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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Opinião - Convergente

Ficha Técnica:
Autor: Veronica Roth
Título Original: Allegiant
Série: Divergente, #3
Páginas: 415
Editor: Porto Editora
ISBN: 9789720043832
Tradutor: Alcinda Marinho

Sinopse:
A sociedade de fações em que Tris Prior acreditava está destruída – dilacerada por atos de violência e lutas de poder, e marcada para sempre pela perda e pela traição. Assim, quando lhe é oferecida a oportunidade de explorar o mundo para além dos limites que conhece, Tris aceita o desafio. Talvez ela e Tobias possam encontrar, do outro lado da barreira, uma vida mais simples, livre de mentiras complicadas, lealdades confusas e memórias dolorosas. Mas a nova realidade de Tris é ainda mais assustadora do que a que deixou para trás. As descobertas recentes revelam-se vazias de sentido, e a angústia que geram altera as vontades daqueles que mais ama. Uma vez mais, Tris tem de lutar para compreender as complexidades da natureza humana ao mesmo tempo que enfrenta escolhas impossíveis de coragem, lealdade, sacrifício e amor. Convergente encerra de forma poderosa a série que cativou milhões de leitores, revelando os segredos do universo Divergente.

Opinião:
Ufff! Eu sei, ando super atrasada com as leituras e, especialmente, com os desafios a que me propus. No entanto espero até ao final do ano dar um bocadinho a volta a isto, pelo menos no que toca a este meu desafio mensal do frasquinho. 
Ora então, no que respeita ao presente e atrasadíssimo desafio do mês de Maio (leram bem, Maio *suspiro*), o papelinho tirado à sorte do meu frasco de desafios literários, indicava que teria de ler "Um livro já com filme ou que vai sair filme/série".
A minha escolha recaiu então sob o livro Convergente de Veronica Roth, pois não só se enquadra no pedido, como se  trata do derradeiro volume de uma trilogia que queria ver concluída.

Tenho pena de o dizer, mas não fiz a melhor das escolhas. Apesar de querer concluir a trilogia, não parti assim com muita vontade para a leitura e para além disso a história não me agarrou nada. Senti-me constantemente dispersa enquanto lia e em grande parte do tempo senti que estava a ler este livro só porque sim. 

Vendo bem, agora que analiso este Convergente com mais distanciamento e penso nos anteriores livros da trilogia, apercebo-me que tudo o que já descrevi, não é assim tão estranho. Houve sempre algo de que não gostei muito em cada livro, o que não me permitiu envolver ou sentir envolvida, e que me fez entrar, do primeiro ao último volume, numa espiral de descontentamento crescente.
Se antes me importava com os personagens, deixei de importar muito e senti-me mais distanciada deles. Por exemplo, Tobias, o personagem de que mais gostava, passa de um jovem firme, racional e ponderado, para um rapazito perdido, instável, impulsivo e um pouco irracional. Porquê? Não percebi bem, mas ao menos é algo que não dura o livro todo...
Para além disso, passar de uma narrativa sob o ponto de vista único de Tris, para uma narrativa com pontos de vista alternados entre esta e Tobias, não trouxe nada de relevante para a história e por isso pareceu-me algo desnecessário.

De referir também, que sou da opinião que a resolução de algumas questões finais de importância máxima para trama, se solucionaram algo atabalhoadamente, de forma fácil e pouco convincente, gerando uma espécie de anti-clímax. Refiro-me, por exemplo, à iminente batalha de Chicago, que num virar de página acabou antes de poder começar.

No entanto, apesar de tudo isto, emocionei-me na recta final e dei por mim a enxugar os olhos um par de vezes. Parece incoerente, depois de tudo o que já disse, não é? Ainda agora não sei o que se passou, mas de facto, apesar de já contar com algo trágico, não contava que fosse como foi, nem com a personagem em questão, e assistir ao sofrimento de uma outra, foi aquilo que mais me tocou.

Resta-me dizer que, de um modo geral, Convergente foi uma leitura morna, não me convenceu, mas em contrapartida ficar-me-há na memória, quanto mais não seja, pelo seu momento Mártir inesperado, que me trouxe as emoções à tona.


segunda-feira, 28 de março de 2016

Opinião - The Sending

Ficha Técnica:
Autor: Isobelle Carmody
Série: The Obernewtyn Chronicles, #6
Páginas: 755
Editor: Penguin Group
ISBN: 9780143567479

Sinopse:
The time has come at last for Elspeth Gordie to leave the Land on her quest to find and stop the computermachine Sentinel from unleashing the deadly Balance of Terror arsenal. But before she can embark on her journey, she must find a lost key. And although she has long prepared for this day, nothing is as she anticipated.

Elspeth's search will take her where she never thought to go, and bestow upon her stranger companions athan any she ever imagined. It will lead her far from her destination to those she believed lost forever.

And it will test her, as she has never been tested before...

Opinião:
Quatro anos e meio? Só passaram quatro anos e meio? Parece quase impossível. Diria que muito mais tempo se tinha passado desde que li pela última vez Carmody. Tudo isto porque estava a seguir a edição Americana da série. Basicamente o 6º livro Australiano foi lançado em 2011, o que corresponde ao 7º e 8º Americano, mas na realidade nunca chegou a ser editado em paperback na América. Claro que depois de muita espera e confusão e desapontamento acabei por perceber o que se passava, quando isso aconteceu já o interesse tinha esmorecido um pouco e depois a edição Australiana do paperback custa tanto ou mais que um hardback, o que me levou a adiar constantemente a compra (ainda bem que entretanto o Bookdepository já envia livros da Austrália). O ano passado lá acabei por arranjar coragem para o comprar (Obrigada Rita *.*) e por isso aqui estou eu para dar a minha opinião.

Sou sincera, não me lembro de muito pormenores do que aconteceu nos livros anteriores. Na realidade recordo-me melhor do que aconteceu nos primeiros livros da série do que nos últimos, o que não deixa de ser um bocado frustrante porque a maior parte dos acontecimentos referenciados ao longo da narrativa são relativamente recentes o me fez sentir um pouco perdida. Houve várias alturas em que tinha uma vaga memória dos acontecimentos e personagens e apenas após várias referências é que conseguia criar uma imagem mais sólida daquilo que a autora pretendia que o leitor recordasse. Confesso que fiz também várias pesquisas na internet para me ajudar, principalmente nas alturas em que quase dava em maluca (bem dita internet).

Isto tudo para dizer que não consigo contextualizar o momento em que o livro começa. Só sei que neste momento a Elspeth se encontra em Obernewtyn depois de uma série de peripécias, e que a maior parte dos personagens que conhecemos se encontram divididos pelos vários locais nos quais a narrativa já decorreu. Apesar de a Dragon continuar desaparecida as coisas a situação parece ser minimamente estável após as revoltas que existiram. Existem novos chefes "tribais" que são mais tolerantes e íntegros e começa a existir uma aceitação das pessoas normais pelos Misfits. Ao mesmo tempo a própria Elspeth sente-se mais segura no caminho que tem que percorrer e na sua relação com o Rushton.

O livro segue a um passo lento, e por isso a viagem final da Elspeth só começa mais tarde no livro, ou seja, dá para perceber que a autora anda ali um pouco a encher chouriços e a arrastar a narrativa, contudo isso não me irritou tanto como poderia acontecer porque a escrita da autora e as descrições que faz são suficientemente cativantes para contrariar o aborrecimento que poderia sentir. Além disso existem uma série de outros mistérios que vão aparecendo e que vão sendo apresentados e que deixam o leitor curioso. Nomeadamente existe um certo ser que durante a jornada de Elspeth alguns companheiros irão morrer e eu não posso deixar de me perguntar quem é que não vai sobreviver a esta viagem atribulada.

Várias pessoas acabam por se juntar a Elspeth durante a sua viagem. Algumas delas eu já esperava que acompanhassem, outras foram uma surpresa pois ou não estava à espera ou já não me lembrava que elas existissem. Os últimos companheiros a juntar-se a Elspeth na sua caminhada são algo inesperados e pergunto-me que papel mais hão-de ter além de guias. São seres peculiares e interessantes.

Houve uma ou outra coisa na narrativa que me chateou um pouco, apesar de o enrolanço não ter sido uma delas, a verdade é que houve alturas em que os acontecimentos pareciam algo forçados. O aparecimento da Dragon poderia ter sido mais composto. Achei tudo muito fácil de se resolver. Sempre que havia uma dúvida ou algo semelhante surgia uma resposta do nada através de uma visão no momento ou de uma visão anterior que não fazia sentido. Achei que basicamente todas as escolhas que os personagens poderiam ter efectuado lhes foram negadas visto que já tinham sido previstas e toda a gente já as conhecia. Onde raio está o livre arbítrio? 

Para finalizar não posso deixar de referir as vezes em que me senti comovida. Depois de tudo pelo que a Elspeth e o Rushton passaram mereciam ter tido um pouco mais de tempo. A dor da Elspeth é palpável e foram muitas as vezes que me comovi com a dor dela. Com a dor de abandonar todos aqueles que nos eram queridos e seguir numa viagem sem retorno e sem saber o que será o futuro.

Aguardo ansiosamente a oportunidade de ler o último livro, para saber como é que a história irá terminar.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Opinião - Destined

Ficha Técnica:
Autor: Aprilynne Pike
Série: Wings, #4
Páginas: 371
Editor: HarperTeen
ASIN: B00655KG4O

Sinopse:
Destined delivers all the romance and action that fans expect as it brings Aprilynne Pike’s Wings series to a deeply satisfying conclusion.

Laurel used to think she was an ordinary girl from Crescent City, California. She never would have believed she was truly a faerie from a realm called Avalon.

Now Laurel must risk her life to save Avalon from destruction by Yuki—a rare and powerful Winter faerie—and troll-hunter Klea. But Laurel won’t have to fight alone; David and Tamani, two boys she loves in different ways, will be by her side, along with her best friend, Chelsea.

Readers of the Need and Graceling series will want to follow Laurel’s story from its beginning in Wings to its heart-stopping end in Destined.

Opinião:
E porque raras são as séries que não merecem ser acabadas decidi pegar neste pequenino de modo a poder arrumar mais uma série que já estaria pendurada à bastante tempo. Isto acontece porque essencialmente a editora decidiu que não iria publicar o último livro da colecção e como a série estava a ser lida em português acabou por ficar esquecida.

Confesso que ao início me custou um pouco entrar na história. Já li o livro anterior à algum tempo e os livros apesar de entreterem não são nada de especial e por isso a história não se encontrava muito clara na minha memória. Um pouco de pesquisa acabou por ajudar e a partir daí correu tudo melhor.

O livro continua essencialmente onde acaba o anterior e daí continua para as revelações e para a "guerra" final. Como não poderia deixar de ser houve alguns momentos mais tensos, outros em que a autora nos tenta assustar e pregar umas rasteiras, mas no geral nada de muito significante porque o livro também não é desse tipo.

Quanto aos personagens, mostram-se bastante fiéis àquilo que me recordo dos livros anteriores, com o Tamani a querer constantemente proteger a Laurel e ela a mostrar que é capaz de tomar conta de si sozinha. Gostei da atitude que ela teve no final. É preciso um tipo muito especial de coragem para se ser capaz de fazer o que ela fez, além de ser preciso confiarmos em nós próprios sem qualquer dúvida.

O David aqui tem um papel fundamental porque se não fosse ele a destruição seria massiva. Acaba por ser a humanidade de David que lhes dá a vantagem que precisam. Quanto à Chelsea, ela é simplesmente corajosa e alguém que se preocupa realmente com os outros. A maneira como ela apoia a Laurel e também o David sem pedir nada em troca acaba por nos deixar com um sorriso. E não poderia deixar de falar de Yuki, que no final tem uma mudança de atitude bastante repentina com uma fundamentação muito fraquinha. Sinceramente também não estava à espera de muito tendo em conta o tipo de história, por isso não me afectou por aí além.

A carta que aparece no final do livro é bastante comovente e deixou-me um peso no peito. Contudo acredito que tudo tenha acabado por correr pelo melhor.

Achei o livro um final adequado para esta tetralogia. Além de ter achado a tetralogia bastante bem conseguida tendo em conta o grupo alvo a que é dirigida. Mesmo o pessoal com mais experiência poderá passar bons momentos se for com uma mente aberta para a leitura e caso esteja à procura de uma leitura simples.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Opinião - A Cidade do Fogo Celestial

Ficha Técnica:
Autor: Cassandra Clare
Série: Caçadores de Sombras, #6
Título Original: City of Heavenly Fire
Páginas: 576
Editor: Planeta
ISBN: 9789896575687
Tradutor: Mário Dias Correia

Sinopse:
Na deslumbrante e muito esperada conclusão da série Caçadores de Sombras, Clary e os amigos enfrentam a mais terrível expressão do Mal que alguma vez tiveram de combater: o irmão de Clary. Sebastian Morgenstern está ao ataque e volta Caçador de Sombras contra Caçador de Sombras. Com a ajuda da Taça Infernal, transforma Nefelins em criaturas saídas de um pesadelo, separando famílias e amantes enquanto engrossa as fileiras dos seus Ensombrados. Acossados, os Caçadores de Sombras refugiam-se em Idris… mas nem os poderes demoníacos de Alicante conseguem manter Sebastian à distância. E com os Nefelins encurralados em Idris, quem protegerá o mundo contra os demónios? Quando é desmascarada uma das maiores traições de toda a história dos Caçadores de Sombras, Clary, Jace, Isabelle, Simon e Alec são obrigados a fugir – ainda que a sua viagem os leve até ao coração dos reinos demoníacos, onde nunca nenhum Caçador de Sombras fora e de onde nenhum ser humano alguma vez regressara. Haverá amor sacrificado e vidas perdidas na terrível batalha pelo futuro do mundo neste empolgante final da clássica série de fantasia urbana Caçadores de Sombras.

Opinião:
E aqui estamos nós, ao fim de seis livros, a ver-mos a derrota definitiva dos vilões (ou não, só a próxima série o dirá).

E tal como desejado este livro é melhor que o anterior. A acção já se centra um pouco mais em tentar salvar o mundo e não propriamente na relação Jace e Clary. Se bem que mais para o final voltamos àquela situação onde eles arriscam tudo para salvar os amigos e já que ali estão aproveitam para salvar o mundo. Continuo a dizer que para mim isso não funciona e devia ser exactamente ao contrário.

Para não variar o pessoal da Clave são uns tapadinhos com a mania que são muito inteligentes e que sabem como é que o Sebastian pensa e o que vai fazer. Claro que acaba por lhes sair o tiro pela culatra e se não fossem os personagens já nossos conhecidos a coisa tinha corrido mesmo muito mal.

Neste livro Simon, Izy e Maia continuam a crescer e a desenvolver-se e a tomar diferentes contornos. Gostei da maior parte das coisas que a autora fez com eles, tirando o facto de o Simon ser sempre o desgraçado que tem que se sacrificar e o facto de a Maia estar tão apaixonada no livro anterior e de repente já não estar. Ainda por cima a coisa foi tão mal explicada que não tem ponta por onde se lhe pegue...

No final da série dos Instrumentos Mortais vemos uma Tessa e um Jem a reencontrarem-se e a finalmente ficarem juntos. E finalmente neste livro descobri como é que tal foi possível. Adorei ver a ligação que ambos têm para com a família Herondale e a família Carstairs, ao mesmo tempo que fiquei toda contente com a referência que é feita ao fantasma que salva toda a gente no instituto de Londres.

Contudo a maior surpresa foi sem dúvida a Emma. Adorei esta miúda. Cheia de energia, de força de vontade, coragem para dar e vender e um coração que sente mais do que aquilo que se poderia pensar. Adorei cada cena contada do ponto de vista dela e estou bastante curiosa para ver no que ela se tornou no livro que aí vem. Vejo nela as características que mais gosto e isso faz-me ter expectativas bastante elevadas para o próximo livro. Ao mesmo tempo tenho curiosidade em saber o que aconteceu aos seus pais, e espero que essa temática seja abordada no livro que aí vem.

Para finalizar não posso deixar de referenciar Sebastian. Se no livro anterior era fácil de ver a suas necessidade e desejo em ser aceite, neste livro essa faceta ainda é maior. O final deixou-me bastante triste pelo que poderia ter sido. Ao fim e ao cabo, o Sebastian não tinha propriamente culpa daquilo que era e só no final é que se apercebe disso e se tenta redimir.

Um livro que é um bom final para a história que a autora pretendia contar.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Opinião - City of Lost Souls

Ficha Técnica:
Autor: Cassandra Clare
Série: Caçadores de Sombras, #5
Páginas: 546
Editor: Margaret K. McElderry
ASIN: B005O315ZW

Sinopse:
What price is too high to pay, even for love? When Jace and Clary meet again, Clary is horrified to discover that the demon Lilith’s magic has bound her beloved Jace together with her evil brother Sebastian, and that Jace has become a servant of evil. The Clave is out to destroy Sebastian, but there is no way to harm one boy without destroying the other. As Alec, Magnus, Simon, and Isabelle wheedle and bargain with Seelies, demons, and the merciless Iron Sisters to try to save Jace, Clary plays a dangerous game of her own. The price of losing is not just her own life, but Jace’s soul. She’s willing to do anything for Jace, but can she still trust him? Or is he truly lost?

Love. Blood. Betrayal. Revenge. Darkness threatens to claim the Shadowhunters in the harrowing fifth book of the Mortal Instruments series.

Opinião:
Visto que vai começar em breve uma nova série da autora achei que estaria mais que na hora de acabar esta série. Ao mesmo tempo o último livro foi o escolhido para um dos desafios deste mês, logo junta-se o útil ao agradável.

Achei este livro melhor que o anterior, apesar de ainda existir muita coisa que me irrita solenemente. Principalmente a necessidade que a autora tem de fazer toda a história girar em torno do romance entre a Clary e o Jace. Eu sei que eles são os personagens principais, mas gostava de os ver fazer alguma coisa em condições. A história deixa de ser acerca de um grupo de pessoas tentar salvar o mundo e passa a ser acerca de uma pessoa a tentar salvar o amor da sua vida. Se como bónus conseguirem parar o mau ainda bem. Para mim não é suposto isto ser assim, mas exactamente ao contrário. Chega a uma altura em que se torna extremamente irritante o facto de a Clary não conseguir fazer mais nada a não ser suspirar pelo Jace e pensar nele e fazer tudo em prol dele.

Não posso também deixar de comentar que houve determinados acontecimentos que foram introduzidos só para encher chouriços. Havia alturas em que a direcção que os personagens seguiam não fazia sentido nenhum. Ainda por cima após chegarem a essa conclusão percebia-se que aquilo não teve impacto nenhum para a história nem servia para os personagens chegarem a nenhuma conclusão.

Não fossem as personagens secundárias e estaria tudo arruinado. A que mais destaco é sem dúvida Maia. Achei-a bastante bem construída. Foi uma pessoa que cresceu depressa, mas que é bastante capaz, sabe onde estão as suas lealdades e a maneira correcta de agir de modo a tirar o maior partido de situações complicadas. O romance entre o Simon e a Izy desenvolve-se, mas não de uma maneira tão enjoativa como o da Clary e do Jace. É mais natural. Ao mesmo tempo ficamos a conhecer um pouco mais da Izy e o Simon ultrapassa as expectativas. Ele é obrigado a tornar-se um herói e fá-lo sem receios e sem voltar atrás.

É impossível não falar do Sebastian que é um personagem completamente doentio, mas pelo qual ao mesmo tempo é impossível não sentirmos alguma pena. Devido àquilo que é a verdade é que Sebastian procura conexão, aceitação e aquilo que acredita ser amor.

Por um lado gostei do livro, porque queria sempre saber o que ía acontecer a seguir e como é que eles se íam livrar de todas as trapalhadas. Por outro a vontade de saltar parágrafos foi grande sempre que a Clary se punha a discorrer sobre quanto amava o Jace e tudo o que faria para o salvar e blá blá blá. Ela tem a possibilidade de descobrir o que realmente o Sebastian quer, mas está-se sempre a esquecer disso e a tentar salvar o Jace. Gostava que ela tivesse um pouco mais de força de carácter. É agora esperar para ver se a coisa melhora no próximo livro.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Opinião - Where She Went

Ficha Técnica:
Autor: Gayle Forman
Série: If I Stay, #2
Páginas: 297
Editor: Speak
ASIN: B004H4XDBI

Sinopse:
It's been three years since the devastating accident . . . three years since Mia walked out of Adam's life forever.

Now living on opposite coasts, Mia is Juilliard's rising star and Adam is LA tabloid fodder, thanks to his new rock star status and celebrity girlfriend. When Adam gets stuck in New York by himself, chance brings the couple together again, for one last night. As they explore the city that has become Mia's home, Adam and Mia revisit the past and open their hearts to the future - and each other.

Told from Adam's point of view in the spare, lyrical prose that defined If I Stay, Where She Went explores the devastation of grief, the promise of new hope, and the flame of rekindled romance.

Opinião:
Se esperava gostar tanto deste livro como gostei? Nem por sombras! Apesar de já ter ouvido dizer que este era melhor que o anterior não estava à espera de o achar tão profundo como achei. Se não fosse pelas últimas páginas do livro acho que o livro teria sido perfeito.

A história passa-se três anos depois do acidente de Mia. Vamos encontrar um Adam famoso devido às suas músicas e à sua banda. Contudo este Adam não é nada daquilo que esperaríamos. Não é uma pessoa a quem a música continue a trazer felicidade e o seu sonho transformou-se num pesadelo. A realidade é que Adam está completamente arrasado psicológica e sentimentalmente desde que Mia o deixou.

Uma vez mais a história passa-se em cerca de 24h. Inicialmente vemos o que aconteceu a Adam e Mia depois do acidente e como é que se separaram, apesar de nem o próprio Adam o perceber muito bem. A verdade é que o desaparecimento de Mia deixou um vazio em Adam que este nunca conseguiu apagar. Enquanto que ele esteve lá para a Mia a verdade é que ninguém esteve lá para o apoiar depois de ele perder Mia e a família dela.

A dor do Adam e as suas incertezas tocam o leitor de uma maneira especial. Acho que a autora soube dar voz a tudo aquilo que se passa com ele. É fácil sentir a sua desorientação, o seu receio. O medo de não saber o que aconteceu e se terá sido ele que errou. Ao mesmo tempo foi gratificante vê-lo a ultrapassar grande parte daquilo que o impedia de seguir em frente depois de ter reencontrado Mia. Assim que se encontram dá para perceber que Mia ainda tem sentimentos por Adam e o tempo inesperado que passam juntos serve para que Adam se possa purgar de todos os pensamentos negativos e de todos os porquês que o assolam.

Este poderia ser um livro lamechas e deprimente, mas a verdade é que não o é. Achei bastante reais as dificuldades que o Adam sente, e o seu estado de espírito não será alheio a grande parte das pessoas. Foi fácil relacionar-me com ele, compreendê-lo e aceitar as suas limitações.

A única coisa que me desagradou um pouco foi o facto de, após o reencontro e de o Adam finalmente aceitar o papel que teve que desempenhar na recuperação da Mia, estes ficarem juntos. Três anos é bastante tempo, as pessoas mudam. Como é que ambos podem ter a certeza que gostam realmente um do outro? Como é que podem saber que aquilo que amam não é uma versão do passado que já não existe? Acho que a autora poderia ter demorado um pouco mais de tempo a juntá-los, deixá-los voltarem-se a conhecer e aproximar aos poucos. Acho que teria preferido um final um pouco mais aberto, em que o Adam se reencontrasse e ficássemos com a ideia de que eventualmente ele e a Mia pudessem voltar a ficar juntos.

De qualquer modo foi um livro que me surpreendeu bastante e que adorei. Acredito que será uma das melhores surpresas do ano.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Opinião - Sonhos de Deuses e Monstros

Ficha Técnica:
Autor: Laini Taylor
Título Original: Dreams of Gods & Monsters
Série: Entre Mundos, #3
Páginas: 496
Editor: Porto Editora
ISBN: 9789720047663
Tradutor: Elsa T. S. Vieira

Sinopse:
Dois mundos estão à beira de uma guerra cruel. Através de um assombroso ardil, Karou assumiu o controlo da rebelião das quimeras e tem a intenção de as desviar do caminho da vingança extrema. O futuro depende dela.
Quando o brutal imperador serafim traz o seu exército para o mundo humano, Karou e Akiva estão finalmente juntos - se não no amor, ao menos numa aliança provisória contra um inimigo comum. É uma versão alterada do seu antigo sonho, mas ambos começam a ter esperança de que será possível forjar um destino alternativo para os seus povos e, talvez, para si próprios.
Porém, com ameaças ainda maiores a desenharem-se, serão Karou e Akiva fortes o suficiente para se erguerem entre anjos e demónios?

Das cavernas dos Kirin às ruas de Roma, humanos, quimeras e serafins lutam, amam e morrem num cenário épico que transcende o bem e o mal, nesta impressionante conclusão da trilogia bestseller Entre Mundos.

Opinião:
O primeiro mês do ano chegou e não podia deixar de o começar, sem antes retirar um papelinho do meu frasco de desafios literários. A sorte ditou que, durante este mês de Janeiro, teria de ler "O último livro de uma série/trilogia" e Sonhos de Deuses e Monstros foi a minha escolha.

Já estava, há algum tempo, com vontade de encerrar este capítulo e saber como esta história de Quimeras e Serafins iria terminar. 

A narrativa começa com uma nova personagem, muito interessante e misteriosa: Eliza, uma mulher das ciências, humana, que é uma verdadeira caixinha de surpresas e que veio, sem dúvida, dar um toque especial à conclusão desta trilogia. Para além deste início diferente, que não esperava, a história começa a desenrolar-se no ponto em que o livro anterior a deixou: Jael desce à Terra com os Domínios, o exército de Serafins que comanda, e Karou está prestes a regressar a Eretz com as Quimeras revenantes, sob o comando do Lobo Branco, agora Ziri, para se juntar aos Ilegítimos de Akiva e formarem uma aliança contra a ameaça iminente.

Gostei muito desta leitura! Não esperava que fosse tão agradável quanto foi, tendo em conta a dificuldade que tive em ser agarrada pelos livros anteriores, que só me captavam verdadeiro interesse tardiamente, leia-se para lá da sua metade. Felizmente, com este Sonhos de Deuses e Monstros, tal não se verificou. Talvez, em parte, devido a Eliza, esta nova personagem que tanto me intrigou e que foi fácil de gostar. A autora fez um bom trabalho ao introduzi-la na trama, aguçando a nossa curiosidade e concluiu, encaixando-a muito bem, qual peça de um puzzle, num dos grandes mistérios desta história.

Adorei, finalmente, saber a história dos Caídos, que estava mortinha por conhecer desde o primeiro livro! Posso dizer que me senti compensada e que valeu a pena a espera, pois isto, bem como o desvendar dos enigmas dos Stelianos, foi para mim o ponto alto do livro. Só tenho pena que não tenha sido um assunto mais desenvolvido. A autora tinha tanto por onde pegar, depois destas revelações... Podia ter levado a história tão mais além, mas não o fez, o que foi uma pena... 
Também o treino de Akiva e a tarefa especial de Karou, podiam ter sido mais explorados, especialmente por serem momentos por nós já aguardados... 

Em vez de tudo isto, temos um final em aberto, em que antevemos o que irá, provavelmente, acontecer. Não desgostei, mas estes foram, sem dúvida, os pontos fracos da obra, junto com o "drama adolescente" que me pareceu mais presente e desnecessário e que fiz por ignorar. 
Ao menos pude regozijar-me com o destino de Ziri, um personagem pelo qual nutro um carinho especial, que mesmo não sendo de todo surpreendente, mereceu-o a 100%.  

Resumindo e concluindo, apesar dos seus pontos negativos (ou menos positivos), Sonhos de Deuses e Monstros foi um livro que gostei muito de ler e me cativou, que deu à trilogia Entre Mundos uma conclusão satisfatória, apesar de imperfeita.











Opinião livro 1: A Quimera de Praga (Entre Mundos, #1)
Opinião livro 2: Dias de Sangue e Glória (Entre Mundos, #2)
Opinião livro 2.5: Night of Cake & Puppets (Daughter of Smoke & Bone, #2.5)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Opinião - Vanish, Hidden e Breathless

Ficha Técnica:
Autor: Sophie Jordan
Série: Firelight, #2, #3 e #3.5
Páginas: 309, 272 e 79
Editor: HarperCollins
ASIN: B004S333OK, B007HB81YC e B0090RVAIA

Sinopse:
Vanish
An Impossible Romance.
Bitter Rivalries.
Deadly Choices.

To save the life of the boy she loves, Jacinda did the unthinkable: She betrayed the most closely guarded secret of her kind. Now she must return to the protection of her pride knowing she might never see Will again—and worse, that because his mind has been shaded, Will’s memories of that fateful night and why she had to flee are gone.

Back home, Jacinda is greeted with hostility and must work to prove her loyalty for both her sake and her family’s. Among the few who will even talk to her are Cassian, the pride’s heir apparent who has always wanted her, and her sister, Tamra, who has been forever changed by a twist of fate. Jacinda knows that she should forget Will and move on—that if he managed to remember and keep his promise to find her, it would only endanger them both. Yet she clings to the hope that someday they will be together again. When the chance arrives to follow her heart, will she risk everything for love?

In bestselling author Sophie Jordan’s dramatic follow-up to Firelight, forbidden love burns brighter than ever.


Hidden
Jacinda was supposed to bond with Cassian, the "prince" of their pride. But she resisted long before she fell in love with Will—a human and, worse, a hunter. When she ran away with Will, it ended in disaster, with Cassian's sister, Miram, captured. Weighed down by guilt, Jacinda knows she must rescue her to set things right. Yet to do so she will have to venture deep into the heart of enemy territory.

The only way Jacinda can reach Miram is by posing as a prisoner herself, though once she assumes that disguise, things quickly spiral out of her control. As she learns more about her captors, she realizes that even if Will and Cassian can carry out their part of the plan, there's no guarantee they'll all make it out alive. But what Jacinda never could have foreseen is that escaping would be only the beginning....

Loyalties are tested and sacrifices made in the explosive conclusion to Sophie Jordan's Firelight trilogy.


Breathless
For Az, it's supposed to be a fun summer vacation with her family. Nothing complicated. Just a quick trip to test the waters as she prepares for a year on her own. That all changes when she rescues a drowning girl and meets Tate—the most gorgeous human boy she's ever seen. Tate throws her heart, her plans, and her life into upheaval, but the closer she gets to him, the harder it is to hide the secret of what she is.With no hope for a future together, the last thing that can ever happen... is love.

This stand-alone novella is perfect for those new to the Firelight series as well as veteran fans.

Opinião:
Já foi à algum tempo que li o primeiro livro desta trilogia e entretanto nunca mais lhe peguei. Assim sendo este ano ela foi uma das escolhidas para o Finishing the Series Reading Challenge. Quando comecei a ler o segundo livro não me lembrava de grande coisa do primeiro. E sinceramente continuo a não me lembrar. Existem algumas coisas que deduzo através do comentários dos personagens, mas não tenho ideia de o ter lido. Isto mostra o quão impressionada eu fiquei na altura com o livro, ou não.

Basicamente nestes dois livros, Vanish e Hidden, assistimos à indecisão da Jacinda entre escolher o Wil ou o Cassian. Claro que continua a existir o problema dos caçadores e do Enkro que faz experiências com os dacri aprisionados, contudo isso parece ficar para segundo plano. O grande foco aqui são as indecisões da Jacinda e a sua necessidade de fazer o que acha que está certo estando constantemente a arriscar-se para salvar os outros de um modo que não parece ao leitor nada altruísta.

Pelo meu discurso acima dá para perceber que não considero a Jacinda nada de extraordinário. Sim, é verdade que tem personalidade em relação a todos os outros Draki que são apresentados e que não é de todo submissa, contudo não consegui perceber o porquê de andar toda a gente de roda dela, se calhar porque não me lembro do que aconteceu no primeiro livro. Talvez por não me lembrar do que acontece no primeiro livro sinto que a relação entre o Wil e a Jacinda não é nada de especial. Sim, ele é muito querido para ela e ela fica toda empolgada quando o vê, contudo não sinto que haja uma ligação, não houve momentos em que senti-se que houve uma conexão entre estes dois personagens para que possam gostar tanto um do outro. Isto acontece mais vezes entre a Jacinda e o Cassian, esses dois sim, têm imensos momentos de partilha e ligação durante os dois livros e por isso acho que faria mais sentido uma relação mais estável com o Cassian. Apesar de que se dependesse de mim eu não escolheria nenhum dos dois.

A única personagem que gostei de ver desenvolver-se foi a Tamra, que finalmente acordou e é algo maravilhoso e poderoso. Gostei de a ver evoluir de alguém assustado para alguém com uma vontade de ferro e que faz aquilo que quer, que toma decisões por si. A relação da Tamra com um outro personagem foi também a única que me pareceu real. Deu facilmente para sentir a ligação instantânea entre ela e o Degan. E fiquei contente que as coisas resultassem pelo melhor para os dois.

Quanto ao conto, Breathless, este é acerca da Az. Existe alguma dúvida quanto à colocação temporal deste conto na série, se se passa antes do Firelight ou depois do Hidden. Por um lado há determinadas coisas que a Az diz que remetem para a Tamra quando o seu draki estava morto, por outro lado não estou a ver que fosse possível os draki irem num tour durante um ano antes dos acontecimentos de Hidden.

Independentemente disso, achei o conto um pouco nhe. A Az perde muitas das características que apresenta nos livros, nomeadamente o seu humor e temperamento. Aqui parece uma tolinha que não consegue dar dois passos sem se esbardalhar. Gostei mais do pulso que ela mostra nos livros. Tudo bem que lidar com humanos será algo assustador para ela. Mas de certa forma parece que a sua personalidade se modifica, o que não considero propriamente bom.

Quanto ao personagem masculino, ele é giro e simpático, mas não consigo perceber o interesse dele na Az. A rapariga é um poço de contradições no que toca ao desgraçado do rapaz. Quanto muito percebo o porquê de a Az gostar dele ou ter interesse nele, ao fim e ao cabo ele olha para ela e interessa-se por ela o que normalmente não acontece, mas mesmo assim...


Em jeito de resumo, tanto os livros como o conto foram bastante mornos. Servem perfeitamente para passar o tempo e se se deseja uma história simples e de rápida leitura. Para quem quer algo mais exigente não aconselho de todo.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Opinião - Night of Cake & Puppets

Ficha Técnica:
Autor: Laini Taylor
Série: Daughter of Smoke & Bone, #2.5
Páginas: 100
Editor: Little, Brown Books for Young Readers
ISBN: 9780316369855

Sinopse:
In Night of Cake & Puppets, Taylor brings to life a night only hinted at in the Daughter of Smoke & Bone trilogy — the magical first date of fan-favorites Zuzana and Mik. Told in alternating perspectives, it’s the perfect love story for fans of the series and new readers alike. 

Petite though she may be, Zuzana is not known for timidity. Her best friend, Karou, calls her “rabid fairy,” her “voodoo eyes” are said to freeze blood, and even her older brother fears her wrath. But when it comes to the simple matter of talking to Mik, or “Violin Boy,” her courage deserts her. Now, enough is enough. Zuzana is determined to meet him, and she has a fistful of magic and a plan. 

It’s a wonderfully elaborate treasure hunt of a plan that will take Mik all over Prague on a cold winter’s night before finally leading him to the treasure: herself! Violin Boy’s not going to know what hit him.

Opinião:
Night of Cake & Puppets é uma novella, complementar da série Daughter of Smoke & Bone, conhecida cá em Portugal como Entre Mundos. Tem como foco duas personagens secundárias da trilogia, Zuzana e Mik, e conta ao pormenor um momento bem conhecido e mencionado nos livros anteriores: o dia em que estes começaram a namorar.

Deste lado, confesso-me surpreendida por ter gostado tanto desta leitura, pois ao contrário de muita gente, quiçá da maioria, nunca achei grande piada a estes dois personagens, nomeadamente de Zuzana, que tenho achado inclusivamente um pouco parvinha. Até à data, era para mim, o elemento que gritava: "disparate/cenas adolescentes que me irritam".
No entanto, gostei muito de ler esta pequena história, e gostei igualmente de acompanhar o primeiro dia romântico dos ditos personagens.

A descrição da zona antiga da cidade de Praga deixa-me sempre rendida. Tal como no primeiro livro da trilogia, recordei e visualizei tão bem certos locais descritos, o que, invariavelmente, adiciona um toque extra de prazer à leitura. Junte-se ainda uma noite fria de Fevereiro a nevar e temos o cenário perfeito.

Gostei imenso do estratagema criado por Zuzana para atrair Mik até ela. Deu-se a um grande trabalho a criar aquela caça ao tesouro, com um mapa, pistas, frases ocultas e momentos mágicos, graças aos Scuppys de Karou.

Em suma, Night of Cake & Puppets, revelou-se uma história divertida e amorosa, que me surpreendeu pela positiva e aumentou a vontade de pegar no último livro da trilogia, Sonhos de Deuses e Monstros.












Opinião livro 1: A Quimera de Praga (Entre Mundos, #1)
Opinião livro 2: Dias de Sangue e Glória (Entre Mundos, #2)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Desafios da Rita para 2016: Finishing the Series Reading Challenge

Tirando o costumeiro desafio literário do Goodreads, nunca tinha participado em qualquer outro desafio do género, desses que pululam pela internet. Por isso mesmo, 2016 será um ano diferente :)

Como sou daquelas leitoras que tende a acompanhar imensas séries em simultâneo, o Finishing the Series Reading Challenge, parece-me o desafio ideal para mim e irá, certamente, ajudar-me a "limpar" umas quantas séries pendentes da minha lista actual de leituras.

Assim sendo, vou desafiar-me a atingir o nível 3, que consiste em terminar entre 3 a 6 séries.

(original daqui)
E serão elas as seguintes:

- Firelight de Sophie Jordan
  • Hidden (livro 3)
  • Breathless (livro 3,5)
- Entre Mundos de Laini Taylor *Concluída*
- The Orphan Queen de Jodi Meadows
  • The Glowing Knight (livro 0,2)
  • The Burning Hand (livro 0,3)
  • The Black Knife (livro 0,4)
  • The Mirror King (livro 2)
- O Disco de Jade de José Frèches
  • Peixe de Ouro (livro 2)
  • As Ilhas Imortais (livro 3)
- Divergente de Veronica Roth
  • Convergente (livro 3) - Lido!
  • Quatro - Histórias da Série Divergente (livro 0,1 - 0,4)

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Desafios da Joana: 2016 Finishing the Series Reading Challenge

E como o ano passado este desafio correu tão bem este ano é para repetir a dose. Assim sendo vou-me desafiar ao nível três, terminar entre 3 a 6 séries. Tal como no ano passado vou escolher de antemão as séries que pretendo terminar este ano:


(original daqui)

Isobelle Carmody     - The Sending

Gayle Forman          - Where She Went

Aprillynne Pike        - Destined

Cassandra Clare        - A Cidade das Almas Perdidas
                                  - A Cidade do Fogo Celestial

Sophie Jordan          - Vanish
                                 - Hidden
                                 - Breathless