantes.

domingo, 11 de março de 2018

Opinião - Plague

Ficha Técnica:
Autor: Michael Grant
Série: Gone, #4
Páginas: 492
Editor: Katherine Tegen Books
ASIN: 0061449148

Sinopse:
It's been eight months since all the adults disappeared. Gone. They've survived hunger. They've survived lies. But the stakes keep rising, and the dystopian horror keeps building in Plague, Michael Grant's fourth book in the New York Times bestselling Gone series.

A highly contagious fatal illness is spreading at an alarming rate, while sinister, predatory insects terrorize Perdido Beach. Sam, Astrid, Diana, and Caine are plagued by a growing doubt that they'll escape—or even survive—life in the FAYZ. With so much turmoil surrounding them, what desperate choices will they make when it comes to saving themselves and those they love?

Opinião:
Passaram-se alguns aninhos desde que li alguma coisa deste autor. Na altura comecei a ler a série em português, mas quando deixaram de editar a série eu deixei de a ler até que o ano passado decidi que estava na hora de começar a acabar as séries que tinham ficado penduradas em português.

Apesar de já não me lembrar de muitas coisas não foi propriamente difícil voltar a entrar na história. Lembro-me dos personagens de uma maneira vaga e geral, bem como dos acontecimentos que antecederam este livro.

Um dos receios que tinha era que o livro não me interessasse ou cativasse como me tinham cativados os primeiros à anos atrás. E sim, apesar de, se calhar, agora  achar que alguns acontecimentos são um bocado disparatados, a verdade é que continuo a ter vontade de saber o que vai acontecer a seguir.

Uma das coisas que achei algo disparatada é a maneira como a gripe que apareceu afecta as pessoas. Se por um lado percebo que estamos perante um mundo em que qualquer coisa pode acontecer, a verdade é que a mecânica da coisa não foi muito bem pensada. Mas pronto, serviu para soltar umas gargalhadas, o que já não é mau.

Houve também coisas que achei que não estavam muito bem explicadas, contudo isso pode ser consequência de já ter lido os livros anteriores à bastante tempo. Houve explicações que me pareceram lago superficiais e sem sentido. Mas lá está, posso estar a esquecer-me de algo.

É difícil ficamos indiferentes ao modo como a FAYZ vai transformando as pessoas aos poucos. A Astrid cada vez mais se enfia num buraco sem fundo porque não reconhece a pessoa em que se está a tornar. Isso associado às decisões difíceis que tem que tomar estão a fazer com que ela se recolha em si mesma afastando-se de todas as pessoas que a rodeiam. O Sam continua a seguir um caminho muito próprio, em que faz o que é preciso para manter todos a salvo, mesmo quando as pessoas não querem ver o que ele está disposto a sacrificar por elas. Uma surpresa foi a Diana. Algo extraordinário e inesperado acontece com ela, o que faz com que a sua atitude mude. Tenho curiosidade em saber como é que este acontecimento vai influenciar as suas acções no futuro.

Mas enquanto que existem pessoas que se estão a ir a baixo e a perder neste mundo isolado, existem pessoas que se sentem libertas e que desenvolvem um enorme potencial. Pessoas que sentem que aquilo em que se tornaram é aquilo que sempre deveriam ter sido.

Houve algumas mortes pelo caminho, mas nenhuma que tenha sido realmente significativa. Se bem que acredito que isso mude daqui para a frente. A luta está cada vez mais renhida e não é fácil sobreviver.

Quanto ao Pete, não se sabe bem o que lhe aconteceu. Espero que seja explicado no próximo livro e espero que consigam descobrir uma maneira de derrotar o inimigo e voltar ao contacto com o mundo exterior.

sábado, 10 de março de 2018

Opinião - Alex, Approximately

Ficha Técnica:
Autor: Jenn Bennett
Páginas: 320
Editor: Simon Pulse
ASIN: B01GD9CJ64

Sinopse:
The one guy Bailey Rydell can’t stand is actually the boy of her dreams—she just doesn’t know it yet.

Classic movie fan Bailey “Mink” Rydell has spent months crushing on a witty film geek she only knows online as Alex. Two coasts separate the teens until Bailey moves in with her dad, who lives in the same California surfing town as her online crush.

Faced with doubts (what if he’s a creep in real life—or worse?), Bailey doesn’t tell Alex she’s moved to his hometown. Or that she’s landed a job at the local tourist-trap museum. Or that she’s being heckled daily by the irritatingly hot museum security guard, Porter Roth—a.k.a. her new archnemesis. But life is whole lot messier than the movies, especially when Bailey discovers that tricky fine line between hate, love, and whatever it is she’s starting to feel for Porter.

And as the summer months go by, Bailey must choose whether to cling to a dreamy online fantasy in Alex or take a risk on an imperfect reality with Porter. The choice is both simpler and more complicated than she realizes, because Porter Roth is hiding a secret of his own: Porter is Alex…Approximately.

Opinião:
Este livro foi, sem dúvida, uma surpresa positiva. Gostei bastante da história em si e dos personagens principais, a maneira como vão crescendo ao longo da narrativa. Nenhum dos personagens tem propriamente algo extremamente marcante nas suas vidas, que os torne disfuncionais. Ambos aprenderam já a aceitar e lidar com aquilo que a vida lhes trouxe. Pelo menos de um modo geral. Isto porque Bailey é daquelas pessoas que tem tendência para fugir aos conflitos, para andar de cabeça baixa e para passar despercebida. Claro que todas estas suas tendências começam a deixar de existir quando esta se começa a dar com Porter.

Nunca tiveram alguém que sem saberem bem porquê só o facto de estarem perto daquela pessoa levem a que se transformem em alguém completamente diferente porque ela simplesmente traz ao de cima o que de pior há dentro de vocês? Bem, basicamente é isso que o Porter faz à Bailey e é tão gratificante ver no final do livro a pessoa mais confiante em que esta se tornou graças às suas pequenas vitórias.

O Porter é também um amor de pessoa, pelo menos quando está para aí virado ou quando perder tempo a tentar conhecer as pessoas em vez de as julgar. Foi interessante aprender as suas diferentes facetas. O Porter é um personagem bastante complexo, com várias paixões e medos com que vai aprendendo a lidar ao longo do tempo. Tal como a Bailey o Porter tem a maior parte dos seus problemas ultrapassados, não há nada que interfira na sua relação com a Bailey, mas ele também vai crescer e aprender a tornar-se numa pessoa mais livre e capaz de redescobrir as suas paixões.

Gostei bastante dos personagens secundários que a história apresenta, existe uma história triste, mas mostra-nos que se nós não estivermos dispostos a ajudar-nos a nós próprios, ninguém nos vai conseguir ajudar. A história toda por trás do teatro também é bastante engraçada, e fiquei bastante triste por ver um dos personagens partir de forma tão abrupta.

A única coisa que me irritou solenemente foi desde o início sabermos que o Alex é o Porter e só no final do livro é que a Bailey se aperceber. Por favor. Houve ali uma parte extremamente óbvia e acho que a autora também podia ter tentado avançar com a história por aí. Tirando isto gostei bastante do livro e conto continuar a seguir a autora.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Opinião - Pivot Point Series

Ficha Técnica:
Autor: Kasie West
Série: Pivot Point, #1 e #2
Páginas: 352 e 360
Editor: HarperTeen
ASIN: B0089LOGF2 e B00DB30K8K

Sinopse:
Pivot Point:
Knowing the outcome doesn’t always make a choice easier . . .

Addison Coleman’s life is one big “What if?” As a Searcher, whenever Addie is faced with a choice, she can look into the future and see both outcomes. It’s the ultimate insurance plan against disaster. Or so she thought. When Addie’s parents ambush her with the news of their divorce, she has to pick who she wants to live with—her father, who is leaving the paranormal compound to live among the “Norms,” or her mother, who is staying in the life Addie has always known. Addie loves her life just as it is, so her answer should be easy. One Search six weeks into the future proves it’s not.

In one potential future, Addie is adjusting to life outside the Compound as the new girl in a Norm high school where she meets Trevor, a cute, sensitive artist who understands her. In the other path, Addie is being pursued by the hottest guy in school—but she never wanted to be a quarterback’s girlfriend. When Addie’s father is asked to consult on a murder in the Compound, she’s unwittingly drawn into a dangerous game that threatens everything she holds dear. With love and loss in both lives, it all comes down to which reality she’s willing to live through . . . and who she can’t live without.


Split Second:
Life can change in a split second.

Addie hardly recognizes her life since her parents divorced. Her boyfriend used her. Her best friend betrayed her. She can’t believe this is the future she chose. On top of that, her ability is acting up. She’s always been able to Search the future when presented with a choice. Now she can manipulate and slow down time, too... but not without a price.

When Addie’s dad invites her to spend her winter break with him, she jumps at the chance to escape into the Norm world of Dallas, Texas. There she meets the handsome and achingly familiar Trevor. He’s a virtual stranger to her, so why does her heart do a funny flip every time she sees him? But after witnessing secrets that were supposed to stay hidden, Trevor quickly seems more suspicious of Addie than interested in her. And she has an inexplicable desire to change that.

Meanwhile, her best friend, Laila, has a secret of her own: she can restore Addie’s memories... once she learns how. But there are powerful people who don’t want to see this happen. Desperate, Laila tries to manipulate Connor, a brooding bad boy from school—but he seems to be the only boy in the Compound immune to her charms. And the only one who can help her.

As Addie and Laila frantically attempt to retrieve the lost memories, Addie must piece together a world she thought she knew before she loses the love she nearly forgot... and a future that could change everything.

Opinião:
Não haja dúvida que a premissa do primeiro livro é bastante interessante. Ter a capacidade de quando confrontada com uma decisão poderes pesquisar o futuro e decidires qual dos dois te agrada mais é algo que sem dúvida muitos de nós gostaríamos de ser capazes. Num mundo onde existem pessoas com várias aptidões esta é a aptidão de Addie. Uma rapariga que sempre foi bastante bem comportada e cumpridora das regras impostas, até que os seus pais se decidem separar e ela tem que decidir entre ficar no sitio que conhece e onde cresceu, ou partir para o mundo normal.

O livro é contado de forma alternada, ou seja, os capítulos vão alternando entre a vida da Addie com a mãe, no "interior", e a vida da Addie com o pai, no "exterior". Estava à espera que fosse um livro algo piegas, mas a verdade é que o desenvolvimento da relação amorosa da Addie com o Trevor foi bem trabalhada e progressiva, ao mesmo tempo que tínhamos o mistério do que se estaria a passar com a Laila para ela se estar a tornar numa pessoa tão diferente daquilo que víamos na outra realidade.

Confesso que descobrir o que realmente se estava a passar foi algo assustador, e que a Addie se mostrou uma pessoa bastante corajosa por tomar a opção que tomou. Não é qualquer pessoa que tem a capacidade de colocar as necessidades os outros à frente das suas. A Addie sacrifica-se completamente por aqueles que ama e acho que não existe prova de coragem maior.

Quanto ao segundo livro, achei que deixava um pouco a desejar. Já conhecia a Laila do livro anterior, mas aqui ficamos a conhecer o ponto de vista dela sobre os acontecimentos. A Laila é uma pessoa muito mais radical do que a Addie, principalmente por causa da vida que tem. A sua capacidade é apagar memórias, mas acaba por se tornar em muito mais que isso.

Gostei dos novos personagens apresentados, principalmente o irmão da Laila é super engraçado! O que me deixou algo desapontada foi o modo como a relação entre a Laila e o Connor se desenvolveu. Achei que faltava ali qualquer coisa! Ao mesmo tempo achei que o mistério não foi tão bem concebido e foi um pouco mais disparatado. É pena, porque até tinha achado o primeiro livro bastante interessante. Por fim, a Addie ganha novos poderes, mas em parte alguma explicam como é que isso aconteceu, se foi alguma consequência do que aconteceu no primeiro livro ou não. Também no primeiro livro achei que a autora fazia uma grande bagunça ao explicar porque é que o mau fazia o que fazia e como é que conseguir atingir os resultados que atingia.

Já tinha lido outros livros da autora, mas nenhum que tivesse um pouco de fantástico/FC à mistura. Fiquei a achar que a autora se move bem nos dois tipos de história e que podia optar mais vezes por algo mais diferente.